Percorrer por autor "Costa, Marisa"
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- Conceção de um programa de formação em supervisão: princípios e fundamentosPublication . Costa, Marisa; Martins, Cristina; Rodrigues, Maria JoséO presente estudo é parte integrante um projeto desenvolvido em parceria entre a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança ESE-IPB e o Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe ISECUSTP. O objetivo central é a conceção e implementação de um programa de formação contínua (PFC) em supervisão, dirigido aos supervisores dos estágios da formação inicial de professores do ISEC. Trata-se de estudo de natureza qualitativa, interpretativa e descritiva. A primeira fase consistiu na averiguação das perceções dos supervisores do ISEC sobre o desenvolvimento profissional (DP) e o processo de supervisão. Estes dados foram recolhidos através de um questionário e permitiram verificar que os docentes valorizam a formação inicial que receberam e consideram que a frequência de ações de formação contínua é essencial paro o seu desenvolvimento profissional. Com base nestes dados passou-se à segunda fase do projeto que contemplou o desenho do PFC, a sua discussão e fundamentação em alicerces teóricos que o sustentem. Assim, pretende-se, de acordo com autores de referência no panorama do processo de DP, sustentar os predicados essenciais seguidos na conceção do referido PFC. Tem-se como desiderato fundamental que este permita a construção de ambientes reflexivos e colaborativos, a partilha de saberes e apoio mútuo e, simultaneamente, a promoção do potencial individual e de autorrenovação e a adoção de uma atitude investigativa sobre a prática profissional. Acredita-se que nos programas de formação, a utilização em simultâneo de diferentes abordagens (colaboração, autonomia, reflexão, supervisão) permite que os pontos fortes de uma sirvam de complemento às limitações de outra. Pretende-se, igualmente que, tal como o processo supervisivo, seja uma ação de construção, em que todos os intervenientes participam, têm papéis e ações definidas, com um propósito principal comum a melhoria da prática profissional. Encara-se, pois, o DP como um processo para melhorar os conhecimentos, as competências e as atitudes do professor que pode envolver várias experiências espontâneas ou planificadas e tem por finalidade última a qualidade da educação na sala de aula e a melhoria das aprendizagens dos alunos. Processo, este, intencional, contínuo, sistémico e permanente.
- Formação contínua de professores em São Tomé e Príncipe: o papel da supervisãoPublication . Costa, Marisa; Rodrigues, Maria José; Martins, CristinaA promoção do desenvolvimento profissional do professor apresenta uma infinidade de objetivos e assume diferentes formas, desde a reflexão pessoal, à luz das experiências em sala de aula, a atividades realizadas dentro ou fora da escola, de forma formal ou informal, incluindo a chamada formação contínua de professores. Esta, de forma sucinta, refere-se a um acontecimento previamente planeado, coerente, estruturado e sistemático. Durante a prática profissional, o professor deverá ter oportunidade de se envolver em atividades promotoras do seu desenvolvimento profissional, tendo em consideração alguns aspetos fundamentais: (i) as necessidades do professor na sua formação; (ii) o professor como o sujeito fundamental no seu próprio desenvolvimento profissional; (iii) a importância da reflexão dos professores sobre as suas práticas; (iv) a relevância do papel do supervisor ou formador ou acompanhante ou amigo crítico ou agente de mudança; e (v) a colaboração entre professores e entre professores e investigadores. É neste contexto que surge este estudo, cuja finalidade é desenvolver um programa de formação contínua com e para os professores supervisores do Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe (ISEC – USTP). Nesta comunicação pretendemos apresentar a primeira etapa do estudo, destacando a perceção dos supervisores do ISEC – USTP no que respeita ao processo de supervisão que realizam bem como às necessidades e expetativas que sentem no papel que assumem. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, interpretativa e descritiva. Para a recolha de dados recorremos a um questionário elaborado para o efeito e que se encontra organizado em 3 seções: (i) caraterização pessoal; (ii) formação e experiência profissional; e (iii) processo de supervisão no ISEC – USTP. O referido instrumento é essencialmente, constituído por questões abertas para dar oportunidade aos inquiridos de expressarem livremente as suas opiniões. Os resultados obtidos permitiram-nos delinear as fases seguintes do projeto e propor um programa de formação de supervisores adequado ao contexto e que responda às suas necessidades e às suas expetativas permitindo-lhes repensar e refletir sobre as suas práticas didático-pedagógicas. É fundamental desenvolver projetos de cooperação e colaboração entre professores, conscientemente fundamentados, de forma a criar condições que favoreçam o seu desenvolvimento profissional, social e pessoal.
