Loading...
6 results
Search Results
Now showing 1 - 6 of 6
- A importância dos recursos de base tecnológica nas empresas face à pandemiaPublication . Marinho, Sónia; Gonçalves, VitorDe forma geral, a pandemia estimulou a mudança em todos os setores, empresas e suas partes interessadas, fomentando a criatividade, impulsionando o digital, repensando os modelos de negócio e, consequentemente, adotando um posicionamento mais competitivo. Demorar a adquirir esta atitude de mudança, traduzir-se-á em tempo perdido para experimentar os efeitos da mudança. Por conseguinte, os efeitos pandémicos vivenciados aceleraram a necessidade iminente de qualificar as Pequenas e Médias Empresas, nomeadamente as microempresas, para reforçar a sua competitividade e a sua capacidade de resposta no mercado global. Nesta perspetiva, procedeu-se a um estudo de caso, que incidiu em três empresas da cidade de Bragança, sendo duas delas do setor do Turismo, um dos mais afetados pelos efeitos da pandemia. O estudo baseou-se na observação participante e relatórios de diagnóstico de uma consultora, com vista a aplicar métodos de gestão adequados ao contexto global, com enfoque nas áreas da estratégia, produção, logística, marketing e vendas, recursos humanos e tecnologias digitais. A crescente relevância dos recursos de base tecnológica, nomeadamente, a Internet e as redes sociais como canal de comunicação, informação e comercialização, acautelando problemas de natureza financeira, aumentando a resiliência e o crescimento dos negócios, para além do desenvolvimento de processos de gestão mais adequados às exigências atuais do mercado, foram alguns dos aspetos identificados. Com base nesta análise e em entrevistas, foram identificadas as necessidades formativas de forma a encaminhar empresários e colaboradores para os conteúdos que lhe são mais úteis. O modelo de intervenção baseou-se no ciclo PDCA (PLAN - DO - CHECK - ACT), respeitando a ordenação lógica destas etapas e garantindo a constante monitorização do processo. Este processo de identificação e exploração de soluções inovadoras, novas e diferenciadoras no mercado, que transforma o conhecimento técnico e científico numa ferramenta geradora de valor, enquadra-se no âmbito do “empreendedorismo de base tecnológica” e vai ao encontro das necessidades reais. De acordo com a observação realizada, tanto em entrevistas com os empresários, como na análise das redes sociais, mostrou um crescimento da visibilidade da empresa no exterior e o surgimento de novos produtos e formas de promover os negócios. Constatou-se também um aumento significativo dos níveis de satisfação no seio da empresa.
- O contributo da formação para a transformação digital das microempresas do Planalto MirandêsPublication . Marinho, Sónia; Gonçalves, VitorNuma sociedade em estado de emergência e de alerta no que respeita aos efeitos da pandemia provocada pela doença de COVID-19, a sobrevivência de grande parte das microempresas está cada vez mais comprometida. Devido ao confinamento forçado, por um lado, assistimos a uma mudança de hábitos a nível tecnológico promovendo o modo de compra online como alternativa à compra convencional. Por outro lado, a diminuição do desejo consumista e o aumento do desemprego limitaram e limitarão o poder de compra. Nesta perspetiva, procedeu-se a um estudo de caso, que incidiu em 5 empresas da cidade de Miranda do Douro. Baseou-se na observação participante e relatórios de diagnóstico de uma consultora, bem como nos dados estatísticos de utilização das páginas web das redes sociais, em entrevistas, com vista à identificação das necessidades formativas e à melhoria dos processos de gestão e de marketing digital para garantir subsistência dos modelos de negócio.
- A gestão de tesouraria e políticas de financiamento a curto prazo nas PMEPublication . Marinho, Sónia; Monte, Ana PaulaA atual conjuntura nacional e internacional obriga a que as empresas empenhem maiores esforços para a gestão e manutenção da sua sustentabilidade. Otimizar a gestão de uma empresa é obrigatório em tempos de crise. Onde ir buscar financiamento para manter a empresa em atividade? Esta é uma questão com que muitos gestores se deparam diariamente. Com o presente estudo pretende-se, por um lado, dar a conhecer as diversas fontes de financiamento de curto prazo e políticas de gestão de tesouraria; por outro, analisar se se verificaram alterações após a crise financeira na prática empresarial usando uma amostra de empresas do distrito de Bragança em comparação com indicadores médios nacionais. Constatou-se que os indicadores de tesouraria utilizados não explicam significativamente a variação da liquidez geral e o endividamento de curto prazo das empresas em análise. Verificou-se ainda que as empresas do setor da construção da amostra recorreram mais ao financiamento de curto prazo comparativamente com as empresas do mesmo setor a nível nacional. Tendo por base os inquéritos aplicados, observou-se ainda que as empresas do distrito de Bragança recorreram maioritariamente a financiamento bancário, em especial de médio e longo prazo, crédito de fornecedores e contas correntes caucionadas. No que respeita à tesouraria, as empresas reportaram que o prazo médio de recebimento se manteve ou aumentou ao passo que o prazo médio de pagamento se manteve. Porém, estas não recusaram encomendas por dificuldades no acesso ao crédito (apenas 14% considera o crédito mais caro e 29% mais restrito). Existem indícios de que nas empresas nacionais, após a crise financeira de 2008, o crédito bancário deixou de ser a fonte de financiamento de curto prazo mais utilizada, contrariamente ao que acontece nas PME do distrito de Bragança. Tal poderá justificar-se, provavelmente, por alguma escassez de informação e formação sobre as fontes de financiamento existentes e quais as mais vantajosas para a empresa.
