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Aplicação de hidrolisados de proteína em caldas foliares

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Os hidrolisados de proteína e diversos outros compostos azotados extraídos de subprodutos de origem animal ou vegetal têm vindo a ter uma presença crescente na alimentação humana e nas rações para animais, bem como em produtos para a nutrição das plantas. As versões comerciais mais comuns destinadas à nutrição vegetal surgem como produtos ricos em aminoácidos livres e péptidos, e são sobretudo recomendados para aplicação foliar, embora alguns sejam também recomendados para fertirrega e hidroponia. A gama presente no mercado é extensa e de composição por vezes muito complexa, uma vez que os produtos comerciais contendo aminoácidos resultam frequentemente de misturas de hidrolisados de proteína com extratos de algas e micronutrientes. Destes produtos espera-se sobretudo um efeito “bioestimulante nas plantas”, com múltiplos benefícios potenciais para os processos fisiológicos, que possam conduzir a aumentos de produtividade e/ou qualidade dos produtos agrícolas. Contudo, a bibliografia internacional reporta também muitos fracassos com a utilização deste tipo de produtos, pelo que dispor de mais informação experimental é muito importante para se poder dar alguma orientação ao setor produtivo.

Descrição

Palavras-chave

Aminoácidos Frutos secos Hidrolisados de proteína

Contexto Educativo

Citação

Rodrigues, M.A.; Correia, Carlos; Arrobas, Margarida (2022). Aplicação de hidrolisados de proteína em caldas foliares. In Manual de Boas Práticas Gestão do Solo e da Água em Espécies Produtoras de Frutos Secos. Bragança: CNCFS, p. 87-91. ISBN 978-989-54993-3-5

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Editora

CNCFS - Centro Nacional de Competências para os Frutos Secos

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