Percorrer por autor "Leal, Ana Raquel"
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- Análise de nutrientes em espécies de cogumelos silvestres dos géneros Amanita e RussulaPublication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Sousa, Maria João; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.Existem mais de 2000 espécies de cogumelos na natureza, no entanto, menos de 25 espécies são consideradas como alimento e somente algumas destas são comercializadas. Os cogumelos silvestres têm vindo a ser cada vez mais importantes na dieta alimentar devido ao seu valor nutricional e às suas características organoléticas [1]. Em particular, a grande popularidade dos cogumelos na região de Trás-os-Montes e o aumento da sua exportação para países como a Espanha, França e Itália, tornaram importante o estudo das propriedades nutricionais das diferentes espécies silvestres, anteriormente desconhecidas. Neste trabalho, analisaram-se os nutrientes de quatro espécies de cogumelos silvestres comestíveis pertencentes aos géneros Amanita e Russula, provenientes do Trás-os-Montes, Nordeste de Portugal: Amanita crocea, Amanita mairei, Russula aurea e Russula virescens. Foram determinados os teores de humidade, lípidos, proteínas, cinzas e glúcidos, segundo procedimentos AOAC, bem como a sua contribuição energética. Foram ainda analisados os açúcares livres e os ácidos gordos por cromatografia líquida de alta eficiência acoplada a um detetor de índice de refração (HPLC/RI) e cromatografia gasosa acoplada a um detetor de ionização de chama (GC/FID), respetivamente. O perfil de macronutrientes obtido revelou, genericamente, que os cogumelos silvestres estudados são fontes ricas em proteínas e glúcidos, e que contêm quantidades reduzidas de lípidos. Amanita mairei foi a espécie que apresentou maior contribuição energética (396.67 kcal g/100 g massa seca). As espécies do género Russula revelaram maior concentração de açúcares livres (~11 g/100 g massa seca), com a contribuição de manitol e trealose, e maiores níveis de ácidos gordos polinsaturados (~30%) devido à contribuição do ácido linoleico. Já as espécies de Amanita apresentaram maior teor de ácidos gordos monoinsaturados (~55%) devido à contribuição do ácido oleico. Assim, os cogumelos silvestres tornam-se alimentos adequados para incluir em dietas nutricionalmente equilibradas e pouco calóricas.
- Análise de nutrientes em espécies de cogumelos silvestres dos géneros Amanita e RussulaPublication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Sousa, Maria João; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.Neste trabalho, avaliou-se o potencial antioxidante de quatro espécies de cogumelos silvestres comestíveis pertencentes aos géneros Amanita e Russula, provenientes de Trás-os-Montes, Nordeste de Portugal: Amanita crocea, Amanita mairei, Russula aurea e Russula virescens. A atividade antioxidante foi determinada através de quatro métodos diferentes: poder redutor, efeito captador de radicais DPPH (1,1-difenil-2-picril-hidrazilo), inibição da descoloração do β-caroteno e inibição da peroxidação lipídica em homogeneizados cerebrais pelo ensaio TBARS (espécies reativas do ácido tiobarbitúrico). Foi ainda determinada a concentração de alguns antioxidantes nomeadamente fenóis pelo método de Folin-Ciocalteu e tocoferóis por HPLC-fluorescência. A. crocea apresentou maior teor fenólico (22.27 mg/g extrato), maior poder redutor (EC50=1.08 mg/mL) e maior capacidade captadora de DPPH (EC50=2.02 mg/mL). R. virescens, a segunda espécie com maior teor fenólico, demonstrou maior inibição da peroxidação lipídica, quer no ensaio da descoloração do β-caroteno (EC50=4.28 mg/mL), quer no ensaio TBARS (EC50=0.23 mg/mL). As espécies de Amanita revelaram maior concentração de tocoferóis (162 µg/100 g massa seca e 59 µg/100 g para A. crocea e A. mairei, respetivamente) do que as espécies Russula (< 50 µg/100 g). Todas as espécies apresentaram α- e γ-tocoferol, mas não apresentaram δ-tocoferol; β-tocoferol só foi detetado em R. virescens. Os resultados sugerem que, espécies de cogumelos silvestres do Nordeste de Portugal são uma potencial fonte de antioxidantes a explorar.
