Percorrer por autor "Monteiro, Ana Margarida"
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- Comportamento sexual e estudantes do ensino superiorPublication . Pimentel, Maria Helena; Preto, Leonel; Alves, Maria José; Monteiro, Ana MargaridaNos últimos anos surgiram várias investigações relacionadas com a sexualidade e o grupo dos jovens tem sido privilegiado. Contudo o conhecimento sobre o comportamento dos estudantes do Ensino Superior relativos a esta matéria contínua, em Portugal, insuficiente. Neste contexto surge o interesse pela presente investigação enquadrada na identificação de determinantes de saúde e perfis de risco destes jovens, relacionados com o comportamento sexual. Desenvolveu-se um estudo descritivo-correlacional por questionário a uma amostra estratificada proporcional por curso e escola que integra 272 alunos do sexo masculino (40,5%) e 400 do feminino (59,5%), totalizando 672. A grande maioria é sexualmente ativo (86%) com predomínio do sexo masculino (93%) e com diferenças estatísticas significativas (p<0,001), mais de metade (58%) iniciou a atividade sexual de forma imprevista e 41% de forma planeada. O preservativo é o contracetivo mais utilizado (60,3%) porém 62% dos rapazes declaram não usar qualquer método contracetivo (p<0,001). Constatou-se uma associação significativa entre o maior número de parceiros sexuais e o uso de contraceção (p=0,001) e, por sua vez, entre o maior número de parceiros sexuais e o uso isolado do preservativo ou associado à pílula (p<0,001). 40% das jovens afirmam ter sentido receio de engravidar “uma vez” e 17,5% “mais do que uma vez”, das quais 60% recorreram nos últimos 12 meses à contraceção de emergência. Conclui-se que a informação sobre os riscos inerentes às condutas sexuais deverá constituir-se, neste grupo, uma prioridade de ação.
- Contraceção oral de emergência em estudantes do ensino superior de uma escola de saúdePublication . Monteiro, Ana Margarida; Pires, Zuleica Alexandra; Pimentel, Maria Helena; Mata, Maria AugustaA Contraceção Oral de Emergência (COE) é o único método que pode ser utilizado após relações desprotegidas de modo a prevenir uma gravidez indesejada. Neste sentido é necessário averiguar os conhecimentos sobre COE em estudantes do Ensino Superior. Objetivos: caraterizar uma amostra de estudantes de uma Escola de Saúde segundo variáveis sociodemográficas, académicas e de atividade sexual; avaliar os conhecimentos acerca da COE na amostra e analisar os conhecimentos sobre COE segundo variáveis de caraterização. Estudo quantitativo, descritivo e analítico, em 257 estudantes com idades compreendidas entre os 18 e os 40 anos, 87,2% do género feminino e 12,8% do masculino. Questionário, com dados de caracterização e escala de conhecimentos de COE, aplicado ao 1.º, 2.º e 3.º anos dos cinco cursos de licenciatura e a todos os alunos presentes em sala de aula. A maioria dos inquiridos já conhecia a COE, embora com conhecimentos médios inferiores ao valor médio teórico da escala construída para o efeito. Os conhecimentos são em média mais elevados entre quem já iniciou a atividade sexual (83,3), 19,9% já tinham recorrido à COE e quase metade concorda com a sua utilização (44,2%), maioritariamente, para “evitar uma gravidez” por relações desprotegidas (22,7%). É importante que os estudantes do ES disponham de informação adequada para práticas sexuais saudáveis.
- Diferenciação social e padrões de escolha em estudantes do subsistema de ensino politécnicoPublication . Pimentel, Maria Helena; Monteiro, Ana MargaridaO crescimento acentuado e a descentralização do Ensino Superior em Portugal potenciaram a diversificação do perfil social dos indivíduos que procuram este nível de escolaridade. A reforma Veiga Simão, de 1986(1) , promoveu a expansão do sistema de Ensino Superior português de modo a contribuir para a modernização do país. Esta expansão assentava, significativamente, numa alteração do seu padrão de distribuição territorial. Até então existiam instituições públicas de Ensino Superior apenas nas cidades de Lisboa, Porto e Coimbra. A reforma, publicada em 1973(2) , consubstancia uma profunda alteração da distribuição espacial do Ensino Superior público.
- Diferenciação social e padrões de escolha em estudantes do subsistema de ensino politécnicoPublication . Pimentel, Maria Helena; Monteiro, Ana Margarida
- O doente oncológico e as experiências subjetivas de sofrimento na doençaPublication . Monteiro, Ana Margarida; Pimentel, Maria HelenaO sofrimento faz parte do quotidiano de todos nós sendo considerado uma característica ontológica do ser humano,enquanto consciente de si e confrontado com a sua vulnerabilidade e finitude.Gameiro(1999) diz-nos queo sofrimento humano pode tomar tal intensidade a ponto de limitar a capacidade da pessoa continuar a investir no futuro,alterar duravelmente a vida psíquica,enquanto problema maior de saúde pública.A doença e particularmente a doença oncológica constitui fonte de sofrimento evidente.
