Percorrer por autor "Brás, Manuel Alberto"
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- Adesão à dieta e a percepção da qualidade de vidaPublication . Anes, Eugénia; Fernandes, Adília; Magalhães, Carlos Pires; Antão, Celeste; Brás, Manuel AlbertoA adesão terapêutica tem um papel vital na sobrevivência dos doentes com insuficiência renal crónica, em nenhuma área isto é tão evidente, a adesão às restrições dietéticas, hídricas e medicamentosas constituem um factor de extremo significado na sobrevivência e qualidade de vida do doente crónico em hemodiálise (Rushe & McGee, 1998). Os benefícios da adesão são de vária ordem e relacionam-se com a prevenção de recaídas, alívio de sintomas e melhoria geral do estado de saúde (Sousa, 2003). Esta investigação pretendeu contribuir para o processo de adaptação e validação intercultural de uma medida específica de avaliação da Adesão à Dieta dos Insuficientes Renais Crónicos face à restrição alimentar e hídrica imposta pela doença: Renal Adherence Attitides Questionnaire (RAAQ) de Helena Rushe e Hannah McGee (1998); e avaliar a relação da Adesão à Dieta (RAAQ) com a percepção da Qualidade de Vida relacionada com a saúde (SF-36v2). O presente estudo está relacionado com a avaliação da adesão à dieta e a sua relação com a percepção de qualidade de vida relacionada com a saúde em doentes com insuficiência renal crónica em diálise, através de um estudo não experimental, analítico e transversal, amostra de 263 participantes. A colheita de dados foi efectuada em indivíduos em diálise, em 2007, no Nordeste Transmontano. Na colheita de dados foi utilizada uma escala específica de adesão á dieta na insuficiência renal crónica (RAAQ) e outra genérica de qualidade de vida (SF-36v2). Relativamente à adesão à dieta, obtiveram-se em média altos índices, tanto numa análise global como dimensionalmente. As pontuações obtidas para a qualidade de vida em média são baixas, por dimensões, foram evidenciadas limitações em áreas da saúde em geral, da função emocional e do desempenho físico. Na relação entre a adesão à dieta e a percepção da qualidade de vida, os resultados verificaram uma associação muito baixa, negativa e estatisticamente significativa entre todas as dimensões da adesão á dieta e a qualidade de vida, com excepção das atitudes face às restrições sociais. Verificou-se também uma associação muito baixa, negativa e estatisticamente significativa entre as dimensões de qualidade de vida e a adesão à dieta, nas dimensões função física, desempenho físico, dor saúde geral e função emocional. Sendo esta relação no sentido de que os doentes que apresentam uma percepção da qualidade de vida mais satisfatória, apresentam piores índices de adesão à dieta. A informação é potenciadora de uma melhor adesão, são os enfermeiros os principais agentes promotores de saúde e responsáveis pelo fornecimento de informação esclarecida. Os resultados desta investigação confirmam relação entre a adesão à dieta e a percepção da qualidade de vida. Sendo esta relação no sentido de que os doentes que apresentam uma percepção da qualidade de vida mais satisfatória, apresentam piores índices de adesão à dieta. É realçado nesta investigação a importância da avaliação da adesão à dieta, constituindo um óptimo indicador na prestação de cuidados, pela sua relação ao nível da qualidade de vida dos insuficientes renais.