- Análise nutricional de espécies de cogumelos silvestres do género Boletus: Boletus porosporus e Boletus regiusPublication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.Existem milhares de espectes de cogumelos na natureza, no entanto, apenas algumas delas são consideradas como alimento e somente um número reduzido destas são comercializadas. Os cogumelos silvestres têm vindo a ser cada vez mais importantes na dieta alimentar devido ao seu valor nutricional e às suas características organoléticas. Em particular, a grande popularidade dos cogumelos na região de Trás-os-Montes e o aumento da sua exportação para países como a Espanha, França e Itália, tomaram importante o estudo das propriedades nutricionais das diferentes espécies silvestres, anteriormente desconhecidas. Neste trabalho, analisou-se o valor nutricional de duas espécies de cogumelos silvestres comestíveis pertencentes ao género Boletus, provenientes de Trás-os-Montes, Nordeste de Portugal: Boletus porosporus (Imler ex Bon & G. Moreno) e Boletus regius (Krombh.). Foram determinados os teores de humidade, lípidos, proteínas, cinzas e glúcidos, segundo procedimentos oficiais de análise nutricional, bem como a sua contribuição energética. Foram ainda analisados os açúcares livres e os ácidos gordos por cromatografia liquida de alta eficiência acoplada a um detetor de índice de refração (HPLC/Rl) e cromatografia gasosa acoplada a um detetor de ionização de chama (GC/FID), respetivamente. O perfil de macronutrientes obtido revelou, genericamente, que os cogumelos silvestres estudados são fontes ricas em proteínas e glúcidos, e que contêm quantidades reduzidas de lípidos. Boletus regius foi a espécie que apresentou maior teor de humidade (79,15 g/100 g massa seca), de glúcidos (88,79 g/100 g massa seca) e a maior contribuição energética (390.36 kcal g/ 100 g massa seca). Por outro lado, a espécie Bolellls porosporus revelou a maior concentração em proteínas (17,74 g/1 00 g massa seca). A frutose foi o açúcar mais abundante em ambas as espécies estudadas sendo a espécie Boletus porosporus a revelar a maior concentração de açúcares totais (41 ,26 g/1 00 g massa seca). Nas duas espécies do género Boletus verificou-se uma predominância de ácidos gordos polinsaturados (- 50%) devido à contribuição do ácido linoleico. Assim, os cogumelos silvestres tornam-se alimentos adequados para incluir em dietas nutricionalmente equilibradas e pouco calóricas.
- Antioxidant and bioactive compounds of two wild edible mushrooms from Northeast of Portugal: Boletus poliporus and Boletus regiusPublication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Barreira, João C.M.; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.Free radicals are produced in the normal natural metabolism of aerobic cells, mostly in the form of reactive oxygen species (ROS). Maintenance of equilibrium between free radicals production and antioxidant defenses is an essential condition for normal organism functioning [1 ,2]. Although almost all organisms are equipped with antioxidant defense, the antioxidant supplements, or natural products containing bioactive compounds, may be used to help reduce oxidative damage to the human body (3]. Indeed, natural matrices with antioxidant activity, in particular mushrooms, are used to aid the endogenous protective system, increasing interest in the antioxidative role of functional foods or nutraceutical products (2]. The present study describes the antioxidant properties and bioactive compounds of wild edible mushrooms (Boletus porosporus and Boletus regius) collected in Northeast of Portugal (Bragança). The antioxidant properties were assessed through the evaluation of the reducing power, radical scavenging activity and lipid peroxidation inhibition of the samples. The individual profiles of organic acids and phenolic compounds were obtained by high performance liquid chromatography coupled to photodiode array detector (HPLC-POA) and the tocopherols were characterized by HPLC-fluorescence.The Boletus regius sample revealed the best results in all the antioxidant activity assays, with the highest reducing power, highest scavenging activity and highest lipid peroxidation inhibition. Phenolic acids and a related compound (cinnamic acid) were found in both studied species and B. regius revealed the highest content in total phenolic compounds (23.49 mg/1 00 g dw), mainly due to the presence of two possible flavonoids. The highest levels of total tocophero ls were found in B. regius (763.80 j.Jg/1 00 g dw). The highest content in quinic and oxalic acids were found in B. porosporus(1.93 and 0.34 g/1 00 g dw, respectively), while B. regius revealed the highest level of citric acid (3.32 g/1 00 g dw).The results suggest that species of wild mushrooms from Northeast Portugal are a potential source of antioxidants to be explored.
