Percorrer por autor "Condessa, Isabel"
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- Alterações na saúde e sintomatologia menstrual de adolescentes após contacto com o sars-cov-2Publication . Anastacio, Zélia; Antão, Celeste; Fernandes, Sara Cerejeira; Alves, Regina; Carvalho, Paula; Condessa, IsabelDurante a pandemia de COVID-19, a prevenção, o diagnóstico e o processo de tratamento foram bastante discutidos, acelerando-se investigação que permitiu produzir vacinas para proteção contra o vírus SARS-CoV-2 e redução de complicações fatais em tempo record. Muitos aspectos da vida humana foram afectados, de entre os quais adquire importância para a saúde das mulheres compreender o impacto da COVID-19 no seu ciclo menstrual. Devido à novidade do tema e ao facto de o conhecimento sobre esta questão ser escasso, há necessidade de estudos sobre esta possível interação. Este estudo teve como objetivos identificar os efeitos da vacina e da infeção por COVID-19 no ciclo menstrual de raparigas portuguesas a frequentar o ensino superior; verificar a associação entre factores individuais e alterações no ciclo menstrual após o contacto com o vírus SARS-CoV-2, por infeção ou por vacina. Tratou-se de um estudo transversal e observacional, utilizando um questionário para a recolha de dados. A amostra incluiu 296 adolescentes com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos (M=20,80±1,69), sendo 98,6% do sexo feminino, 0,7% intersexo e 0,7% preferiu não se dizer. Mais de metade da amostra teve COVID-19 apenas uma vez (51,1%) e tomou duas doses da vacina (54,7%). Os resultados apontam para alterações nos ciclo menstrualmais notórias na redução do período menstrual, dimunição do fluxo e aumento de coágulos. Mais de 10% relatam ter piorado as dores abdominais, as dores de cabeça e o cansaço físico generalizado. Outros fatores precisam de ser estudados a fim de clarificar estes efeitos
- Educação menstrual e saúde de jovens portuguesas - fatores associados à prática da educação físicaPublication . Condessa, Isabel; Fernandes, Sara; Antão, Celeste; Anastácio, ZéliaThomas, Gallagher e Thomas (2001) consideram que as mudanças de competência motora dependem essencialmente de três ordens de fatores: biológicos (p.e. genética, crescimento, puberdade), de envolvimento (p.e. oportunidades, encorajamento) e sua interação (p.e. práticas vivenciadas nas diferentes fases de desenvolvimento). Por outro lado, mais recentemente a Organização Mundial da Saúde (WHO, 2018) referia que os programas de atividade física e desportiva nas escolas, onde se inclui a Educação Física (EF) devem ajudar a desenvolver as capacidades físicas, a aumentar o prazer geral pela atividade física, contrariando o sedentarismo. Para esta organização, ao lado da criação de hábitos de vida positivos, a prática de higiene dos alunos são alguns pontos a reforçar na escola. Contudo, nas escolas em Portugal, as meninas, que adquirem a sua menarca habitualmente a partir dos seus 12/13 anos, defrontamse com fatores de ordem biológica e emocional que, comparativamente com os seus colegas rapazes, criam uma desigualdade de oportunidade para a prática ao exercício físico.
- Emoções e doença oncológica: explorar este enlacePublication . Anastácio, Zélia; Carvalho, Paula; Ferreira, Ana Filipa; Condessa, Isabel; Antão, CelesteTanto na literatura como em reflexões de senso comum é referido que as emoções se relacionam com a doença oncológica. Se por um lado emoções menos agradáveis e persistentes são indicadas como causa de somatização conducente ao desenvolvimento de tumores, por outro, emoções positivas têm sido apontadas como coadjuvantes da superação da patologia oncológica. O objetivo desta investigação consiste em relacionar vivências emocionais com o desenvolvimento do cancro. Trata-se de um estudo transversal, descritivo e correlacional e exploratório, seguindo uma metodologia quantitativa. Construiu-se um questionário (incluindo variáveis de caracterização sociodemográfica, de experiências emocionais e de patologia oncológica), o qual, após submetido a apreciação por peritos, foi disponibilizado no Google forms para preenchimento on-line. O link foi enviado diretamente a indivíduos conhecidos das investigadoras, sabendo que já se haviam deparado com a doença, tendo sido recomendado que passassem o link a outros conhecidos. Assim, tratase de uma amostra do tipo snow ball ainda em curso. Os dados, obtidos em ficheiro Excel são transferidos para o programa de análise estatística SPSS. Numa forma ainda preliminar procede-se a uma análise estatística descritiva, aplicando-se o teste t de Student para comparação de dois grupos e o teste de Qui Quadrado para averiguar a relação de dependência entre variáveis, tal como se testam possíveis correlações. Espera-se encontrar resultados que elucidem esta relação em resposta ao objetivo proposto de modo a podere apontar direções no sentido da prevenção da doença, da promoção da saúde e do bem-estar dos doentes e sobreviventes.