- A adolescência e a sexualidade. A óptica do enfermeiro dos cuidados de saúde primários portuguêsPublication . Brás, Manuel Alberto; Anes, Eugénia; Brás, Maria de Fátima; Praça, Maria Isabel FernandesLidar com a adolescência e a “sexualidade”, faz parte das actividades que, embora não oficialmente explicitadas, permeiam todas as acções e comportamentos do profissional de enfermagem dos cuidados de saúde primários, enquanto exigência maior, para desempenhar o seu papel profissional. Os profissionais de enfermagem dos cuidados de saúde primários que se propõem trabalhar com grupos de adolescentes nos Centros de Saúde, Escolas ou Centros Comunitários, sabem que a questão que emerge com particular significado nas discussões é a sexualidade. Pretendemos Identificar conhecimentos e informação, opiniões e atitudes dos enfermeiros dos CSP, face à sexualidade dos adolescentes. Desenvolvemos um estudo descritivo-transversal, com metodologia quantitativa, que faz a abordagem da população em estudo, através de amostragem probabilística, apoiada na amostra aleatória simples. Na recolha de dados foi usado um questionário, constituído por questões fechadas e semiabertas, questões escala e cenário e uma escala de atitudes. Participaram no estudo 1735 enfermeiros, que exercem actividade em 226 Centros de Saúde das 18 Sub-regiões de Saúde do continente e das regiões autónomas Madeira e Açores. Os dados foram colhidos entre 24 de Março a 25 de Junho de 2005. A idade média dos enfermeiros inquiridos é de 39 anos. Pela análise da mediana, (50%) têm entre 22 e 37 anos e os outros (50%) idades entre 37 e 68 anos. Os enfermeiros que integram o estudo, estão geograficamente assim distribuídos; (7,5%) exercem actividade nas regiões autónomas, 4,2% da Madeira e 3,3% nos Açores; (92,5%) do continente, 46,3% vivem no interior e 46,2% no litoral, (54,1%) vive em meio urbano e 45,9% em meio rural. Dos inquiridos 67,3% considera que a sua escola não lhe proporcionou formação adequada sobre sexualidade, esta não é independente da Sub-região de Saúde. A maioria dos enfermeiros (89,9%) lida habitualmente com adolescentes, 88,5% não possui formação específica sobre sexualidade, esta formação difere de umas para outras Sub-regiões de Saúde. A contracepção é para (95,0%) dos inquiridos, o assunto mais abordado, (86,5%) sugerem os amigos como os confidentes dos jovens sobre sexualidade, (55,4%) consideram ser a família a quem mais compete a educação sexual. Os inquiridos sugerem uma preparação insuficiente na área da sexualidade, pelo que talvez fosse positivo incentivar essa formação a nível escolar. Forneça-se aos jovens, uma adequada e fiável educação para a saúde e serviços de saúde sexual e reprodutiva, acessíveis e de qualidade, garantindo-lhes o direito à privacidade, sigilo e confidencialidade. Os jovens precisam de melhor informação e educação sexual, para poderem fazer as suas próprias escolhas de maneira mais saudável. A educação afectivo-sexual é, um direito de crianças e jovens, um dever da família, da escola, da sociedade e dos serviços de saúde, aqui particularmente dos enfermeiros dos CSP.
- A adolescência e sexualidade a óptica do enfermeiro dos cuidados de saúde primários portuguêsPublication . Brás, Manuel Alberto; Anes, Eugénia; Brás, Maria de Fátima; Praça, Maria Isabel FernandesLidar com a adolescência e a “sexualidade”, faz parte das actividades que, embora não oficialmente explicitadas, permeiam todas as acções e comportamentos do profissional de enfermagem dos cuidados de saúde primários, enquanto exigência maior, para desempenhar o seu papel profissional. Os profissionais de enfermagem dos cuidados de saúde primários que se propõem trabalhar com grupos de adolescentes nos Centros de Saúde, Escolas ou Centros Comunitários, sabem que a questão que emerge com particular significado nas discussões é a sexualidade. Objetivos: Identificar conhecimentos e informação, opiniões e atitudes dos enfermeiros dos CSP, face à sexualidade dos adolescentes. Metodologia: Desenvolvemos um estudo descritivo-transversal, com metodologia quantitativa, que faz a abordagem da população em estudo, através de amostragem probabilística, apoiada na amostra aleatória simples. Na recolha de dados foi usado um questionário, constituído por questões fechadas e semiabertas, questões escala e cenário e uma escala de atitudes. Participaram no estudo 1735 enfermeiros, que exercem actividade em 226 Centros de Saúde das 18 Sub-regiões de Saúde do continente e das regiões autónomas Madeira e Açores. Os dados foram colhidos entre 24 de Março a 25 de Junho de 2005. Resultados: A idade média dos enfermeiros inquiridos é de 39 anos. Pela análise da mediana, (50%) têm entre 22 e 37 anos e os outros (50%) idades entre 37 e 68 anos. Os enfermeiros que integram o estudo, estão geograficamente assim distribuídos; (7,5%) exercem actividade nas regiões autónomas, 4,2% da Madeira e 3,3% nos Açores; (92,5%) do continente, 46,3% vivem no interior e 46,2% no litoral, (54,1%) vive em meio urbano e 45,9% em meio rural. Dos inquiridos 67,3% considera que a sua escola não lhe proporcionou formação adequada sobre sexualidade, esta não é independente da Sub-região de Saúde. A maioria dos enfermeiros (89,9%) lida habitualmente com adolescentes, 88,5% não possui formação específica sobre sexualidade, esta formação difere de umas para outras Sub-regiões de Saúde. A contracepção é para (95,0%) dos inquiridos, o assunto mais abordado, (86,5%) sugerem os amigos como os confidentes dos jovens sobre sexualidade, (55,4%) consideram ser a família a quem mais compete a educação sexual. Conclusões: Os inquiridos sugerem uma preparação insuficiente na área da sexualidade, pelo que talvez fosse positivo incentivar essa formação a nível escolar. Forneça-se aos jovens, uma adequada e fiável educação para a saúde e serviços de saúde sexual e reprodutiva, acessíveis e de qualidade, garantindo-lhes o direito à privacidade, sigilo e confidencialidade. Os jovens precisam de melhor informação e educação sexual, para poderem fazer as suas próprias escolhas de maneira mais saudável. A educação afectivo-sexual é, um direito de crianças e jovens, um dever da família, da escola, da sociedade e dos serviços de saúde, aqui particularmente dos enfermeiros dos CSP.
