Teses de Mestrado ESSa
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Percorrer Teses de Mestrado ESSa por assunto "Acidentes por quedas"
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- Contributos do enfermeiro de reabilitação à pessoa com alterações do equilíbrio postural – desenvolvimento e aplicação do EQUITAPPublication . Freitas, Cristina Marta Ribeiro; Gomes, Maria José; Salselas, Susana BanrezesO equilíbrio postural é um requisito essencial para a autonomia funcional e a prevenção de quedas, sobretudo na população idosa. O Enfermeiro de Reabilitação tem um papel central na avaliação e intervenção junto destas pessoas, recorrendo a instrumentos específicos e a estratégias terapêuticas que potenciem ganhos funcionais. Objetivos: Desenvolver instrumento físico de avaliação e treino de equilíbrio e marcha; avaliar o equilíbrio postural dos participantes no início, durante e após a aplicação do instrumento de avaliação e treino de equilíbrio e marcha; identificar os ganhos para recuperação do equilíbrio postural, autonomia, risco de queda e qualidade de vida. Métodos: Estudo de natureza quantitativa, descritiva com características de estudo piloto. Foi desenvolvido e implementado um instrumento físico de avaliação e treino do equilíbrio — um tapete estruturado com base nos parâmetros da Escala de Tine — concebido com o propósito de avaliar de forma sistematizada o equilíbrio postural e promover o seu treino terapêutico. Resultados: Os resultados demonstraram melhorias nas diferentes dimensões do equilíbrio e marcha avaliada pela Escala de Tine , com redução do número de participantes em alto risco de queda (84,6% para 38,5%) e aumento dos que apresentaram marcha e equilíbrio funcionais (0% para 46,2%). A execução dos exercícios terapêuticos no tapete evidenciou ganhos significa vos, com maior capacidade de realização sem ajudas ao longo do tempo. Conclusão: O estudo permitiu evidenciar que a intervenção do Enfermeiro de Reabilitação, aliada à aplicação estruturada de instrumentos de avaliação e ao uso de estratégias inovadoras como o tapete terapêutico, promove ganhos funcionais relevantes, traduzidos em maior autonomia e diminuição do risco de queda.
- Efetividade do exercício físico na prevenção de quedas em idosos: relatório de estágioPublication . Almeida, Ana Francisca Miguel; Preto, LeonelO envelhecimento tem vindo a aumentar mundialmente e pessoas idosas vão sofrendo alterações funcionais, que aumentam o risco de sofrer uma queda. As quedas podem resultar em lesões que comprometem a autonomia na realização das atividades de vida diária. O exercício físico é importante na prevenção e manutenção da funcionalidade do idoso, melhorando a sua qualidade de vida. Objetivo: Avaliar a efetividade de um programa de exercício físico na prevenção de quedas em idosos. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática da literatura nas bases de dados “Pubmed”, “Scopus” e “Web of Science”, considerando os últimos 5 anos e publicações de acesso aberto em língua portuguesa, inglesa e espanhola. Resultados: Da análise dos 6 artigos, foi observado que um programa de exercício físico, como passos induzidos por perturbações, exercícios vibratórios e de proprioceção e exercícios de força muscular, previnem o risco de quedas em idosos, melhorando o equilíbrio, a marcha, a postura e a coordenação. Conclusão: Programas de exercício físico estruturado e planeado contribuem para a prevenção de quedas em idosos, evitando consequências como traumatismos, fraturas e lesões que conduzem à perda de funcionalidade e autonomia nas atividades de vida diária.
- Relatório de Estágio. Risco de quedas em idosos institucionalizadosPublication . Nozes, Nélia Alexandra Mesquita; Preto, LeonelQuando comparados com os idosos não institucionalizados, os institucionalizados apresentam um maior risco de queda. Esta resulta de interações complexas entre fatores intrínsecos e extrínsecos, constituindo assim, um problema de saúde pública que tem repercussões tanto para o idoso como para a família e comunidade. Objetivo: Este trabalho teve como objetivo principal avaliar o risco de quedas em idosos institucionalizados, e pesquisar possíveis associações entre o risco de cair e variáveis sociodemográficas e clínicas. Métodos: Estudo correlacional e transversal, inserido numa abordagem quantitativa. A população reporta-se aos utentes residentes no ano de 2023 no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Carrazeda de Ansiães. Obteve-se uma amostra de 45 idosos institucionalizados. Optou-se por recolher os dados sob a forma de entrevista estruturada em questionário, construído com base na literatura em estudos de natureza similar. O risco de queda foi avaliado pela Escala de Quedas de Morse. Resultados: A amostra é maioritariamente feminina (66,7%), com uma média de idades de 82,8 anos, viúvos (62,2%) e com o 1.º Ciclo (4.ª classe) (51,1%). Em termos de institucionalização, esta varia entre o 1 e 22 anos. Quanto à caracterização clínica dos idosos, apresentam diminuição de visão (73,3%), dificuldades em caminhar (55,6%) e todos tomam medicação oral diária, sendo que 75,6% dos idosos se encontram polimedicados. No que se refere aos auxiliares de marcha, 53,0% mencionam terem necessidade de os usar, sobressaindo o uso da bengala/1canadiana (n=16). A maioria (86,7%) menciona, que nos últimos 12 meses, não sofreram qualquer queda. Globalmente, o valor médio obtido no teste Up and Go foi de 15,3±5,5 e na Escala de Morse 32,1±18,7, sendo que nesta escala 42,2% apresentam baixo risco de queda. Foram identificadas diferenças estatisticamente significativas entre as variáveis uso de meios auxiliares de marcha e quedas nos últimos 12 meses com a variável risco de quedas. Verificou-se uma forte correlação (r= 0,704) entre as pontuações Morse e os tempos Up and Go, e que os idosos que apresentam pontuações mais altas na escala de Morse são pessoas com maior idade (r= 0,425). Conclusão: Os inquiridos revelam baixo risco de queda. Sugere-se alargar o estudo a outras populações, face à reduzida amostra, para o desenvolvimento desta temática
