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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O professor João do Amaral Franco, botânico/agrónomo
e ilustre professor do Instituto Superior de Agronomia,
na última versão das «Zonas Fitogeográficas
Predominantes em Portugal Continental», repartiu
TrásosMontes
por quatro unidades: (i) Terra Quente,
(ii) Terra Fria, (iii) Nordeste Ultrabásico e (iv) Nordeste
Leonês (Franco, 1996). A Terra Quente coincide com o
andar de vegetação mesomediterrânico – o andar dos
carvalhos perenifólios (azinheira e sobreiro) ou semicaducifólios
(Quercus faginea s. l.) (volume IV). A Terra Fria
situase
acima da Terra Quente, em altitudes superiores
a 650750
m consoante a exposição, no andar supramediterrânico
(pontualmente supratemperado) – coincide
com o domínio climácico do carvalhonegral
(Quercus
pyrenaica). O Nordeste Ultrabásico integra os afloramentos
de rochas ultramáficas. O Nordeste Leonês é
uma Terra Fria com uma flora peculiar.
Descrição
Palavras-chave
Vegetação de Portugal Sítios de interesse Botânico Serra de Montesinho Flora de Portugal Fitossociologia
Contexto Educativo
Citação
Aguiar, Carlos (2020). Nordeste leonês: a Serra de Montesinho. In Porto, M. (ed.) Sítios de Interesse Botânico de Portugal Continental. Lisboa: INCM, p. 135-141. ISBN 978-972-27-2878-2