- Adolescência: sexualidade, biologia, sensualidade e amor!...Publication . Brás, Manuel AlbertoElegemos, como tema central a sexualidade na adolescência, pela importância que a mesma, representa no desenvolvimento dos jovens adolescentes, na exacta medida em que é um dos domínios, em que de forma muito vincada, se encontram entrelaçados aspectos de ordem biológica, psicológica e sócio-cultural, cuja influência é determinante de atitudes e comportamentos, referindo-se ao modo como cada um se relaciona consigo e com os outros, na procura de amor e intimidade. A sexualidade, faz parte integrante da vida e da identidade pessoal, assim uma sexualidade harmoniosa e satisfatória, passa a ser uma valência fundamental no moderno conceito de saúde. Não fazendo realmente sentido, conceber hoje, um estado de completo bem-estar físico, psíquico e social sem uma vida sexual gratificante.
- Adolescentes de escolas secundárias do norte de Portugal: comportamentos face à sexualidadePublication . Brás, Maria de Fátima; Brás, Manuel Alberto; Machado, Dora; Morais, Ana Maria Vales de SáA escassa informação sexual que os adolescentes possuem, tem frequentemente muitas lacunas o que vem aumentar as dificuldades dos jovens no que toca às escolhas sobre sexualidade. Maximizar os conhecimentos dos jovens sobre a sexualidade, disponibilizar recursos, sentido de autonomia e confiança, de forma a capacitá-los para assumirem o comando da gestão dos meios que possuem e estão ao seu alcance, modificando assim os seus comportamentos levando à prevenção da doença, diminuindo os gastos em saúde. Com o objetivo de procurar analisar os, comportamentos dos adolescentes face à sexualidade, desenvolveu-se um estudo descritivo, correlacional e transversal, de natureza quantitativa. Como instrumento de colheita de dados, foi usado o questionário. A amostra abrange 303 adolescentes a frequentarem o ensino secundário de quatro escolas do distrito de Bragança. Quando inquiridos sobre a existência de uma idade ideal para iniciar a vida sexual, a maioria dos rapazes (54%) e das raparigas (58,2%) dizem que não existe essa idade
- Os adolescentes e a sexualidade: assuntos da procura dos cuidados de saúde primáriosPublication . Brás, Manuel Alberto; Anes, Eugénia; Praça, Maria Isabel Fernandes; Brás, Maria de FátimaProcuramos conhecer as questões colocadas pelos adolescentes aos enfermeiros dos cuidados de saúde primários, no sentido de facilitar a tomada de decisão e intervenção ao nível de uma sexualidade saudável. Desenvolvemos, um estudo descritivo, exploratório e transversal, em 1735 enfermeiros de 226 Centros de Saúde, das 18 Sub-regiões de Saúde e 2 Secretarias Regionais da Madeira e Açores. Dos 1735 participantes no nosso estudo (93,3%) dos enfermeiros inquiridos são do sexo feminino, e (6,7%) são do sexo masculino. A idade varia entre 22 e 68 anos, com uma moda de 39 anos, média de 37,3 anos e um desvio padrão de 9,2. A maioria vivem em meio urbano (54,1%) e em meio rural vivem 45,9%. Vivem no interior 46,3%, no litoral 46,2%, na ilha da Madeira 4,2% e na ilha dos Açores 3,3%. Os assuntos colocados com maior frequência são a contracepção (48,4%), as doenças sexualmente transmissíveis (21,7%) e a sexualidade (19,8%). Constatamos existir relação entre os assuntos colocados com maior frequência e as variáveis socio-demográficas a idade, o sexo e a zona de residência.