- Bioactive compounds in Gyromitra esculenta and Helvella lacunosa wild mushrooms from Northeast of PortugalPublication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.The search for foods that can improve health or reduce the risk of disease, has been steadily gaining interest. Mushrooms could be examples of these foods because they are appreciated worldwide for their nutritional properties [1] and bioactive compounds [2]. The chemical characterization of wild species is very important, in order to promote their consumption and conserve their habitats. This feature might place mushrooms in the pharma-nutrition interface. The present study describes the bioactive compounds in two wild mushrooms ( Gyromitra esculenta and Helvelfa lacunosa edible after proper pre-boiling and cooking) collected in Bragança (Northeast Portugal). The individual profiles of organic acids and phenolic compounds were obtained by high performance liquid chromatography coupled to photodiode array detection (HPLC-PDA); tocopherols and free sugars were characterized by HPLC-fluorescence and HPLCRI (refraction index), respectively, and the fatty acids profile was obtained by gas chromatography coupled to flame ionization detection (GC-FID). Gyromitra esculenta was the species with the highest levels of free sugars (6.13 g/1 OOg dw), tocopherols ( 112.83 IJg/1 OOg dw) and phenolic compounds (3.74 mg/1 OOg dw). The major fatty acid found in this specie was linoleic acid (prevalence of PUFA), while Helvella lacunosa presented the highest level of MUFA (prevalence of oleic acid). The Helvella lacunosa sample revealed the highest levels of total organic acids (6.93g/1 00 g dw). Overall, wild mushrooms can be sources of bioactive compounds to be included in nutritional balanced diets.
- Biomoléculas em cogumelos silvestres do Nordeste de Portugal: função nutricional e medicinalPublication . Leal, Ana Raquel; Ferreira, Isabel C.F.R.; Martins, AnabelaA procura de alimentos que tenham a capacidade de melhorar a nossa saúde e reduzir o risco de doenças tem vindo, progressivamente, a ganhar interesse. Os cogumelos podem ser um exemplo desses alimentos, apresentando ainda a vantagem de serem reconhecidos como uma iguaria. Esta característica pode colocar os cogumelos na interface farmacologia- nutrição. Neste estudo, foram caracterizadas oito espécies de cogumelos em termos nutricionais (proteínas, glúcidos, lípidos, açúcares individuais e ácidos gordos) e de compostos bioativos (tocoferóis, carotenoides, ácidos orgânicos e compostos fenólicos) com propriedades antioxidantes. As propriedades medicinais são frequentemente relacionadas com o potencial antioxidante apresentado pelos extratos de cogumelos. Boletus regius foi a espécie com maior teor de glúcidos (88,79 g/ 100g dw) e PUFA (56,55 %), compostos bioativos como tocoferóis (736,80 μg/ 100g dw), ácido cítrico (3,32 g/ 100 g dw) e compostos fenólicos (23,49 mg/ 100 g dw), incluindo 2 derivados da crisina, apresentando também elevada atividade antioxidante. Os compostos bioativos identificados poderão ser usados como nutracêuticos para prevenir doenças crónicas relacionadas com o stresse oxidativo. Além disso, todas as espécies testadas são comestíveis e poderão ser incorporadas diretamente na dieta como alimentos funcionais.
