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Publicação

Representação da velhice em enfermeiros

datacite.subject.fosCiências Sociaispt_PT
dc.contributor.authorMagalhães, Carlos Pires
dc.date.accessioned2019-12-13T16:11:55Z
dc.date.available2019-12-13T16:11:55Z
dc.date.issued2003
dc.date.submitted2003
dc.description.abstractO presente estudo investiga a representação social da velhice em enfermeiros. Procede-se à contextualização teórica das representações sociais e da velhice, aborda-se sinteticamente a origem e a evolução histórica da enfermagem, bem como a evolução do grupo socioprofissional dos enfermeiros em Portugal. Na concepção deste estudo, recorreu-se quer às metodologias qualitativas, quer às quantitativas. Foram analisados duzentos questionários aplicados a enfermeiros. Os resultados obtidos através da técnica de análise de conteúdo evidenciam maioritariamente uma imagem negativa acerca da velhice, socialmente partilhada e ancorada pelo grupo dos enfermeiros, descrita linguisticamente com termos como: solidão, doença, dependência, limitação física, morte, limitação psíquica, entre outros. Aquando da imaginação de distintos contextos, envolvendo idosos, verifica-se uma diversidade de representações e da sua ancoragem social, atribuindo distintas orientações ao objecto em estudo. Como critério de distinção da velhice, das outras etapas da vida, o tema “dependência” foi o tema mais referenciado pelos enfermeiros. Identificadas as dez principais categorias acerca da velhice, em enfermeiros, as mesmas foram respectivamente relacionadas com o “género” e com o facto de “residir ou não com idosos” dos inquiridos, concluindo-se que existe relação entre a menção do tema “limitação física” e o “género” e entre a menção do tema “dependência” e o facto de “residir ou não com idosos”. Muitas das categorias de orientação negativa, obtidas acerca da representação da velhice, em enfermeiros, são consideradas por vários autores (Brundtland, 1999; Pimentel, 2001; Rosa, 1987; entre outros) como crenças, mitos e estereótipos, a sua eliminação e o reforço de uma visão positiva acerca da velhice, permitiria elevar a qualidade dos cuidados que se prestam aos idosos, tal como nos referem Berger e Mailloux-Poireier (1995).pt_PT
dc.identifier.citationMagalhães, Carlos Pires (2003). Representação da velhice em enfermeiros. Porto: Universidade Fernando Pessoa. Tese de Mestrado em Psicologia
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/19935
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherUniversidade Fernando Pessoa
dc.subjectRepresentação Socialpt_PT
dc.subjectEnfermeirospt_PT
dc.subjectVelhicept_PT
dc.subjectEstereótipospt_PT
dc.titleRepresentação da velhice em enfermeirospt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
person.familyNameMagalhães
person.givenNameCarlos Pires
person.identifier.ciencia-idF515-7F7C-C3DB
person.identifier.orcid0000-0003-0170-8062
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
relation.isAuthorOfPublication032ca57f-1375-46c3-9675-ddb464d9798c
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery032ca57f-1375-46c3-9675-ddb464d9798c
thesis.degree.nameMestrado em Psicologiapt_PT

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