- Adolescentes: comportamentos face à sexualidadePublication . Brás, Maria de Fátima ; Brás, Manuel Alberto; Machado, Dora; Morais, Ana Maria Vales de SáA adolescência é um período em que há transformações profundas no corpo, nas relações com os pais e com os outros, em há dificuldades e conflitos relacionados com todas estas transformações, mas também o risco de ideias, experiencias, sonhos e projetos. No comportamento afetivo e sexual das raparigas é frequente estas apresentarem uma atividade sexual menor que a dos rapazes, pela maior culpabilidade e maiores consequências diretas em relação a atividade sexual
- Adolescentes: comportamentos face à sexualidade!Publication . Brás, Maria de Fátima; Brás, Manuel Alberto; Ribeiro, Dora; Morais, Ana Maria Vales de Sá: A adolescência é o período da vida em que já não se é criança, mas ainda não se é adulto. É um período em que há transformações profundas no corpo, nas relações com os pais e com as outras pessoas, em que há dificuldades e conflitos relacionados com todas estas transformações, mas também é rico em ideias, experiências, sonhos e projetos. No comportamento afetivo e sexual das raparigas é frequente estas apresentarem uma atividade sexual menor que a dos rapazes, pela maior culpabilidade e maiores consequências diretas em relação à atividade sexual.
- Ansiedade em familiares de utentes institucionalizadosPublication . Antão, Joana Margarida Vicente; Lage, Flávia; Fernandes, Adília; Brás, Manuel Alberto; Mata, Maria AugustaConclui-se que institucionalização afeta ao nível da ansiedade os familiares dos Utentes Institucionalizados. Perante estes resultados verifica-se a necessidade da inclusão da família no plano de intervenção multidisciplinar das instituições
- Apoio à família no processo terapêutico do doente esquizofrénicoPublication . Neto, Alexandra; Anes, Eugénia; Brás, Manuel Alberto; Geraldes, Maria de Fátima; Praça, Maria Isabel FernandesA doença mental está ainda hoje carregada de crenças e preconceitos, devidas essencialmente ao medo do desconhecido, verificado na abordagem familiar, muitas vezes sem conhecimentos e preparação, principalmente quando se fala de esquizofrenia. A esquizofrenia é uma perturbação mental grave caracterizada por uma perda de contacto com a realidade, alucinações, delírios, pensamento anormal e alteração do funcionamento social e laboral. Esta é uma condição, que na maioria das vezes, deixa a família perplexa, sem saber como agir perante este diagnóstico. As doenças mentais, afetam países ricos e pobres que, pela sua duração evoluem para a cronicidade. De acordo com a pesquisa efetuada, a esquizofrenia atinge diretamente cerca de 0,7-1% da população, tem um curso variável, ocorrendo a recuperação sintomática e social em apenas cerca de 25% a 30% dos casos. É fulcral promover informação, esclarecendo e educando a família no sentido de diminuir o estigma social e promover o sucesso do tratamento e qualidade de vida destes doentes. Este estudo pretendeu constituir um contributo para sensibilização dos enfermeiros face à importância do apoio prestado à família, que desempenha um papel ativo no processo terapêutico do doente esquizofrénico. Desenvolveu-se uma investigação de natureza qualitativa do tipo exploratório-descritivo, com recurso à aplicação de questionários aos Enfermeiros de um Departamento de Saúde Mental e Psiquiátrica, para avaliar a sua atuação em relação ao apoio prestado aos familiares dos doentes internados. Nos conteúdos de esclarecimento sobre o tratamento foram evidenciados, os direitos e deveres dos doentes, a adesão e os efeitos adversos da terapêutica, o controlo de crises e terapias complementares. Relativamente aos apoios na comunidade para com o doente e família, os resultados mostram alguma falta de recursos humanos, necessários para dar resposta às necessidades manifestadas ao nível do apoio e intervenção face à reinserção social. Sendo os enfermeiros os principais agentes promotores de saúde e responsáveis pelo fornecimento de informação esclarecida, este estudo é testemunho de que os altos índices de controlo encontrados, são resultado da intervenção dos profissionais de enfermagem junto das famílias destes doentes.