- Chemical characterization of four widely appreciated edible mycorrhizal mushrooms: nutrients and bioactive compoundsPublication . Martins, Anabela; Reis, Filipa S.; Leal, Ana Raquel; Ferreira, Isabel C.F.R.Mushrooms have been consumed not only as a part of the normal diet, but also as a delicacy due to their highly desirable taste and aroma. Besides, the nutritional, tonic and medicinal properties of mushrooms have been recognized for a longtime. In addition to their nutritional value, some mushrooms may also have a medicinal value; antitumor, antiviral and hypolipidemic effects have been reported . This work reports the chemical characterization of four wild edible mycorrhizal mushrooms: Amanita mairei, Boletus regius, Russula aurea and Russula virescens, appreciated all over the world. The nutritional value was assessed through the composition in macronutrients determined following official procedures; individual procedures; individual profiles in sugars and fatty acids were obtained by HPLC-RI and GC-FID, respectively. Bioactive compounds such as tocopherols were analysed by HPLC- fluorescence. Carotenoids were determined spectrophotometrically. Organic acids and phenolic compounds were determined by UFLC-PDA and HPLC-DAD, respectively. The antioxidant potential was evaluated through the free radical scavenging activity, reducing power and lipid peroxidation inhibition. Carbohydrates were the most abundant macronutrients present in the studied species, and the highest levels were found in B. regius. Mannitol and trehalose were the main sugars quantified in the analyzed samples. Unsaturated fatty acids predominated over saturated fatty acids, being A. mairei and B. regius the species with the highest content in unsaturated fatty acids. The studied species revealed to possess power - ful ant ioxidants such as tocopherols, lycopene, and phenolic compounds (mainly phenolic acids). B. regius was the species with the highest levels of tocopherols, citric acid and phenolic compounds, presenting also the highest antioxidant activity. Overall, the bioactive compounds identified in the studied wi ld mycor r hizal mushrooms could be extracted for the purpose of being used as nutraceuticals. Since these are edible species, they can also be incorporated directly in diet acting as functional foods.
- Portuguese wild mushrooms at the "Pharma-Nutrition" interface: nutritional characterization and antioxidant propertiesPublication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Barreira, João C.M.; Sousa, Maria João; Martins, Anabela; Santos-Buelga, Celestino; Ferreira, Isabel C.F.R.The search for foods that might improve health or reduce disease risk, has been progressively gaining interest. Mushroom could be examples of these foods, presenting the additional advantage of being recognized as a delicacy. This feature might place mushrooms in the pharma-nutrition interface. Herein, eight different mushroom species were characterized in terms of nutrients (proteins, carbohydrates, fat, individual sugars, fatty acids) and bioactive compounds (tocopherols, carotenoids, organic acids and phenolic compounds) with recognized antioxidant properties. These medicinal properties are often related with the antioxidant potential presented by mushroom extracts. Boletus regius was the species with the highest levels of carbohydrates (88.79 g/ 100 g dw) and PUFA (56.55%), bioactive compounds such as tocopherols (763.80 µg/100 g dw), citric acid (3.32 g/ 100 g dw) and phenolic compounds (23.49 mg/ 100 g dw), including two chrysin derivatives, presenting also the highest antioxidant activity. The identified bioactive compounds might be used as nutraceuticals to prevent chronic diseases related with oxidative stress. Furthermore, all tested species are edible, and could be incorporated directly in diet acting as functional foods.
