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Título: Acção do “efeito macho” sobre a actividade reprodutiva de ovelhas Churras Bragançanas e Suffolk submetidas a um regime luminoso de 16L:8E
Autor: Azevedo, Jorge
Correia, Teresa Montenegro
Valentim, Ramiro
Santos, Ana
Fontes, Paulo
Palavras-chave: Efeito macho
Tratamento luminoso
Raça Churra Galega Bragançana
Suffolk
Data: 1997
Editora: Escola Superior Agrária de Bragança, Associação Portuguesa de Engenheiros Zootécnicos
Citação: Azevedo, Jorge; Correia, Teresa; Valentim, Ramiro; Santos, Ana; Fontes, Paulo (1997) - Acção do “efeito macho” sobre a actividade reprodutiva de ovelhas Churras Bragançanas e Suffolk submetidas a um regime luminoso de 16L:8E. In VII Congresso de Zootecnia. Bragança
Resumo: Este ensaio foi realizado com o intuito de se proceder ao estudo da acção do “efeito macho” sobre a actividade reprodutiva de ovelhas das raças Churra Galega Bragançana e Suffolk, submetidas a um regime luminoso de 16L:8E. No início da Primavera de 1996, 36 ovelhas Churras Bragançanas e 36 ovelhas Suffolk, com idades compreendidas entre 1 e 5 anos, foram introduzidas nas instalações com controlo de luz da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e desde logo foram sujeitas a um regime luminoso de 16L:8E (que se manteve até ao fim do estudo). A actividade ovárica das ovelhas cíclicas foi sincronizada com recurso a esponjas vaginais contendo 40 mg de acetato de fluorgesterona (FGA). As ovelhas anéstricas foram previamente tratadas com esponjas vaginais impregnadas com 30 mg de FGA. Em ambos os casos, o tratamento progestagénico prolongou-se por 14 dias. No dia da remoção das esponjas vaginais, carneiros vasectomizados foram introduzidos junto das ovelhas, tendo aí permanecido até ao termo do ensaio. Após dois meses sob um regime luminoso de 16L:8E, a percentagem de ovelhas Suffolk que se encontravam em anestro sazonal era superior à das ovelhas Churras Bragançanas (81,5% vs. 64,7%). A percentagem de ovelhas Suffolk cíclicas que responderam ao tratamento foi superior à das ovelhas Churras Bragançanas cíclicas (100,0% vs. 58,3%). De modo inverso, a percentagem de ovelhas Suffolk anéstricas que responderam ao “efeito macho” foi inferior à das ovelhas Churras Bragançanas que se encontravam no mesmo estado fisiológico (18,2% vs. 63,6%). Entre as ovelhas Churras Bragançanas, a percentagem das que apresentaram actividade ovárica em resposta aos tratamentos foi estatisticamente igual nas cíclicas e nas anéstricas (58,3% vs. 63,6%). Pelo contrário, entre as ovelhas Suffolk as cíclicas responderam em maior percentagem à aplicação dos tratamentos (100,0% vs. 18,2%). Em ambas as raças, a resposta comportamental das ovelhas cíclicas foi inferior à das ovelhas anéstricas (Suffolk - 20,0% vs. 75,0%; Churras Bragançanas - 28,6% vs. 50,0%). Quando da primeira ovulação pós-tratamento, a taxa ovulatória média total das ovelhas Churras Bragançanas foi estatisticamente igual à das Suffolk (1,0±0,2 vs. 1,0±0,0).
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/6322
Aparece nas colecções:CA - Resumos em Proceedings Não Indexados ao ISI/Scopus

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