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Quem vê riscas amarelas não vê genes: um estudo sobre poluição genética e sua relação com a cor abdominal na abelha ibérica (Apis mellifera iberiensis) e abelha negra (Apis mellifera mellifera)

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Resumo(s)

A identificação dos diferentes tipos de abelhas (raças ou subespécies) pode ser feita por marcadores morfológicos, tais como a cor do abdómen, a venação das asas e o tamanho de algumas estruturas do corpo (por exemplo: proboscis, fémur, tíbia), como também por marcadores moleculares. Apesar de os marcadores moleculares terem vindo a substituir os morfológicos nas últimas décadas, quando os apicultores querem manter um determinado tipo de abelha os marcadores morfológicos são, normalmente, os mais utilizados, pois são mais fáceis de aplicar e mais baratos. Entre as diferentes características morfológicas que podem ser usadas, a cor abdominal é sem dúvida a mais fácil de aplicar, pois basta uma avaliação visual da rainha e/ou de vários indivíduos da colónia.

Descrição

Palavras-chave

Apis mellifera iberiensis Apis mellifera mellifera Poluição genética Cor abdominal SNPs

Contexto Educativo

Citação

Henriques, Dora; Lopes, Ana R.; Ferrari, Roberto; Neves, Cátia J.; Quaresma, Andreia; Browne, Keith A.; McCormack, Grace P.; Pinto, M. Alice (2020). Quem vê riscas amarelas não vê genes: um estudo sobre poluição genética e sua relação com a cor abdominal na abelha ibérica (Apis mellifera iberiensis) e abelha negra (Apis mellifera mellifera). O Apicultor. ISSN 0873-2981. 28:109, p. 9-13

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