- Potencial antioxidante de espécies de cogumelos silvestres comestíveis dos géneros Amanita e Russula.Publication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Sousa, Maria João; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.A manutenção do equilíbrio entre a produção de espécies reativas de oxigénio (ROS) e azoto (RNS) e as defesas antioxidantes (enzimáticas e não-enzimáticas) é uma condição essencial para o funcionamento normal do organismo. A ausência desse equilíbrio traduz-se na condição de stresse oxidativo e, nestas situações, as espécies mencionadas podem oxidar e danificar lípidos celulares, proteínas e DNA, conduzindo a várias doenças [1]. Algumas matrizes naturais com atividade antioxidante, podem auxiliar as defesas antioxidantes endógenas e, nesta perspetiva, os antioxidantes presentes na dieta podem assumir importância como possíveis agentes protetores, reduzindo os danos oxidativos [2]. Neste trabalho, avaliou-se o potencial antioxidante de quatro espécies de cogumelos silvestres comestíveis pertencentes aos géneros Amanita e Russula, provenientes de Trás-os-Montes, Nordeste de Portugal: Amanita crocea, Amanita mairei, Russula aurea e Russula virescens. A atividade antioxidante foi determinada através de quatro métodos diferentes: poder redutor, efeito captador de radicais DPPH (1,1-difenil-2-picril-hidrazilo), inibição da descoloração do β-caroteno e inibição da peroxidação lipídica em homogeneizados cerebrais pelo ensaio TBARS (espécies reativas do ácido tiobarbitúrico). Foi ainda determinada a concentração de alguns antioxidantes nomeadamente fenóis pelo método de Folin-Ciocalteu e tocoferóis por HPLC-fluorescência. A. crocea apresentou maior teor fenólico (22.27 mg/g extrato), maior poder redutor (EC50=1.08 mg/mL) e maior capacidade captadora de DPPH (EC50=2.02 mg/mL). R. virescens, a segunda espécie com maior teor fenólico, demonstrou maior inibição da peroxidação lipídica, quer no ensaio da descoloração do β-caroteno (EC50=4.28 mg/mL), quer no ensaio TBARS (EC50=0.23 mg/mL). As espécies de Amanita revelaram maior concentração de tocoferóis (162 µg/100 g massa seca e 59 µg/100 g para A. crocea e A. mairei, respetivamente) do que as espécies Russula (< 50 µg/100 g). Todas as espécies apresentaram α- e γ-tocoferol, mas não apresentaram δ-tocoferol; β-tocoferol só foi detetado em R. virescens. Os resultados sugerem que, espécies de cogumelos silvestres do Nordeste de Portugal são uma potencial fonte de antioxidantes a explorar.
- Potencial antioxidante de espécies de cogumelos silvestres comestíveis dos géneros Amanita e Russula.Publication . Leal, Ana Raquel; Barros, Lillian; Sousa, Maria João; Martins, Anabela; Ferreira, Isabel C.F.R.Neste trabalho, analisaram-se os nutrientes de quatro espécies de cogumelos silvestres comestíveis pertencentes aos géneros Amanita e Russula, provenientes do Trás-os-Montes, Nordeste de Portugal: Amanita crocea, Amanita mairei, Russula aurea e Russula virescens. Foram determinados os teores de humidade, lípidos, proteínas, cinzas e glúcidos, segundo procedimentos AOAC, bem como a sua contribuição energética. Foram ainda analisados os açúcares livres e os ácidos gordos por HPLC/RI e GC/FID, respetivamente. O perfil de macronutrientes obtido revelou, genericamente, que os cogumelos silvestres estudados são fontes ricas em proteínas e glúcidos, e que contêm quantidades reduzidas de lípidos. Amanita mairei foi a espécie que apresentou maior contribuição energética (396.67 kcal g/100 g massa seca). As espécies do género Russula revelaram maior concentração de açúcares livres (~20 g/100 g massa seca), com a contribuição de manitol e trealose, e maiores níveis de ácidos gordos polinsaturados (~30%) devido à contribuição do ácido linoleico. Já as espécies de Amanita apresentaram maior teor de ácidos gordos monoinsaturados (~55%) devido à contribuição do ácido oleico. Assim, os cogumelos silvestres tornam-se alimentos adequados para incluir em dietas nutricionalmente equilibradas e pouco calóricas.
