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Título: Estereótipos acerca das pessoas idosas em estudantes do ensino superior, no distrito de Bragança
Outros títulos: Estereotipos sobre las personas mayores en estudiantes de enseñanza superior, en el distrito de Braganza
Autor: Magalhães, Carlos Pires
Palavras-chave: Estereótipos
Pessoas idosas
Velhice
Envelhecimento
Estudantes do ensino superior
Issue Date: 2008
Editora: Universidad de Extremadura. Departamento de Psicología y Antropología
Resumo: O presente estudo procurou investigar a existência de estereótipos acerca das pessoas idosas em estudantes do ensino superior, no distrito de Bragança. Para a sua concepção recorreu-se a metodologias quantitativas. Nesse sentido construiu-se um instrumento de colheita de dados, com base na vasta bibliografia e nos estudos já realizados neste âmbito. A amostra submetida a tratamento estatístico foi de 376 indivíduos. O instrumento revelou uma boa consistência interna. A análise descritiva e exploratória dos estereótipos evidencia, para o contexto espaciotemporal estudado, que uma elevada percentagem da amostra concorda com a totalidade dos estereótipos de orientação positiva e discorda da maioria dos estereótipos de orientação negativa. Estes resultados vão ao encontro dos objectivos preconizados pelo Plano de Acção Internacional apresentado em 2002 na II Assembleia Mundial para o Envelhecimento, e estão em consonância com o estudo de Rodriguez e Postigo (2004) e com Royo et al. (2006), que salientam a tendência actual para uma imagem mais positiva acerca da velhice. Apesar do predomínio da discordância, alguns dos estereótipos persistem, estes incluem-se na estereotipia de dependência e na estereotipia da decadência da imagem física. Com base no posicionamento das respostas da amostra aos 40 estereótipos, destacam-se 3 grupos de sujeitos correspondentes a distintos perfis de resposta. Das várias hipóteses traçadas em função das distintas variáveis independentes para a escala de estereótipos, constatou-se que «o sexo», «a idade», e «o residir ou não com idosos no local de proveniência», foram as que mais diferenças estatisticamente significativas apresentaram. Quanto aos coeficientes de envelhecimento percebido pela amostra para os distintos atributos, é visível a percepção de um declive descendente ao longo das décadas (50-90) para a maioria dos atributos das distintas dimensões (biopsicossociais), que seguem unicamente a perspectiva de unidireccionalidade própria do envelhecimento biológico. O cálculo das médias de envelhecimento percebido em função das variáveis independentes revelou pequeníssimas diferenças. Quanto à última hipótese, um coeficiente de envelhecimento percebido mais negativo nos atributos «dependência», «felicidade» e «solidão», para o grupo 50/70, e nos atributos «solidão», «saúde física» e «felicidade», para o grupo 70/90, corresponderá a pontuações mais elevadas na 2.ª dimensão obtida da análise factorial da escala de estereótipos (dimensão esta que mereceu maior concordância por parte da amostra, denominada dependência afectiva e atencional), mas a capacidade explicativa destes atributos é muito reduzida.
URI: http://hdl.handle.net/10198/4237
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