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Authors
Abstract(s)
The main objective of this study was to evaluate the effect of diets based on longchain
fatty acids, omega 3 (N3) and omega (N6), particularly EPA (eicosapentaenoic
acid), DHA (docosa-hexaneoic) and AA (araquidonic acid) for the prevention of
obesity and cardiovascular disease.
Diets were supplemented with canned sardines and the percentage of EPA, DHA
and the ratio N3/N6 in liver, erythrocytes, and adipose tissue of Wistar rats
wasdetermined. It was introduced a natural antioxidant that exists in the tomato,
the lycopene, with the main objective to increase the beneficial effects of N3 and
N6 fatty acids.
The increased supplementation of sardines promotes the decrease of AA
decreased in liver, erythrocytes, and adipose tissue.
The increased supplementation of sardine (25 and 50%) promotes the increased
level of EPA and the N3/N6 index in liver, erythrocytes and adipose tissue.
The percentage of DHA increased significantly only in liver, erythrocytes and
adipose tissue, with addition of 25% sardine.
The incorporation of lycopene supplementation in the diets did not show any
interference on the fatty acids, however, increased fatty acid supplementation of N3
PUFA (50% sardine) decreases the incorporation of lycopene in the liver.
The diet supplemented with 25% sardine and lycopene appears to have a greater
effect on cardiovascular diseases and prevention of breast and prostate cancer,
because it ensures the optimal level of EPA, DHA and lycopene, all of them
compounds/nutrients/substances favourable to health, particularly with scientific
evidence supporting their benefits for the prevention for this diseases
O presente trabalho teve como principal objectivo avaliar o efeito de dietas suplementadas à base de ácidos gordos de cadeia longa, ómega 3 (N3) e ómega (N6), nomeadamente EPA (ácido eicosapentaenóico), DHA (ácido docosa-hexaneóico) e AA (ácido araquidónico), na prevenção da obesidade e doença cardiovascular. Para tal, utilizaram-se dietas suplementadas com sardinhas em conserva e determinou-se a percentagem de EPA, DHA e da razão N3/N6 nos eritrócitos, fígado e no tecido adiposo de ratos Wistar. Para maximizar os efeitos benéficos dos ácidos gordos N3 e N6, foi introduzido na dieta o licopeno que é um antioxidante natural que existe no tomate. Verificamos que o AA diminuiu no fígado, nos eritrócitos e no tecido adiposo, face ao aumento da suplementação da sardinha. O EPA e a razão N3/N6 aumentaram no fígado, nos eritrócitos e no tecido adiposo, devido ao aumento da suplementação da sardinha (25 e 50%). A percentagem de DHA aumentou significativamente apenas no fígado, nos eritrócitos e no tecido adiposo, com a suplementação de 25% sardinha. A incorporação de licopeno nas dietas não evidenciou qualquer tipo de interferência com os ácidos gordos, no entanto, o aumento da suplementação de ácidos gordos PUFA N3 (50% sardinha) diminui a incorporação do licopeno no fígado. A dieta suplementada com 25% sardinha e licopeno assegura níveis óptimos de EPA, DHA e licopeno, e parece apresentar maior efeito nas doenças cardiovasculares e na prevenção do cancro da próstata e mamário.
O presente trabalho teve como principal objectivo avaliar o efeito de dietas suplementadas à base de ácidos gordos de cadeia longa, ómega 3 (N3) e ómega (N6), nomeadamente EPA (ácido eicosapentaenóico), DHA (ácido docosa-hexaneóico) e AA (ácido araquidónico), na prevenção da obesidade e doença cardiovascular. Para tal, utilizaram-se dietas suplementadas com sardinhas em conserva e determinou-se a percentagem de EPA, DHA e da razão N3/N6 nos eritrócitos, fígado e no tecido adiposo de ratos Wistar. Para maximizar os efeitos benéficos dos ácidos gordos N3 e N6, foi introduzido na dieta o licopeno que é um antioxidante natural que existe no tomate. Verificamos que o AA diminuiu no fígado, nos eritrócitos e no tecido adiposo, face ao aumento da suplementação da sardinha. O EPA e a razão N3/N6 aumentaram no fígado, nos eritrócitos e no tecido adiposo, devido ao aumento da suplementação da sardinha (25 e 50%). A percentagem de DHA aumentou significativamente apenas no fígado, nos eritrócitos e no tecido adiposo, com a suplementação de 25% sardinha. A incorporação de licopeno nas dietas não evidenciou qualquer tipo de interferência com os ácidos gordos, no entanto, o aumento da suplementação de ácidos gordos PUFA N3 (50% sardinha) diminui a incorporação do licopeno no fígado. A dieta suplementada com 25% sardinha e licopeno assegura níveis óptimos de EPA, DHA e licopeno, e parece apresentar maior efeito nas doenças cardiovasculares e na prevenção do cancro da próstata e mamário.