Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10198/17029
Título: Estudo da ilha de calor urbano de Bragança
Autor: Maia, Filipe
Gonçalves, Artur
Ribeiro, A.C.
Feliciano, Manuel
Palavras-chave: Ilha de calor
Clima urbano
Padrão espacial
Monitorização
Data: 2015
Editora: Instituto Politécnico de Bragança
Citação: Maia, Filipe; Gonçalves, Artur; Ribeiro, A.C.; Feliciano, Manuel (2015) - Estudo da ilha de calor urbano de Bragança. In Martins, Anabela (Coord.) II Encontro de Investigadores do Instituto Politécnico de Bragança: livro de resumos. Bragança: Instituto Politécnico. ISBN 978-972-745-179-1
Resumo: O constante crescimento das cidades tem levantado diversos problemas ambientais nos espaços urbanos. A construção em altura e o uso de materiais artificiais altera o escoamento atmosférico e o balanço energético, causando o conhecido Efeito de Ilha de Calor Urbano (EICU). Com o objetivo de avaliar o EICU na cidade de Bragança foi instalada uma rede de medição de temperatura e de humidade do ar, com 23 termo-higrómetros colocados em diferentes locais da cidade e no espaço rural, complementada com um estação meteorológica automática. Os resultados evidenciam a existência do EICU. No período de inverno, a intensidade do EICU atinge em média os 2ºC, embora tenham sido registados máximos na ordem dos 5ºC. Tal como seria de esperar, é na época de verão que se verificaram as maiores diferenças entre zonas urbanas e zonas rurais, sendo que a média sobe para os 3ºC nas zonas mais urbanizadas, onde se registam máximos na ordem dos 6ºC. Em ambos os casos, os picos de intensidade observaram-se predominantemente uma a duas horas antes do nascer do sol, em particular em dias de vento fraco. Este estudo aplicou ainda Funções Ortogonais Empíricas (FOE), de forma a identificar os principais padrões de variabilidade dos dados. A partir dos dados horários de todo o ano, o padrão espacial da primeira componente indica claramente a presença de anomalias positivas nas zonas urbanas e negativas nos pontos envolventes, esta componente contém cerca de 38% da variabilidade de todos os dados. A mesma análise baseada nas médias horárias, por época sazonal, evidencia o mesmo padrão espacial, sendo que no verão a série temporal da primeira componente apresenta valores de maior intensidade e cuja variabilidade representa 53.7 %. Estes resultados permitem afirmar que o primeiro modo de variabilidade corresponde ao EICU da cidade de Bragança.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/17029
ISBN: 978-972-745-179-1
Aparece nas colecções:CIMO - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
2014 EJI Livro de Resumos_Abstracts_Maia_etal.pdf174,75 kBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Degois 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.