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Abstract(s)
Cryphonectria parasitica, the causal agent of chestnut blight, causes necrotic lesions (cankers) on the bark of stems and branches of susceptible host trees leading to wilting of the plant part distal to the infection. Cryphonectria hypovirus 1 (CHV1) infects C. parasitica and reduces the fungus virulence (hypovirulence). The interaction between C. parasitica and CHV1 has been studied intensively at the molecular level. In addition to the reduced virulence the CHV1 infected strains also display other phenotypic symptoms, including reduced pigmentation and sporulation. It has been shown that CHV1 generates these phenotypic changes by interfering with parasitic sign transduction pathways. After infection and mycelium spread, wound periderm formation is continuously inhibited in susceptible chestnut species because the advancing mycelial fans stop the host cells by means of toxins and cell wallādegrading enzymes. The oxalic acid is one of the metabolites which is associated in this process. It has a toxic effect on host cells and is creted by C. parasitica at the advancing edge of the infection. The objectives of this work were to evaluate the oxalic acid production, in microbiological culture medium of wild type virulent C. parasitica and in hypovirulent isogenic strains. The evaluation of the virulence of C. parasitica, virulent and hypovirulent isolates was performed by inoculation in young branches of C. sativa. This method allows us to characterize the degree of virulence of six virulent isolates; Cast13, VBC02, Cast26, Cast13, Cast17, Cast 07, VDP 11 and hypovirulent converted by RBB 111. Determination of oxalic acid by spectrophotometry allows us to evaluate production of oxalic acid in each virulent isolate and their converted ones.
Cryphonectria parasitica, o agente causal do cancro do castanheiro, causa lesƵes necróticas (cancros) na casca dos ramos e troncos das Ć”rvores hospedeiras suscetĆveis, levando Ć morte da parte da planta distal Ć infeção. Cryphonectria hypovirus 1 (CHV1) infeta C. parasitica e reduz a virulĆŖncia do fungo (hipovirulĆŖncia). A interação entre C. parasitica e CHV1 foi estudada intensamente ao nĆvel molecular. AlĆ©m de virulĆŖncia reduzida as estirpes de C. parasitica infetadas por CHV1 tambĆ©m apresentam alteraƧƵes fenotĆpicas, incluindo pigmentação e esporulação reduzidas. Foi demonstrado que o CHV1 atua nessas mudanƧas fenotĆpicas interferindo nas vias de transdução do fungo parasita. Após a infeção e a colonização dos tecidos pelo micĆ©lio do fungo, a formação da periderme da ferida Ć© continuamente inibida em espĆ©cies de castanheiro suscetĆveis porque o micĆ©lio produz toxinas e enzimas que degradam a parede celular. O Ć”cido oxĆ”lico Ć© um dos metabolitos que estĆ” associado a este processo tendo um efeito tóxico nas cĆ©lulas hospedeiras e sendo excretado por C. parasitica no inĆcio do processo de infeção. Os objetivos deste trabalho foram avaliar a produção de Ć”cido oxĆ”lico em isolados virulentos e hipovirulentos isogĆ©nicos de C. parasitica em meio de cultura microbiológico. A avaliação da virulĆŖncia dos isolados virulentos e hipovirulentos de C. parasitica foi realizada por inoculação em ramos de C. sativa. Este mĆ©todo permitiu caracterizar o grau de virulĆŖncia de seis isolados virulentos; Cast13, VBC02, Cast26, Cast13, Cast17, Cast 07, VDP11 e dos isolados hipovirulento convertidos por RBB 111. A determinação do Ć”cido oxĆ”lico por espectrofotometria permitiu avaliar a produção de Ć”cido oxĆ”lico nos isolado virulentos e nos correspondentes isolados hipovirulentos convertidos.
Cryphonectria parasitica, o agente causal do cancro do castanheiro, causa lesƵes necróticas (cancros) na casca dos ramos e troncos das Ć”rvores hospedeiras suscetĆveis, levando Ć morte da parte da planta distal Ć infeção. Cryphonectria hypovirus 1 (CHV1) infeta C. parasitica e reduz a virulĆŖncia do fungo (hipovirulĆŖncia). A interação entre C. parasitica e CHV1 foi estudada intensamente ao nĆvel molecular. AlĆ©m de virulĆŖncia reduzida as estirpes de C. parasitica infetadas por CHV1 tambĆ©m apresentam alteraƧƵes fenotĆpicas, incluindo pigmentação e esporulação reduzidas. Foi demonstrado que o CHV1 atua nessas mudanƧas fenotĆpicas interferindo nas vias de transdução do fungo parasita. Após a infeção e a colonização dos tecidos pelo micĆ©lio do fungo, a formação da periderme da ferida Ć© continuamente inibida em espĆ©cies de castanheiro suscetĆveis porque o micĆ©lio produz toxinas e enzimas que degradam a parede celular. O Ć”cido oxĆ”lico Ć© um dos metabolitos que estĆ” associado a este processo tendo um efeito tóxico nas cĆ©lulas hospedeiras e sendo excretado por C. parasitica no inĆcio do processo de infeção. Os objetivos deste trabalho foram avaliar a produção de Ć”cido oxĆ”lico em isolados virulentos e hipovirulentos isogĆ©nicos de C. parasitica em meio de cultura microbiológico. A avaliação da virulĆŖncia dos isolados virulentos e hipovirulentos de C. parasitica foi realizada por inoculação em ramos de C. sativa. Este mĆ©todo permitiu caracterizar o grau de virulĆŖncia de seis isolados virulentos; Cast13, VBC02, Cast26, Cast13, Cast17, Cast 07, VDP11 e dos isolados hipovirulento convertidos por RBB 111. A determinação do Ć”cido oxĆ”lico por espectrofotometria permitiu avaliar a produção de Ć”cido oxĆ”lico nos isolado virulentos e nos correspondentes isolados hipovirulentos convertidos.
Description
Mestrado de dupla diplomação com a University Hassiba Benbouali Chlef
Keywords
Chestnut blight Cryphonectria parasitica Cryphonectria hypovirus 1 Hypovirulence Oxaloacetate acethylhydrolase activity Oxalic acid
