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Título: Capacidade funcional e adesão ao regime terapêutico: a realidade de uma população idosa
Autor: Marcos, Alípio Augusto
Magalhães, Carlos Pires
Fernandes, Adília
Mata, Maria Augusta
Palavras-chave: Pessoa idosa
Capacidade funcional
Adesão terapêutica
Data: 2016
Editora: Instituto Politécnico de Bragança
Citação: Marcos, Alípio Augusto; Magalhães, Carlos Pires; Fernandes, Adília; Mata, Maria Augusta (2016) - Capacidade funcional e adesão ao regime terapêutico: a realidade de uma população idosa. In I Congresso Nacional de Ciências Biomédicas Laboratoriais. Bragança. p. 77-81. ISBN 978-972-745-219-4
Resumo: Em Portugal, nas últimas décadas, o aumento da esperança média de vida, o aumento do índice de envelhecimento, bem como do índice de longevidade, são uma realidade. Tendo por base os últimos censos realizados pelo Instituto Nacional de Estatística (lNE), entre 2001 e 2011, o índice de envelhecimento aumentou de 102,23 pessoas idosas por cada 100 jovens, para 127,8 (1). O concelho de Macedo de Cavaleiros constitui um dos concelhos com um envelhecimento demográfico exacerbado, pois em 2011 o índice de envelhecimento alcançou os 240 (2), acarretando preocupações, mas também desafios. o envelhecimento é um processo dinâmico e progressivo, responsável por alterações morfológicas, bioquímicas e psicológicas. Estas alterações contribuem para uma perda da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio ambiente e para a sua maior vulnerabilidade aos processos patológicos que acabam por tomá-lo dependente e leválo à morte (3). Em idades mais avançadas existe um maJor risco da presença de patologias, essencialmente de cariz crónica, sendo estas por enumeras vezes responsáveis, por um lado, pela necessidade de um maior consumo do número de medicamentos, por outro, por um aumento do grau de dependência da pessoa idosa nas atividades básicas de vida diária. As patologias crónicas podem representar um " ... alto custo na assistência à saúde, além de propiciarem o surgimento de complicações com grande interferência no grau de dependência e qualidade de vida das pessoas" (4). Vários estudos revelam que os utentes portadores de patologia crónlca são os que menos aderem à terapêutica (5). A Organização Mundial de Saúde considera como determinantes na adesão à terapêutica: os fatores econ6micos e sociais, o sistema de saúde, as características da doença, a terapêutica e o utente (6). Face ao anteriormente exposto, pretendeu-se neste este estudo avaliar a relação entre a adesão terapêutica e a capacidade funcional da pessoa idosa na realização das atividades de vida diária.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/14477
ISBN: 978-972-745-219-4
Aparece nas colecções:CE - Artigos em Proceedings Não Indexados ao ISI/Scopus

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