Percorrer por autor "Teixeira, Joana Daniela"
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- Análise do impacto da exposição televisiva e das características sociodemográficas no imc, nas crianças dos 6 aos 11 anosPublication . Teixeira, Joana Daniela; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioA prevalência da obesidade na infância tem implicações futuras na saúde e a televisão tem sido citada como um fator contribuinte, seja por incentivar o consumo de alimentos calóricos ou por conduzir ao sedentarismo . O estatuto socioeconómico dos encarregados de educação tem sido apontado como um determinante do comportamento alimentar, influenciando a prevalência do excesso de peso infantil . Objetivo: Analisar o impacto da exposição televisiva e das características sociodemográficas no IMC infantil. Material e métodos: Estudo quantitativo, transversal e analítico, realizado numa amostra de 208 crianças, com uma média de idades de 7,99 ± 1,33. Foi aplicado um questionário adaptado de Vicente-Rodriguez et al , e foi realizada uma avaliação antropométrica às crianças. Resultados: Constatou-se que 57,3% das crianças visualiza televisão todos os dias e que 65,9% não possuem aparelho televisivo nos quartos. Observou-se uma correlação estatisticamente significativa entre o rendimento familiar e as horas de exposição televisiva à semana, no género masculino (p-value=0,018); entre o nível de instrução do encarregado de educação e o IMC, em ambos os géneros (p-value=0,043 no género masculino; e p-value=0,009 no género feminino); e entre o IMC e o número de elementos do agregado familiar, no género masculino (p-value=0,001). Conclusão: Nesta amostra de crianças, não houve correlações significativas entre o IMC e os dias ou horas de visualização televisiva, contudo, é necessário o estímulo de atividades que promovam um estilo de vida ativo, tendo em conta que a prevalência da obesidade infantil é elevada, na maioria dos países desenvolvidos. Observou-se uma relação estatisticamente significativa entre as características sociodemográficas e o IMC, comprovando que são determinantes na saúde infantil.
- Análise do impacto da exposição televisiva e das características sociodemográficas no índice de massa corporal, nas crianças dos 6 aos 11 anosPublication . Teixeira, Joana Daniela; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioIntrodução: A prevalência da obesidade na infância tem implicações futuras na saúde e a televisão tem sido citada como um fator contribuinte, seja por incentivar o consumo de alimentos calóricos ou por conduzir ao sedentarismo. O estatuto socioeconómico dos encarregados de educação tem sido apontado como um determinante do comportamento alimentar, influenciando a prevalência do excesso de peso infantil. Objetivo: Analisar o impacto da exposição televisiva e das características sociodemográficas no Índice de Massa Corporal (IMC) infantil. Material e métodos: Estudo quantitativo, transversal e analítico, realizado numa amostra de 208 crianças, com uma média de idades de 7,99 ± 1,33. Foi aplicado um questionário adaptado de Vicente-Rodriguez et al. (2011), e foi realizada uma avaliação antropométrica a todas as crianças. Resultados: Constatou-se que 57,3% das crianças visualizam televisão todos os dias e que 65,9% não possuem aparelho televisivo nos quartos. Observou-se uma correlação estatisticamente significativa entre o rendimento familiar e as horas de exposição televisiva à semana, no género masculino (p=0,018); entre o nível de instrução do encarregado de educação e o IMC, em ambos os géneros (p=0,043 no género masculino; e p=0,009 no género feminino); e entre o IMC e o número de elementos do agregado familiar, no género masculino (p=0,001). Conclusão: Nesta amostra de crianças, não houve correlações significativas entre o IMC e os dias ou horas de visualização televisiva, contudo, é necessário o estímulo de atividades que promovam um estilo de vida ativo, tendo em conta que a prevalência da obesidade infantil é elevada, na maioria dos países desenvolvidos. Observou-se uma relação estatisticamente significativa entre as características sociodemográficas e o IMC, comprovando que são determinantes na saúde infantil.
