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A remoção do inóculo de Cryphonectria parasitica na sustentabilidade dos soutos

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Cryphonectria parasitica (Murrill) Barr. fungo associado ao cancro do castanheiro foi detectado pela primeira vez em Itália em 1938. Motivou grande preocupação em toda a Europa uma vez que o fungo evidenciou elevada agressividade em Castanea sativa. Em Portugal os prejuízos associados a esta doença foram noticiados apenas a partir de 1989. A partir de então o avanço da doença foi muito rápido, com estimativas de 6 % de árvores doentes na região de Trás-os-Montes. Com o objectivo de avaliar a eficácia da remoção dos cancros por excisão e/ou corte dos ramos, método utilizado no programa de erradicação desta doença, e avaliar o seu efeito na recuperação das árvores, realizaram-se ensaios num souto localizado em Parada–Bragança. Os resultados de 3 anos de observações evidenciam a eficácia da excisão dos cancros como método de remoção de inóculo apresentando no entanto uma acção limitada na recuperação das árvores. A presença de inóculo na área envolvente constitui um factor preponderante no aparecimento de novas infecções. Para que o efeito da remoção do inóculo possa contribuir para a recuperação das árvores e conter a dispersão da doença as acções de erradicação devem ser concretizadas em toda a extensão do foco da doença.

Descrição

Palavras-chave

Cancro do castanheiro Castanea sativa Erradicação

Contexto Educativo

Citação

Gouveia, Maria Eugénia; Coelho, Valentim (2005). A remoção do inóculo de Cryphonectria parasitica na sustentabilidade dos soutos. In Actas Portuguesas de Horticultura. Porto: Associação Portuguesa de Horticultura. p. 99-104. ISBN 972-8936-00-1

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