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Publicação

Romantizar ou Não Romantizar: O Equilíbrio Precário entre Objetividade e Subjetividade nos Textos de Audiodescrição

datacite.subject.fosHumanidades
datacite.subject.sdg10:Reduzir as Desigualdades
dc.contributor.authorFreitas, Ingrid Souza
dc.contributor.authorMartins, Cláudia
dc.date.accessioned2026-06-18T09:57:40Z
dc.date.available2026-06-18T09:57:40Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractCom o aumento da visibilidade de grupos minoritários, nomeadamente, pessoas com deficiência sensorial em espaços culturais, tradutores deparam-se frequentemente com paradoxos linguísticos aquando da construção textual. A audiodescrição, uma das modalidades sustentadas pelos princípios da Tradução Audiovisual e que objetiva incluir pessoas cegas ou com baixa visão em contextos artístico-culturais, é caracterizada por Motta & Romeu (2010) como ―uma atividade de mediação linguística (…) que transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escola (p. 11). No âmbito museológico, reflete-se muito sobre a objetividade versus subjetividade nos textos, baseando-se na ideia de uma descrição simples e objetiva e, ao mesmo tempo, com uma narração rica em detalhes, capazes de recriar na imaginação o que está a ser descrito. O uso de uma linguagem mais objetiva é proposto por Axel et al. (1996) no guia Art Beyond Sight, onde refere a importância de uma ―linguagem clara e precisa‖. Esta ideia sobrepõe a ideia contrária de tornar o texto mais poético e vívido, empregando Pujol & Orero (2007) o recurso estilístico ekphrasis, onde utiliza-se uma descrição gráfica e dramática da obra. Neves (2008) aborda também a ideia de sound painting, conceito em que reforça a concepção de transformar imagens em palavras, a partir do uso de uma linguagem mais subjetiva, ―romantizando a descrição. A partir das perspectivas apresentadas, este trabalho pretende refletir sobre o uso dos diferentes estilos da escrita e o equilíbrio que o tradutor/audiodescritor deve encontrar face às questões linguísticas na composição de um texto.por
dc.identifier.citationFreitas, Ingrid Souza; Martins, Cláudia (2021). Romantizar ou Não Romantizar: O Equilíbrio Precário entre Objetividade e Subjetividade nos Textos de Audiodescrição. In Anais do II Colóquio Discurso e Práticas Culturais. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará. p. 657-668. ISSN 2764-0132
dc.identifier.issn2764-0132
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/36903
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.publisherUniversidade Federal do Ceará
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectTradução Audiovisual
dc.subjectAcessibilidade Cultural
dc.subjectAudiodescrição: Objetividade
dc.subjectSubjetividade
dc.titleRomantizar ou Não Romantizar: O Equilíbrio Precário entre Objetividade e Subjetividade nos Textos de Audiodescriçãopor
dc.typeconference paper
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferenceDate2021
oaire.citation.conferencePlaceFortaleza
oaire.citation.endPage668
oaire.citation.startPage657
oaire.citation.titleAnais do II Colóquio Discurso e Práticas Culturais
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85
person.familyNameMartins
person.givenNameCláudia
person.identifier.ciencia-id5E13-B7EA-F261
person.identifier.orcid0000-0002-3388-2340
person.identifier.scopus-author-id57214068155
relation.isAuthorOfPublication4be85f99-b17e-4516-ae3d-b35381902076
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery4be85f99-b17e-4516-ae3d-b35381902076

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