- Gestão de tesouraria e políticas de financiamento a curto prazo nas PMEPublication . Marinho, Sónia; Monte, Ana PaulaOtimizar a gestão de uma empresa é obrigatório em tempos de crise. Onde ir buscar financiamento para manter a empresa em atividade? Esta é uma questão com que muitos gestores se deparam diariamente. Com o presente estudo pretende-se, por um lado, dar a conhecer as diversas fontes de financiamento de curto prazo e políticas de gestão de tesouraria; por outro lado, analisar se se verificaram alterações após a crise financeira na prática empresarial usando uma amostra de empresas do distrito de Bragança em comparação com indicadores médios nacionais. Tendo por base os inquéritos aplicados, observou-se ainda que as empresas do distrito de Bragança recorreram maioritariamente a financiamento bancário, em especial de médio e longo prazo, crédito de fornecedores e contas correntes caucionadas. No que respeita à tesouraria, as empresas reportaram que o prazo médio de recebimento se manteve ou aumentou ao passo que o prazo médio de pagamento se manteve. Porém, estas não recusaram encomendas por dificuldades no acesso ao crédito (apenas 14% considera o crédito mais caro e 29% mais restrito). Existem indícios de que nas empresas nacionais, após a crise financeira de 2008, o crédito bancário deixou de ser a fonte de financiamento de curto prazo mais utilizada, contrariamente ao que acontece nas PME do distrito de Bragança. Tal poderá justificar- -se, provavelmente, por alguma escassez de informação e formação sobre as fontes de financiamento existentes e quais as mais vantajosas para a empresa.
- O contributo da formação para a transformação digital das microempresasPublication . Marinho, Sónia; Gonçalves, VitorNuma sociedade em estado de emergência e de alerta no que respeita aos efeitos da pandemia provocada pela doença de COVID-19, a sobrevivência de grande parte das microempresas está cada vez mais comprometida. Devido ao confinamento forçado, por um lado, assistimos a uma mudança de hábitos a nível tecnológico promovendo o modo de compra online como uma alternativa à compra convencional, evitando assim qualquer tipo de aglomeração como medida de prevenção de contágios. Por outro lado, o confinamento veio diminuir o desejo de consumir e as perdas de empregos limitaram e limitarão o poder de compra. Torna-se crucial promover a mudança de atitudes empresariais, adotando comportamentos que permitam manter a empresa no mercado digital, uma vez que os clientes então cada vez mais dependentes deste mundo digital que faculta o acesso a bens e serviços. Promover a literacia digital é decididamente o caminho a seguir, dotando os empresários com competências técnicas e sensibilizando-os para as necessidades do marketing digital. Desta forma, os negócios ganham visibilidade para angariar novos clientes, mantendo os atuais, e para reforçar o efeito AIDMA (Atenção, Interesse, Desejo, Memorização, Ação). O recurso a tecnologias digitais vai permitir melhorar a comunicação tanto com os seus clientes, como com os seus fornecedores e parceiros ou mesmo com os próprios colaboradores, aos quais, cada vez mais e se possível, se pede a disponibilidade e a competência para estar em teletrabalho. Nesta perspetiva, procedeu-se a um estudo de caso, que incidiu em 5 empresas da cidade de Miranda do Douro. O estudo baseou-se na observação participante e relatórios de diagnóstico de uma consultora, bem como nos dados estatísticos de utilização das páginas web das redes sociais, com vista à melhoria dos processos de gestão, de marketing digital e outros aspetos relevantes para garantir subsistência dos modelos de negócio. Com base nesta análise e em entrevistas, foram identificadas as necessidades formativas. Para além da formação em soluções informáticas de gestão de empresas, constatou-se também a necessidade de formação em marketing digital e social media. Do exposto, podemos concluir que vivemos numa sociedade cada vez mais informada, consciente e exigente pelo que a transformação digital passou a estar na ordem do dia para todas as organizações, mesmo para as microempresas do Nordeste Transmontano, nomeadamente do planalto Mirandês que até então o digital não era uma prioridade.
- A importância dos recursos de base tecnológica nas empresas face à pandemiaPublication . Marinho, Sónia; Gonçalves, VitorDe forma geral, a pandemia estimulou a mudança em todos os setores, empresas e suas partes interessadas, fomentando a criatividade, impulsionando o digital, repensando os modelos de negócio e, consequentemente, adotando um posicionamento mais competitivo. Os efeitos pandémicos vivenciados aceleraram a necessidade iminente de qualificar as Pequenas e Médias Empresas, nomeadamente as microempresas, para reforçar a sua competitividade e a sua capacidade de resposta no mercado global. Nesta perspetiva, procedeu-se a um estudo de caso, que incidiu em três empresas da cidade de Bragança, sendo duas delas do setor do Turismo, um dos mais afetados pelos efeitos da pandemia. O estudo baseou-se na observação participante e relatórios de diagnóstico de uma consultora, com vista a aplicar métodos de gestão adequados ao contexto global, com enfoque nas áreas da estratégia, produção, logística, marketing e vendas, recursos humanos e tecnologias digitais. Com base nesta análise e em entrevistas, foram identificadas as necessidades formativas de forma a encaminhar empresários e colaboradores para os conteúdos que lhe são mais úteis. As propostas para responder às necessidades identificadas enquadraram-se no âmbito do modelo de intervenção PDCA (Plan – Do – Check – Act) e do empreendedorismo de base tecnológica. Os resultados mostraram um crescimento da visibilidade da empresa no exterior e o surgimento de novos produtos e formas de promover os negócios. Constatou-se também um aumento significativo dos níveis de satisfação no seio da empresa.