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Vegetação pratense de Portugal continental

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Resumo(s)

Este capítulo tem por objeto a vegetação herbácea natural e seminatural com interesse forrageiro, i. e., a vegetação pratense, o coberto vegetal que produz forragem herbácea consumível por herbívoros ruminantes. Pastagem e prado são dois termos de uso corrente em agronomia. Para evitar a sobreposição de conceitos, era conveniente corresponder a «pastagem» com pastizal e grassland e o «prado» com prado e meadow, das línguas castelhana e inglesa, respetivamente. A «pastagem» engloba todos os tipos de vegetação herbácea permanente pastável, não cortada para feno ou silagem, passivamente colonizada ou semeada com espécies indígenas ou alóctones, invadida, ou não, por plantas arbustivas, com a biomassa aérea seca e as plantas em dormência (espécies vivazes) ou sob a forma de semente (espécies anuais) no estio (mesoxerofilia). O termo «prado» aplica-se à vegetação pratense húmida (meso-higrófila) que se mantém verde durante grande parte da estação seca, e que produz biomassa suficiente para eventualmente ser fenada ou ensilada. A vegetação pratense diz-se seminatural se dependente de maneio humano (e. g., pastoreio e corte para feno) e constituída por flora indígena ou naturalizada (Allen et al., 2011) – os lameiros do Norte e Centro são o melhor exemplo de vegetação pratense seminatural no país.

Descrição

Palavras-chave

Fitossociologia Vegetação de Portugal Vegetação pratense Lameiros Herbivoria

Contexto Educativo

Citação

Ribeiro, Sílvia Aguiar, Carlos (2021). Vegetação pratense de Portugal continental. In Capelo, J.; Aguiar, C. (Eds.), Vegetação de Portugal. Lisboa: INCM, p. 183-199. ISBN 978-972-27-2879-9

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