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A relação dos fatores psicossociais na saúde e produtividade dos trabalhadores de uma IPSS

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Resumo(s)

O mundo laboral está em constante transformação, o que acarreta uma série de desafios, com aspetos tanto positivos como negativos. Os riscos associados à forma como o trabalho é planeado, organizado e gerido, bem como ao seu contexto económico e social, podem dar origem a sérios problemas de saúde física e mental, conhecidos como riscos psicossociais. Considerando que os profissionais das instituições de solidariedade social lidam diariamente com populações vulneráveis, como idosos e pessoas em situação de exclusão social, o contacto contínuo com esta realidade de sofrimento, doença, carência e até lidar com a morte pode provocar um desgaste emocional, tornando-os mais propensos a enfrentar riscos psicossociais. Neste sentido, o objetivo principal do estudo foi identificar os fatores psicossociais que afetam o seu dia a dia e como estes lidam com tais desafios. A metodologia utilizada teve por base uma revisão bibliográfica, que deu fundamentação teórica para conceitos fundamentais sobre a temática, foi também utilizada para o desenvolvimento dos inquéritos, para a sua aplicação também foi utilizado o método quantitativo descritivo. Os resultados obtidos demonstraram que, de uma forma geral, os riscos psicossociais apresentam níveis reduzidos, demonstrando, contudo, maior vulnerabilidade entre os ajudantes de ação direta, seguidos pelos profissionais de cozinha e, por último, pela equipa técnica. As exigências emocionais e físicas, o ritmo de trabalho, a sobrecarga de tarefas e a falta de reconhecimento foram identificados como fatores de maior impacto. Em suma, o estudo demonstra a importância de promover ambientes laborais saudáveis e emocionalmente equilibrados, de forma a promover o bem-estar dos trabalhadores, pois são o pilar essencial da eficácia e eficiência das organizações do setor social.
The world of work is constantly changing, which brings with it a number of challenges, both positive and negative. The risks associated with the way work is planned, organized, and managed, as well as its economic and social context, can give rise to serious physical and mental health problems, known as psychosocial risks. Considering that professionals in social solidarity institutions deal daily with vulnerable populations, such as the elderly and people in situations of social exclusion, continuous contact with this reality of suffering, illness, deprivation, and even dealing with death can cause emotional exhaustion, making them more prone to psychosocial risks. In this sense, the main objective of the study was to analyze the influence of psychosocial factors on the health and productivity of workers at a Private Social Solidarity Institution (IPSS) in the district of Vila Real. The methodology used was based on a literature review, which provided a theoretical foundation for fundamental concepts on the subject. It was also used to develop the surveys, which were applied using a descriptive quantitative method. The results obtained showed that, in general, psychosocial risks are low, but with greater vulnerability among direct care workers, followed by kitchen staff, and lastly, the technical team. Emotional and physical demands, work pace, task overload, and lack of recognition were identified as the factors with the greatest impact. In short, the study demonstrates the importance of promoting healthy and emotionally balanced work environments in order to promote the well-being of workers, as they are the essential pillar of the effectiveness and efficiency of organizations in the social sector.

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Palavras-chave

Riscos psicossociais Saúde mental IPSS Avaliação de riscos Prevenção de riscos

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