Orientador(es)
Resumo(s)
A dor, enquanto fenómeno clínico
e epidemiológico, produz significativas
repercussões, tanto na perceção do
estado de saúde/doença de cada pessoa
como ser singular bem como, assinaláveis
ressonâncias no domínio dos seus padrões
de vida diária - familiar, económico e
social (Santos et al., 2014). Os mesmos
autores enfatizam que a dor “ é uma das
mais íntimas e exclusivas sensações
experimentadas pelo ser humano,
envolvendo vários componentes; embora
uma pessoa consiga sobreviver com dor,
ela interfere no seu bem-estar, nas relações
sociais e familiares, influenciando assim a
sua qualidade de vida” (p.35). O conceito
de dor pode ser de difícil determinação,
sendo genericamente instituída e aceite
a noção de que representa uma entidade
sensorial difusa e complexa, abrangendo
componentes emocionais, sensoriais,
ambientais, cognitivas e culturais. Aduz-se
que daí resulta ser um fenómeno altamente
subjetivo, complexo e multidimensional,
com subjacente dificuldade em defini-la,
explicá-la e mensurá-la (Rabiais, 2004).
A dor pode ser analisada tendo
como fonte de pesquisa diversas variáveis
ou perspetivas, podendo, assim, ser
classificada ou caracterizada segundo:
a sua duração; a sua etiologia; a sua
intensidade; impacto que produz nas
atividades de vida diária; quanto ao tipo
de dor; ações promotoras de alívio e
exacerbação; eficácias das intervenções
utilizadas e das estratégias de tratamento,
entre demais (Ribeiro, 2013).
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Cruz, João Ricardo Miranda da; Cruz , Manuel Alexandre Miranda da; Gonçalves, Ana Isabel Rodrigues; Pedreiro, Telma Patrícia Machado (2025). A dor crónica na pessoa idosa. In Magalhães, Carlos Pires; Antão, Celeste; Cruz, João Ricardo Miranda da (coords). Envelhecimento Gerontogeriátrico: desafios e abordagens!. Ponta Grossa. Atena Editora. p. 51-65. ISBN 978-65-258-3579-2
Editora
Atena Editora