- Imagem corporal, autoestima e adesão à atividade física: um estudo com jovens em período covid-19Publication . Condessa, Isabel; Anastácio, Zélia; Antão, Celesteimagem corporal e a autoestima são dimensões da saúde que têm sido estudadas em associação. Na pro-cura de melhor satisfação com a imagem do corpo e de um melhor sentimento de si, a prática de atividade física(PAF) é um dos comportamentos promotor de saúde e procurado por muitos/as jovens. O período de confinamento imposto pela pandemia COVID-19 levou à alteração de várias rotinas, incluindo na prática de atividade física, nomeadamente com o encerramento de escolas, ginásios e clubes desportivos. Alterações de peso e de saúde emocional foram sendo mencionadas por grande parte da população. Este trabalho pretendeu relacionar a satisfação com a imagem corporal, a autoestima e a adesão à atividade física em contexto pandémico, bem como averiguar os fatores com influência nestas três variáveis dependentes. Realizou-se um estudo transversal de metodologia quantitativa, tendo sido aplicado um questionário on-line, através do Google Forms, a jovens de Portugal (continental e ilhas). A amostra foi do tipo bola de neve e ficou constituída por 630 indivíduos com idades compreendidas entre os 15 e os 25 anos (média=20,04±2,36), sendo 475 do sexo feminino e 155 do sexo masculino). As raparigas revelaram-se menos satisfeitas do que os rapazes na maioria dos itens da imagem corporal, com diferenças significativas em bastantes. Para a autoestima o valor médio das meninas (28,96) foi inferior aos dos rapazes (29,21) sem que essa diferença tivesse significado estatístico. Na adesão à PAF as rapariga também revelaram um valor médio mais baixo (1,91) que o dos rapazes (2,39) sendo essa diferença estatisticamente significativa (p<.0001). Os fatores que mais contribuíram para o nível de adesão à PAF foram a gestão do tempo livre, questões de saúde e existência de condições na proximidade da residência. A amostra revelou bons níveis de satisfação com a imagem corporal, autoestima média e nível médio de adesão à PAF. Estas três variáveis estão correlacionadas positiva e significativamente entre si e também são influenciadas por fatores individuais e contextuais.
- Motivações para ser (in)ativo em período pandémico: um estudo exploratório com adolescentes e jovens adult@sPublication . Condessa, Isabel; Anastácio, Zélia; Antão, CelesteCom este estudo exploratório pretendemos demarcar a influência de diversas motivações para a adesão à prática de atividade física (AF), num grupo de adolescentes e jovens adultos/as (n=186) em 2020, aquando dos períodos de confinamento pandémico, imposto pela COVID-19. Neste sentido, construímos um questionário no Google Forms, o qual foi aplicado on-line e nos permitiu recolher testemunhos sobre algumas questões: características individuais – dados biográficos (idade, sexo, índice de massa corporal – IMC, habilitações académicas, ocupação, alterações gerais de peso desde o primeiro confinamento) e motivos de maior ou menor adesão a uma prática regular de atividade física. Foi realizada uma análise dos dados com o programa SPSS (versão 27.0) e recorremos a provas estatísticas variadas para análise descritiva (frequência; percentagem), comparativa [média e desvio padrão; Qui Quadrado (X2)] e correlacional [Spearman ( )]. Os resultados permitem-nos concluir que os inquiridos do estudo, alguns já em situação de risco quanto IMC, sofreram maiores alterações de peso, situação que registou valores diferentes consoante o sexo, o IMC e a ocupação naquele momento. O nível de adesão à pratica de AF regular oscilou, havendo um número aproximado dos que tiveram maior e menor envolvimento em práticase, numa maior quantidade de tempo passada em casa, liderou o trabalho de AF seguindo tutoriais e orientação por profissionais, nomeadamente de clubes e de educação física. Os motivos aduzidos a um maior nível de prática de AF regular e os mais favoráveis a essa prática foram: i) o gosto pela atividade física e com reforço positivo para as atividades de lazer ao ar livre e negativo para as práticas de ginásio; ii) a melhoria das capacidades físicas e a saúde e o bem-estar. As motivações de estética tiveram menos relevância e, quanto à importância do cuidado pelo corpo, foi o controlo da massa corporal que prevaleceu.
