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Variação da escala visual analógica na consulta (dor crónica) no Nordeste Transmontano

dc.contributor.authorPerdigoto, Paula Alexandra Bordelo
dc.contributor.authorMonte, Paula
dc.contributor.authorMartins, Matilde
dc.date.accessioned2018-12-05T15:54:43Z
dc.date.available2018-12-05T15:54:43Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractA OMS estima que cerca de 30% da população mundial apresenta dor crónica. A DGS refere a “Dor como 5º Sinal Vital”, pelo que o seu controlo é um direito dos doentes e um dever dos profissionais de saúde. Sendo de boa prática o seu registo sistémico, através do Instrumento de Autoavaliação de Dor - Escala Visual Analógica (EVA). Objectivo: avaliar a variação da escala EVA em doentes seguidos na Consulta da Dor Crónica da Unidade Local de Saúde do Nordeste. Metodologia: É um estudo descritivo e transversal, com recurso aos dados registados, no processo clinico, pelo Médico Anestesiologista entre 2014-2017. Apresentação e discussão dos Resultados: Obteve-se uma amostra de 271 doentes, num total de 995 consultas. A média de idade dos participantes do estudo é 64,4 anos (desvio padrão de 15,6 anos), com um mínimo de 17 e máximo de 97 anos. Maioritariamente do género feminino (N=198;73%), pois recorrem mais frequentemente a cuidados de saúde. A maioria dos doentes realizaram até 4 consultas, com predomínio de uma a duas por doente (N=122; 45%). Explica-se pelo controlo da situação em causa, pelas desistências ou por causas ainda não identificadas. Provenientes do Concelho de Macedo de Cavaleiros (N=73;27%). Seguidos de Bragança (N=62; 23%). Devido à sua proximidade com o local de consulta (MC) e porque são os concelhos mais populosos como indicaram os censos 2011. Distribuição em Médias para a escala EVA durante as consultas. Tivemos presente a Hipótese de que a Dor na primeira consulta seria a mesma que na última (Hipótese de Diferença = zero), a qual foi rejeitada. Observou-se que a Dor Crónica Mista (N=119;44%) foi a mais frequente. Cardoso (2014) refere que esta é a mais descrita, como sendo a mais comum na prática clínica. Os opióides Buprenorfina/Fentanil (N=195;49%/N=71;18%) como terapia medicamentosa foram os mais utilizados no controlo da Dor Crónica. Seguindo-se os analgésicos/anti-inflamatórios, é de destacar o Vimovo (Naproxeno/Esomeprazol) com (N=70;45%). Realizadas técnicas invasivas pelo anestesista em 116 doentes com intuito de tratamento e melhoria nas causas da dor crónica, sendo só um tipo de Infiltração (N=116; 80%) a mais frequente. A Acupuntura/Tratamento Termal foram a terapia adjuvante (N=118;44%/N=115;42%) mais recomendada/efetuada. Conclusão: Em resumo, os doentes seguidos na consulta de dor crónica são maioritariamente idosos, do género feminino e com dor crónica mista, necessitando para controlo da dor de intervenções associadas, farmacológica e coadjuvantes. Existe uma variação da escala consoante o número das consultas, o tipo de dor e a terapêutica medicamentosa/adjuvante. Observa-se uma predominância de uma ou duas consultas por doente, num total de 995 consultas. A média da escala EVA na primeira avaliação foi de 6 valores com desvio padrão de 2, e na final foi distinto o teste t studant demonstrou existir diferenças significativas na variação da dor entre a primeira e a última avaliação. Sugerimos o encaminhamento precoce destes doentes para a consulta de dor e a realização de outros estudos que sustentam a eficácia das terapêuticas no alívio da dor.pt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationPerdigoto, Paula Alexandra Bordelo; Monte, Ana Paula; Martins, Matilde (2017). Variação da escala visual analógica na consulta (dor crónica) no Nordeste Transmontano. In V Encontro de Investigadores do Instituto Politécnico de Bragança. Bragançapt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/18254
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.titleVariação da escala visual analógica na consulta (dor crónica) no Nordeste Transmontanopt_PT
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceBragançapt_PT
oaire.citation.titleEncontro de jovens investigadores do IPB 2017pt_PT
person.familyNameSilva Martins
person.givenNameMatilde Delmina
person.identifier.ciencia-id8512-BB32-73C5
person.identifier.orcid0000-0003-2656-5897
person.identifier.scopus-author-id55293441900
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typeconferenceObjectpt_PT
relation.isAuthorOfPublication8a357d2f-d378-430e-a3cd-007922f1a068
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