Percorrer por autor "Mendes, Joana Cristina de Oliveira"
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- Dados e reflexão sobre a saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes portuguesesPublication . Correia, Pedro Miguel Gomes Pereira; Mendes, Joana Cristina de Oliveira; Correia, Teresa I.G.A Saúde Sexual e Reprodutiva enquanto parte integrante da saúde geral dos indivíduos é uma questão de preocupação nos países desenvolvidos, principalmente no que respeita à adolescência. As diferenças internacionais nas leis e nos conceitos que regem a Saúde Sexual e Reprodutiva, bem como as alterações ao longo dos tempos nos comportamentos, aliadas ao desconhecimento das práticas efectivas dos adolescentes, têm dificultado o conhecimento sobre esta temática a nível mundial. Este trabalho teve como objectivo reflectir sobre a importância da Saúde Sexual e Reprodutiva dos adolescentes em Portugal e suas repercussões no bem-estar individual, da família e da comunidade. Foi feita uma pesquisa exaustiva dos conceitos inerentes a esta problemática e uma resenha do que tem sido a saúde Sexual e Reprodutiva em Portugal. Os comportamentos dos adolescentes assumem um papel de extrema importância dado que os estilos de vida adquiridos neste período tendem a permanecer o resto da vida, sendo 70% das mortes prematuras entre adultos, devido a comportamentos iniciados na adolescência. As alterações que se têm verificado nos seus estilos de vida são significativas e os seus comportamentos foram já considerados um problema de saúde pública. As estratégias de intervenção na saúde dos adolescentes devem ter como premissa que na problemática dos comportamentos sexuais os factores de risco constituem-se numa teia de visão ecológica da saúde. O espaço escolar deve ser privilegiado na relação com outras instituições. A avaliação sexual e reprodutiva compreende a recolha de informação com base na cientificidade e no respeito pelo sigilo
- O impacto do modelo de parteira em gravidez de baixo risco: a experiência internacionalPublication . Alves, Cláudia F.A.S.; Mendes, Joana Cristina de Oliveira; Azevedo, Ana; Correia, Teresa I.G.Verificar se o modelo de parteira em gravidez de baixo risco diminui as intervenções médicas durante o parto. Identificar se modelo de parteira em gravidez de baixo risco com seguimento pelo mesmo especialista ou grupos de especialistas resulta num empoderamento da mulher grávida. Metodologia: foi realizada uma revisão da literatura através das bases de dados PubMed e Cochrane, com os descritores: caseload midwidery, gravidez de baixo risco e parto da qual resultaram 11 artigos em língua inglesa e portuguesa. Após leitura dos resumos e apreciação geral dos estudos emergiram para análise final 6 artigos em língua inglesa. Resultados: apurou-se a existência de uma correlação significativa na diminuição de intervenções médicas tais como partos instrumentados, partos cirúrgicos (p<0,001), uso de analgesia regional (p<0,001), tal como uso de epidural e realização quer de amniotomia quer de episiotomia. Também se identificou uma maior satisfação das utentes seguidas pelo modelo de parteira relativamente à experiência de parto, em que as utentes referem que se sentiram menos ansiosas, mais empoderadas e com maior probabilidade de ter uma experiência mais positiva em relação à dor de parto. Conclusões: as conclusões dos estudos refletem a realidade dos serviços de saúde no Reino Unido e Austrália, onde a enfermeira especialista em saúde materna e obstetrícia realiza a vigilância de gravidezes de baixo risco e parto. Tendo em consideração os resultados dos estudos anteriormente referidos seria importante o desenvolvimento e aplicação de um projeto piloto para avaliar a eficácia dos resultados obtidos na população portuguesa.
