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No âmbito da protecção das culturas, a vegetação espontânea deve ser vista como um problema sanitário crónico, na medida em que todos os anos sem excepção é necessário estabelecer medidas para o seu combate. Em culturas perenes, como a vinha e o olival, as infestantes competem pelos recursos, designadamente pela água e nutrientes. Adicionalmente podem modificar o microclima junto à canópia, com agravamento de outros problemas sanitários, e serem hospedeiros de organismos nocivos, se bem que também de organismos auxiliares.
As infestantes são habitualmente combatidas por processos mecânicos, com mobilizações e/ou através do corte, ou recorrendo ao uso de herbicidas. Outros métodos, como o uso de chama, vapor de água quente ou radiação infravermelha, não têm ainda condições para se generalizarem, por serem métodos caros e/ou de reduzida eficácia no combate às infestantes.
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Citation
Rodrigues, Manuel; Cordeiro, Alexandra; Arrobas, Margarida (2010). Gestão da vegetação herbácea em vinha e olival. Oleavitis 4, p. 12-15
Publisher
IFE - International Faculty for Executives