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Título: A pedregosidade como indicador do estado de degradação dos solos: modelo conceptual e sua aplicação a Trás-os-Montes, NE Portugal
Autor: Figueiredo, Tomás de
Fonseca, Felícia
Ferreira, António
Poesen, Jean
Gonçalves, Dionísio
Palavras-chave: Solos pedregosos
Degradação do solo
Processos geomorfológicos
Meteorização
Issue Date: 2010
Editora: Copicentro Granada
Citação: Figueiredo, Tomás; Fonseca, Felícia; Ferreira, António; Poesen, Juan; Gonçalves, Dionísio (2010) - A pedregosidade como indicador do estado de degradação dos solos: modelo conceptual e sua aplicação a Trás-os-Montes, NE Portugal. In IV Congresso Ibérico da Ciência do Solo. Granada. p. 129-130. ISBN 978-84-15026-39-6
Resumo: A pedregosidade dos solos é uma característica de avaliação complexa, em regra objecto de estimativas pouco fiáveis, e quantitativamente mal conhecida no seu significado e nos seus efeitos. Todavia, é uma característica incontornável na análise de processos pedológicos, geoquímicos e geomorfológicos. A abordagem integrada destes processos é rara e mais ainda quando centrada numa propriedade de importancia comparativa menor como é a pedregosidade. Em vastas áreas da Bacia Mediterrânica os solos são pedregosos. A pedregosidade é, na maior parte dos casos, apenas mais um elemento identificador do carácter marginal dessas áreas, em regra declivosas, de solos delgados e de baixa produtividade. Acresce que a estes se associa também elevado risco e/ou clara evidencia dos processos erosivos que os afectam. Com este trabalho pretende-se apresentar, discutir e explorar um modelo conceptual que integra o papel e significado da pedregosidade superficial dos solos. Em síntese, o modelo tem em conta o carácter selectivo dos processos erosivos, o efeito da pedregosidade na limitação desses processos, o contributo dos processos de meteorização e de formação do material originário dos solos na distribuição da pedregosidade no perfil, e os correspondentes efeitos de retro-alimentação. Do modelo, calibrado com base na informação contida na Carta de Solos do NE de Portugal, resulta a possibilidade de establecer o teor de elementos grosseiros de equilibrio para um certo ambiente geomorfológico e pedológico, e a correspondente taxa de perda de solo. Tomou-se portanto como referência na avaliação do estado de degradação dos solos nesta região. A exploração do modelo nesta perspectiva é contrastada com as avaliações constantes das cartas de risco de erosão. Os resultados desta comparação são apresentados e discutidos, revelando, em conclusão genérica que a degradação dos solos é mais notória nas áreas mais secas e quentes da região.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/4547
ISBN: 978-84-15026-39-6
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