Percorrer por autor "Moreira, Carolina"
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- Hábitos alimentares de estudantes de uma instituição do ensino superiorPublication . Moreira, Carolina; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesIntrodução: Uma alimentação adequada atende as necessidades nutricionais do indivíduo contribuindo para a manutenção de um bom estado de saúde. Deve incluir alimentos que disponibilizem todos os nutrientes em quantidades e proporções equilibradas. Os hábitos alimentares durante o início da idade adulta, tal como durante a primeira infância têm grande impacto na saúde dos indivíduos, criando-se hábitos que serão decisivos na qualidade de vida futura (Weichselbaum & Buttriss,2011). Objetivos: Avaliar hábitos alimentares e perfil de ingestão de fibra, ácidos linoleico e linolénico em estudantes de uma instituição do ensino superior. Métodos:: Estudo transversal, quantitativo, realizado numa amostra de 372 estudantes das Escolas do Instituto Politécnico de Bragança. Trata-se de uma amostra estratificada, não probabilística por conveniência. Os dados sociodemográficos foram recolhidos através de um questionário estruturado. O consumo alimentar foi avaliado através da aplicação de um Questionário Semi-quantitativo de Frequência Alimentar ( Lopes et al, 2006). Resultados:A idade média dos participantes foi de 22,2(±4,4) anos, sendo 67% do sexo feminino e 32,7% do sexo masculino. O local mais frequente para realizar as refeições diárias dos estudantes foi a casa própria (77,2%) e estas eram confecionadas maioritariamente pelos estudantes (71,3%). O consumo energético médio foi de 2039,5 kcal/dia nos estudantes do sexo masculino e 1882,8kcal/dia no sexo feminino. Relativamente à ingestão de fibra e ácidos linoleico e linolénico não existem diferenças estatisticamente significativas segundo o género (p>0,05). A ingestão de fibra, ácidos linoleico e linolénico foi abaixo do recomendado ( Dietary Reference Intakes,2005). Constatou-se também que não existiam diferenças significativas relativamente à ingestão destes nutrientes segundo o local onde fazem e quem prepara as refeições. Conclusão: Os anos de ensino superior compreendem um período critico de educação para o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis. É fundamental promover a literacia nutricional nas poulações mais jovens, de forma a fomental a adoção de padrões alimentares saudáveis, adequados à sua faixa etária.
- Hábitos alimentares de estudantes de uma instituição do ensino superiorPublication . Moreira, Carolina; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesA fase de transição do ensino secundário para o ensino superior é decisiva e crucial na vida de um estudante, tratando-se de uma fase em que a autonomia e liberdade aumentam, mas também a responsabilidade e autodisciplina. Ao longo desta transição o estudante encontra vários processos e contextos com os quais não está familiarizado e habituado, e na maior parte dos casos, encontra-se distante do seu meio de origem. Esta transição faz, de facto, parte de um período que influencia e determina certos hábitos na vida de um indivíduo. Objetivo: Hábitos Alimentares e perfil de ingestão de macronutrientes, fibra e ácidos linoléico e linolenico em estudantes de uma instituição do ensino superior. Métodos: Estudo observacional, analítico, transversal, quantitativo, realizado na escola superior de Saúde, na escola superior de Tecnologia e Gestão, na escola superior Agrária e na escola superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança. Trata-se de uma amostra estratificada, não probabilística por conveniência, na qual foram convidados a participar na pesquisa 372 estudantes desta instituição no período de fevereiro a julho de 2018. Os dados sociodemográficos foram recolhidos através de um questionário estruturado. O consumo alimentar foi avaliado através da aplicação de um Questionário Semi-quantitativo de Frequência Alimentar validado para a população portuguesa. Os dados recolhidos foram analisados estatisticamente com o auxílio do software Statistical Package for the Social Science (SPSS) versão 23.0. Resultados: A amostra foi constituída por 372 estudantes do ensino superior, 250 do género feminino (67%) e 122 do género masculino (32,7%). A idade média dos participantes foi de 22,2(±4,4) anos. Relativamente à ingestão de energia, macronutrientes, fibra e ácidos linoleico e linolenico não existem diferenças estatisticamente significativas, segundo o género (p>0,05). O local mais frequente escolhido para realizar as refeições diárias dos estudantes foi a casa dos mesmos (77,2%) e no que diz respeito as refeições, estas eram, com mais frequência, preparadas em casa dos estudantes (71,3%). Constatou-se também que não existem diferenças significativas relativamente a ingestão de macronutrientes, fibra e ácidos linoleico e linolenico segundo o local onde fazem e como preparam as suas refeições. No que concerne à ingestão de macronutrientes, existem diferenças estatisticamente significativas entre a proteína, hidratos de carbono e gordura consumida e a recomendada, em ambos os géneros. Verificou-se também diferenças estatisticamente significativas relativamente a ingestão de fibra, ácidos linoléico e linolenico e o recomendado. Os estudantes do ensino superior, de ambos os géneros consomem mais macronutrientes do que o recomendado e consomem menos fibra e ácidos linoléico e linolenico do que o recomendado. Conclusão: Relativamente à ingestão de macronutrientes, independentemente do género, o consumo de fibra e ácidos linoléico e linolenico é inferior ao recomendado. Ainda se constatou que a ingestão dos estudantes não varia consoante o género e o local onde são feitas e como são preparadas as refeições.
