Browsing by Author "Versos, Ana"
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- Planeamento familiar: indicadores de saúdePublication . Fernandez, Cristina; Versos, Ana; Antão, CelestePrimary health care is the main point of contact of citizens with the health system. Reproductive health program (PF) is a universal and free health program and allows women of childbearing age to monitor their sexual and reproductive health.Methods: The objective was to analyze the evolution of three health indicators from 2018-2022, in the context of the PF program defined in the Identity Card of the health Indicators of the Central Administration of Health Services (ACSS) in a Health Unit in Northeastern Portugal. This is a documental study using data available in the General Directorate of Health (DGS)platform. Results: In the proportion of nursing consultations,in the years of 2018 to 2022 we got a maximum of 42.56% and 31.2% against an accepted minimum value of 30% and the maximum of 80% recommended by the DGS. The proportion of PF medical consultations, the values found were a minimum of 22% and a maximum of 33.6 against the3 5% and the maximum value 65% recommended by the DGS. As for the proportion of women who had Cervical Cancer Screening, year 2018, in all months the score 1 was obtained, identical value until March 2019. From April 2019 to September 2022 it presents a score of 0. Conclusions: Only by maintaining good performance indicators can there be better coverage regarding PF program and sexual and reproductive health
- Prevalência de diferentes perfis de liderança nas equipas de enfermagem: revisão sistemática da literaturaPublication . Anes, Eugénia; Versos, Ana; Rodrigues, Joana Almeida; Amado, Liliana; Poça, Matilde Cristina Costa daO cumprimento dos desígnios de cada organização é alcançado quando os chefes/responsáveis (líderes) de cada organização assumem o desafio de gestão e coordenação da capacidade e do conhecimento dos seus colaboradores para que assim sejam alcançados os objetivos delineados por cada serviço (Fradique & Mendes, 2013). O papel que cada enfermeiro desenvolve na gestão e na liderança é fundamental para a criação de cuidados e de serviços de excelência. A liderança em enfermagem inclui a “direção e orientação de outros, bem como a criação de um ambiente e de condições de excelência favoráveis ao desenvolvimento continuo e à qualidade dos cuidados” (Ordem dos Enfermeiros, 2000 p.1). Liderar com eficácia é sobretudo a capacidade de desenvolver um interesse genuíno pelas pessoas que colaboram connosco e o talento para gerar sentimentos positivos nestas pessoas (Goleman, 2015). Este aultor apresenta 6 tipos de liderança: a visionária (partilha de sonhos), o coaching (individuos e metas), a aflitiva (individuos e emoções), a democrática (compromisso de participação), a pacesetting (desafios e metas) e a dominante (coerciva). Assim sendo, os enfermeiros gestores devem ser agentes de mudança, para novas lideranças que motivem as pessoas a agir e não se limitarem a legar ordens. Foi desenvolvido um estudo no sentido de conhecer a prevalência de diferentes perfis de liderança nas equipas de enfermagem. A questão formuladas para este estudo foi identificar os perfis de liderança do Enfermeiro-Chefe. Foi utilizado o método da revisão sistemática da literatura PO, com base na classificação PI(C)O-Participantes, Intervenções, Comparações e Resultados. Realizou-se uma pesquisa na plataforma ISI Web of Knowledge com os seguintes descritores: leader* profile; leader* style; leader* type; nursing staff; nursing team; nursing manager e midwifery. Cruzaram-se os seguintes descritores, leader* profile or leader* style or leader* type and nursing staff or nursing team or nursing manager or midwifery. Estabeleceram-se como critérios de inclusão: artigos publicados na última década, em países de origem latina (nos países do Brasil, Itália, Portugal, Espanha, França, Argêntina e Chile). Da pesquisa emergiram 37 artigos, dos quais após análise dos resumos, foram excluidos aqueles em que a mostra eram outros profissionais de saúde, artigos não disponíveis em texto completo e artigos não gratuitos. Feita a avaliação crítica da qualidade dos estudos, resultou uma amostra de dois artigos. O estudo de Álvarez, Sotomayor, Figueroa, Hernández e Martinéz (2013) tem como amostra 214 enfermeiros de ambos os sexos a exercer funções em cuidados diferenciados. Os estilos de liderança identificados pelos enfermeiros com maior prevalência foram o “entrenador” , seguido do estilo “delegador” . Pelo que podemos determinar , com base nos estilos de liderança assumidos no enquadramento, que o estilo com maior referência é o de coaching. O estudo de Furtado, Batista e Silva (2011) contempla 266 enfermeiras , das quais 22 são chefes e 244 são enfermeiras com funções de chefia. A auto-avaliação efetuada por estas enfermeiras em relação ao seu estilo de liderança, evidencia como estilo “persuading/sharing” , que reportamos para o estilo visionário. Concluímos, que quando são os profissionais prestadores de cuidados a avaliar os seus líderes em relação à liderança o estilo predominante encontrado foi o de líder coaching, em contrapartida quando são os próprios líderes a fazer a sua auto-avaliação estes revêem-se como líderes visionários na sua maioria. Relativamente à satisfação dos enfermeiros relacionada com o tipo de liderança são os chefiados por líderes coaching e o visionário os responsáveis por profissionais mais satisfeitos. O reduzido número de trabalhos encontrados constitui limitação deste estudo.
- Use of cervical cancer screening among patients of primary healthcare services: Northeast PortugalPublication . Teixeira, Cristina; Antão, Celeste; Anes, Eugénia; Gomes, Maria José; Versos, Ana; Tomé, ConceiçãoUnderstanding the overuse and underuse of cervical cancer (CC) screening plays a role in preventing such behaviours, allowing to maximize the CC screening uptake. Aim: To assess the predictors of being over-screened and never/under-screened in CC screening in Northeast Portugal. Methods: This is a part of a larger cross-sectional survey carried out in two public health centres in Northeast Portugal (October 2017 to June 2018). Data collection was based on a face-to-face interview. This analysis included 764 women (aged 25–60 years) classified according to the use of CC screening into guideline-consistent screened, overscreened and unscreened/under-screened. Multivariate logistic regression models were conducted to assess predictors of being over-screened and never/under-screened. Adjusted odds ratio (OR) and respective 95% confidence interval (95% CI) were obtained. Results: One-fourth (n = 197) of participants were unscreened/under-screened and 50.0% (n = 382) of them were classified as over-screened. Regular visits with primary care physicians (OR = 0.44; 95% CI: 0.26–0.76) and higher age (OR = 0.98; 95% CI: 0.96–1.00) reduced the odds of being unscreened/under-screened. Women who received prescription/recommendation for CC screening from primary care physician (OR = 1.89; 95% CI: 1.09–3.29) or both primary care physician and nurse (OR = 2.62; 95% CI: 1.10–6.22) were more likely to be over-screened. Higher level of CC health literacy decreases the odds of being over-screened (OR = 0.95; 95% CI: 0.90–1.00) and unscreened/ under-screened (OR = 0.87; 95% CI: 0.82–0.92). The majority of over-screened (52.2%) and of underscreened (44.2%) women reported that their screening frequency was based on healthcare provider prescription. Among never-screened women, 60.2% reported that no one prescribed screening. Conclusion: The increase in CC health literacy can maximize CC screening uptake. Primary healthcare providers could play a role in preventing the overuse and underuse of CC screening.
