Publication
A cidadania da criança: da submissão à participação ativa e responsável
dc.contributor.author | Freire-Ribeiro, Ilda | |
dc.date.accessioned | 2012-09-07T08:30:53Z | |
dc.date.available | 2012-09-07T08:30:53Z | |
dc.date.issued | 2011 | |
dc.description.abstract | O descobrimento da infância, dos seus direitos, das suas reais necessidades é um assunto que continua a apaixonar inúmeros investigadores que se preocupam com o lugar da criança no seio da sociedade. Uma incursão ao interior da história revela-nos diferentes e por vezes até invulgares olhares que marcaram o posicionamento dos adultos para com os seus menores, congruentemente com a especificidade que é atribuída à infância em épocas particulares. A representação contemporânea da infância é consequência das modificações e transformações que se produziram ao longo do tempo acompanhando todas as evoluções e ideologias. Com a democratização das sociedades foi reposicionado o lugar do homem na sociedade bem como o da criança. É certo que este foi um longo processo, cheio de obstáculos e entraves, mas pensamos que foi possível. O percurso passa por diversas etapas, desde a criança submissa até à criança-cidadã. O lugar que a criança ocupava na sociedade, na família e a sua relação com os adultos apresentava-se de variadas formas, algumas delas bem contraditórias. Concomitantemente, a educação que era seleccionada para a criança, divergia em função do género. Tradicionalmente era através da participação na vida comum e de imitação dos adultos, que a criança aprendia os costumes, os comportamentos, os direitos e as proibições que a faziam adaptar-se ao meio familiar e social. Tradicionalmente, as relações existentes entre adultos e crianças estavam imbuídas pelo carácter patriarcal da família, estando os interesses da criança relegados para segundo plano. Tradicionalmente, a cidadania era delegada ao homem da casa, adulto e livre, sendo excluídos as mulheres, os escravos e as crianças. Segundo Sarmento, Soares e Tomás (s.d) as crianças eram excluídas do ato de exercer a sua cidadania essencialmente pela sua idade e pelas características bio-psicológicas que lhe eram inerentes, como a sua imaturidade, vulnerabilidade e outras consideradas essenciais à participação democrática e ativa na sociedade. Tradicionalmente o ser criança ficou na escuridão, sem fala, sem direitos e sem atenção. | por |
dc.identifier.citation | Freire Ribeiro, Ilda (2011). A cidadania da criança: da submissão à participação ativa e responsável. In V Encontro do CIED_ Escola e Comunidade. Lisboa | por |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10198/7455 | |
dc.language.iso | por | por |
dc.peerreviewed | yes | por |
dc.publisher | Escola Superior de Educação de Lisboa | por |
dc.subject | Cidadania | por |
dc.subject | Participação | por |
dc.subject | Infância | por |
dc.title | A cidadania da criança: da submissão à participação ativa e responsável | por |
dc.type | conference object | |
dspace.entity.type | Publication | |
oaire.citation.conferencePlace | Escola Superior de Educação de Lisboa | por |
oaire.citation.title | V Encontro do CIED_ Escola e Comunidade | por |
person.familyName | Freire-Ribeiro | |
person.givenName | Ilda | |
person.identifier.ciencia-id | FE11-3595-39C3 | |
person.identifier.orcid | 0000-0003-1033-8614 | |
rcaap.rights | openAccess | por |
rcaap.type | conferenceObject | por |
relation.isAuthorOfPublication | 616187f8-35a2-4cdf-8448-e0590578502e | |
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery | 616187f8-35a2-4cdf-8448-e0590578502e |