- El deterioro de los recursos sociales de las mujeres ancianas: reflexiones sobre viudedad y conyugalidadPublication . Pimentel, Maria Helena; Afonso, Carlos; Monteiro, Ana Margarida; Preto, LeonelA vulnerabilidad social en las personas mayores constituye uno de los principales impedimentos para alcanzarun envejecimiento exitoso, siendo importante estudiar su afectación en función del género. Teniendo en cuenta la actual tendencia de feminización del envejecimiento, esta investigación tuvo como objetivo analizar la relación entre el género y los recursos sociales e identificar los aspectos que contribuyen al deterioro de los recursos sociales en función del género
- Formação em enfermagem e identidade profissional: traços sociais, académicos, perceções e atributos ligados à profissãoPublication . Pimentel, Maria Helena; Afonso, Carlos; Monteiro, Ana MargaridaQuestiona-se em que medida a formação em enfermagem poderá contribuir para a renovaçã das representações e da identidade profissional. Identificar uma tipologia de estudantes de enfermagem de acordo com os seus traços sociais, académicos, perceções e atributos ligados à profissão.
- A formação superior na construção das representações e identidade profissional: o caso da enfermagemPublication . Monteiro, Ana Margarida; Pimentel, Maria HelenaQuestiona-se em que medida a formação em enfermagem poderá contribuir para a renovação das representações e da identidade profissional. É a necessidade de melhor compreender o fenómeno de formar para um desempenho profissional autónomo e gratificante que sustenta este estudo. Objetivo: identificar as representações e identidade profissional dos alunos de enfermagem e em que medida sofreram alterações com o decorrer da formação. Metodologia: estudo descritivo. Não tendo sido possível por razões de tempo realizar um estudo longitudinal, optámos, de acordo com Ghiglione e Matalon (2001), por uma “amostra temporal” de estudantes de licenciatura de enfermagem agrupados em 2 grupos: um de 91 alunos do 1.º ano e outro de 82 alunos do 4.º ano, a quem foi aplicado um questionário. Resultados: A representação e identidade profissionais de enfermagem são expressas pelos inquiridos com alguma ambiguidade, porém a maior valorização das funções autónomas por parte dos alunos do 4.º ano, nomeadamente das funções preventivas, de investigação e de promoção da saúde, tendo em conta a formação adquirida, pode significar uma evolução positiva no sentido e uma conceção mais específica da profissão. Alunos do 1.º e do 4.º ano valorizam a componente humana e relacional na formação. Os alunos do 4.º ano atribuem maior importância à componente científica. Conclui-se que a formação contribui para a valorização das funções autónomas e para a humanização dos cuidados o que poderá indiciar um agir profissional flexível e de constante construção.
- Hábitos de saúde e vida. O quotidiano dos estudantes do ensino superiorPublication . Monteiro, Ana Margarida; Pimentel, Maria HelenaO ingresso no Ensino Superior é particularmente exigente requerendo mudanças que tendem a exercer repercussões sobre a saúde. Hoje, mais do que nunca, a saúde é entendida como um valor supremo há uma ética da saúde, um direito à saúde que exigem avanços tecnológicos e medidas preventivas. Os hábitos de vida proporcionam a compreensão da articulação entre o condicionalismo social e a ação individual, particularmente, em grupos específicos. Segundo Torgal deve entender-se por hábitos de vida "(... } a forma como cada pessoa gere o seu próprio capital de saúde, através de opções individuais (... )" (1) . A Organização Mundial de Saúde ( 2 ) afirma que "(…) ainda há muito que avançar para conseguir compreender as relações entre a saúde e os componentes dos hábitos de vida específicos. Colaboram desta ideia os autores (3,4) ao referirem que as preocupações com hábitos de vida salutogénicos e protetores em contraponto a situações que podem representar, de alguma forma, risco pessoal, sobretudo, se considerarmos que o lazer e o entretenimento, muito presente na vida académica dos estudantes, assumem um valor supremo nos critérios de estruturação das sociedades contemporâneas estando, muitas vezes, na origem de uma indústria lucrativa, com papel ativo na criação e modelagem de muitos dos hábitos de vida, do grupo etário em estudo(4)
- Hábitos de vida e saúde, O quotidiano dos estudantes do ensino superiorPublication . Monteiro, Ana Margarida; Pimentel, Maria Helena
