ESTiG - Resumos Indexados à WoS/Scopus
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Percorrer ESTiG - Resumos Indexados à WoS/Scopus por autor "Carvalho, Márcio"
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- Inclusion of bim methodology and open bim workflow in small engineering project officesPublication . Carvalho, Márcio; Oliveira, Rui; Rodrigues, HugoDevido às exigências técnicas e à crescente evolução das tecnologias no desenvolvimento de projetos de especialidades de engenharia, o BIM (Building Information Modeling) viu-se como uma ferramenta de enorme potencial de utilização. Porém para implementação desta metodologia, ainda se encontram muitas lacunas, principalmente em gabinetes de projetos de pequena dimensão, onde o processo de mudança para essa “nova era” da informação na construção ainda não é totalmente acessível e facilitado. Ainda é um desafio com problemas inerentes relacionados como a especialização e formação das partes interessadas do setor e o próprio custo inicial de investimento. Porém esses problemas podem ser sanados com planeamento ajustado a longo prazo, além do próprio custo, tempo e qualidade nos projetos desenvolvidos, a par de seguimento das exigências de mercado ao nível das novas tecnologias. Mesmo os técnicos que operam em BIM sentem dificuldades na adequação e ajuste para modelos bidimensionais convencionais e até mesmo em formato papel, ainda exigidos pelas entidades de licenciamento. Assim como essas entidades, que também não estão ajustadas à evolução da tecnologia BIM, recebendo projetos sem as devidas informações nos modelos 3D. Este artigo aborda uma pesquisa bibliográfica detalhada relacionada com os problemas e dificuldades de implementação em gabinetes de projetos da tecnologia BIM, mais especificamente o conhecimento prático em alguns gabinetes de engenharia. Pretende-se demonstrar no artigo algumas alternativas e potenciais soluções para facilitar na adequação e implementação da metodologia BIM em gabinetes de projetos de pequena dimensão, especificamente na área de projetos de especialidades. Tenciona-se ainda propor um workflow que envolva os projetistas, os gabinetes e até as entidades de licenciamento, de modo que os modelos 3D desenvolvidos em BIM possam ser explorados ao máximo, buscando a redução nas perdas de recursos e de informações enquanto as entidades de licenciamento não se atualizam para a análise dos projetos em formato BIM.