- Formação contínua de professores em São Tomé e Príncipe: o papel da supervisãoPublication . Costa, Marisa; Rodrigues, Maria José; Martins, CristinaA promoção do desenvolvimento profissional do professor apresenta uma infinidade de objetivos e assume diferentes formas, desde a reflexão pessoal, à luz das experiências em sala de aula, a atividades realizadas dentro ou fora da escola, de forma formal ou informal, incluindo a chamada formação contínua de professores. Esta, de forma sucinta, refere-se a um acontecimento previamente planeado, coerente, estruturado e sistemático. Durante a prática profissional, o professor deverá ter oportunidade de se envolver em atividades promotoras do seu desenvolvimento profissional, tendo em consideração alguns aspetos fundamentais: (i) as necessidades do professor na sua formação; (ii) o professor como o sujeito fundamental no seu próprio desenvolvimento profissional; (iii) a importância da reflexão dos professores sobre as suas práticas; (iv) a relevância do papel do supervisor ou formador ou acompanhante ou amigo crítico ou agente de mudança; e (v) a colaboração entre professores e entre professores e investigadores. É neste contexto que surge este estudo, cuja finalidade é desenvolver um programa de formação contínua com e para os professores supervisores do Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe (ISEC – USTP). Nesta comunicação pretendemos apresentar a primeira etapa do estudo, destacando a perceção dos supervisores do ISEC – USTP no que respeita ao processo de supervisão que realizam bem como às necessidades e expetativas que sentem no papel que assumem. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, interpretativa e descritiva. Para a recolha de dados recorremos a um questionário elaborado para o efeito e que se encontra organizado em 3 seções: (i) caraterização pessoal; (ii) formação e desenvolvimento profissional; e (iii) processo de supervisão no ISEC – USTP. O referido instrumento é essencialmente, constituído por questões abertas para dar oportunidade aos inquiridos de expressarem livremente as suas opiniões. Os resultados obtidos permitiram-nos delinear as fases seguintes do projeto e propor um programa de formação de supervisores adequado ao contexto e que responda às suas necessidades e às suas expetativas permitindo-lhes repensar e refletir sobre as suas práticas didático-pedagógicas. É fundamental desenvolver projetos de cooperação e colaboração entre professores, conscientemente fundamentados, de forma a criar condições que favoreçam o seu desenvolvimento profissional, social e pessoal.
- Formação contínua em supervisão: perceções de supervisores do ISEC-USTPPublication . Costa, Marisa; Rodrigues, Maria José; Martins, CristinaCom o objetivo primordial de criar um programa de formação contínua com e para os supervisores do Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe (ISECUSTP), temos vindo a desenvolver um estudo prévio conducente à averiguação das perceções dos participantes no que respeita ao processo em causa e às necessidades e expetativas que sentem no papel que assumem. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, interpretativa e descritiva. Para a recolha de dados recorremos a um questionário elaborado para o efeito e que se encontra organizado em três seções: (i) caraterização pessoal; (ii) formação e experiência profissional; e (iii) processo de supervisão no ISEC-USTP. O referido instrumento é constituído por questões abertas. Em resposta à questão que visava a seleção e seriação de três contributos relevantes para o desenvolvimento profissional, verificámos que, como primeira opção, os supervisores valorizam a formação inicial que receberam e a importância da formação e da experiência de ensino para o seu saber profissional. Como segunda opção surgiu a frequência de ações de formação contínua. Embora se tenha verificado menor incidência na reflexão sobre as práticas e no trabalho colaborativo, quando solicitada a caracterização do processo de supervisão é visível a valorização destes processos. À supervisão é associado o papel de orientação, mas também de classificação. Pretendemos, ainda, dar conta dos resultados referentes às perceções dos supervisores face a: (i) papel atribuído ao processo de supervisão para a formação de professores; (ii) fragilidades/constrangimentos no exercício das funções de supervisor; (iii) áreas prioritárias/temas de formação para atualização ou aprofundamento da função de supervisor; e (iv) melhoria do papel dos supervisores. Baseando-nos na investigação em curso, nos autores que sustentam as nossas ações e teorias, e na nossa própria experiência académica e profissional, é, para nós, evidente que no processo de supervisão importa: (i) encará-lo como uma ação de construção, onde todos os intervenientes participam, têm papéis e ações definidas, com um propósito principal comum – melhoria da prática profissional; (ii) promover o potencial individual para a aprendizagem e a capacidade de auto-renovação da organização educativa; (iii) relevar o papel do supervisor; (iii) considerar a colaboração, partilha de saberes e apoio mútuo; e (iv) valorizar a reflexão.
- Formação contínua em supervisão: perceções de supervisores do ISEC-USTPPublication . Costa, Marisa; Rodrigues, Maria José; Martins, CristinaCom o objetivo primordial de criar um programa de formação contínua com e para os supervisores do Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe (ISEC-USTP), temos vindo a desenvolver um estudo conducente à averiguação das perceções dos participantes no que respeita ao processo de supervisão e às necessidades e expetativas que sentem no papel que assumem. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, interpretativa e descritiva. Para a recolha de dados recorremos a um questionário elaborado para o efeito e que se encontra organizado em 3 secções: (i) caraterização pessoal; (ii) formação e experiência profissional; e (iii) processo de supervisão no ISEC-USTP. O referido instrumento é constituído, essencialmente, por questões abertas. Em resposta à questão que visa a seleção e seriação de três contributos relevantes para o desenvolvimento profissional, verificamos que, como primeira opção, os supervisores valorizam a formação inicial que receberam e a importância da formação e da experiência de ensino. Como segunda opção surge a frequência de ações de formação contínua. Embora se verifique menor incidência na reflexão sobre as práticas e no trabalho colaborativo, quando solicitada a caracterização do processo de supervisão é visível a valorização destes processos. À supervisão é associado o papel de orientação, mas também de classificação. Pretendemos, também, dar conta dos resultados referentes às perceções dos supervisores face a: (i) papel atribuído ao processo de supervisão na formação de professores; (ii) fragilidades/constrangimentos no exercício das funções de supervisor; (iii) a sugestões de melhoria do papel dos supervisores. Em articulação com esta pretensão, apresentaremos as linhas orientadoras para o desenho de um programa de formação contínua para supervisores dos estágios da formação inicial de professores do ISEC-USTP, nomeadamente a contextualização, os objetivos e a organização do programa.