- Análise do impacto da exposição televisiva e das características sociodemográficas no indice de massa corporal, nas crianças dos 6 aos 11 anosPublication . Teixeira, Joana Daniela; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioA prevalência da obesidade na infância tem implicações futuras na saúde e a televisão tem sido citada como um fator contribuinte, seja por incentivar o consumo de alimentos calóricos ou por conduzir ao sedentarismo . O estatuto socioeconómico dos encarregados de educação tem sido apontado como um determinante do comportamento alimentar, influenciando a prevalência do excesso de peso infantil . Objetivo: Analisar o impacto da exposição televisiva e das características sociodemográficas no IMC infantil. Material e métodos: Estudo quantitativo, transversal e analítico, realizado numa amostra de 208 crianças, com uma média de idades de 7,99 ± 1,33. Foi aplicado um questionário adaptado de Vicente-Rodriguez et al , e foi realizada uma avaliação antropométrica às crianças. Resultados: Constatou-se que 57,3% das crianças visualiza televisão todos os dias e que 65,9% não possuem aparelho televisivo nos quartos. Observou-se uma correlação estatisticamente significativa entre o rendimento familiar e as horas de exposição televisiva à semana, no género masculino (p-value=0,018); entre o nível de instrução do encarregado de educação e o IMC, em ambos os géneros (p-value=0,043 no género masculino; e p-value=0,009 no género feminino); e entre o IMC e o número de elementos do agregado familiar, no género masculino (p-value=0,001). Conclusão: Nesta amostra de crianças, não houve correlações significativas entre o IMC e os dias ou horas de visualização televisiva, contudo, é necessário o estímulo de atividades que promovam um estilo de vida ativo, tendo em conta que a prevalência da obesidade infantil é elevada, na maioria dos países desenvolvidos. Observou-se uma relação estatisticamente significativa entre as características sociodemográficas e o IMC, comprovando que são determinantes na saúde infantil.
- Exposição televisiva e obesidade infantil das crianças dos 6 aos 11 anos. que relação? Revisão sistemática da literatura.Publication . Teixeira, Joana Daniela; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioEstudos indicam uma associação entre a visualização televisiva e a obesidade, seja por incentivar o consumo de alimentos calóricos ou por conduzir ao sedentarismo, comportamento que contribui para a génese da obesidade. Este trabalho teve como objetivo estudar a relação entre a exposição televisiva e a obesidade infantil, em crianças dos 6 aos 11 anos. Realizou-se uma revisão sistemática da literatura, tendo sido selecionados 18 artigos nas plataformas Web of Science e PubMed, publicados entre 2008 e 2018, que respondessem aos objetivos. Esta revisão foi conduzida de acordo com as diretrizes PRISMA (Principais Itens para Relatar Revisões Sistemáticas e Meta-análises) e colaboração Cochrane para revisões sistemáticas. Verificou-se uma associação estatisticamente positiva entre o tempo de exposição televisiva e a obesidade (n=9; 53%). Em três artigos verificou-se uma relação entre a visualização de TV e a obesidade, independentemente do tempo despendido na visualização (n=3; 17,6%). Aferiu-se, também, que em 29,4% dos estudos (n=5), o nível de adiposidade aumentava nas crianças, quando estas tinham uma TV no quarto. Constatando-se que a existência de aparelho televisivo no quarto e o tempo de visualização de TV se relacionam com a obesidade nas crianças, conclui-se que é necessário e urgente o estímulo a atividades que promovam de um estilo de vida ativo.
- Exposição televisiva versus obesidade infantil – impacto psicossocial?Publication . Teixeira, Joana Daniela; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioEstudos indicam uma associação entre o tempo gasto na visualização televisiva e a obesidade, seja por incentivar o consumo de alimentos não saudáveis ou por conduzir ao sedentarismo, comportamento que contribui para a gênese da obesidade. Há, também, uma relação estudada entre a saúde mental e a obesidade, nomeadamente associações bidirecionais entre as perturbações mentais e a obesidade, pois estar acima do peso acarreta efeitos adversos na autoestima da criança e, futuramente, como adolescente e adulto. Objetivos: Realizar uma revisão sistemática sobre a relação entre a exposição televisiva e a obesidade infantil. Métodos: Realizou-se uma revisão sistemática da literatura tendo sido selecionados 18 artigos nas plataformas Web of Science e PubMed/Medline, publicados nos últimos 10 anos e que respondessem aos objetivos. Esta revisão foi conduzida de acordo com as diretrizes PRISMA e colaboração Cochrane para revisões sistemáticas. Resultados: Verificou-se, no geral, que há uma associação estatisticamente positiva entre o tempo diário a assistir TV e a obesidade nas crianças (n=12; 66,6%), e quanto maior o tempo a assistir TV, maior o risco de obesidade (n=3; 16,6%). Aferiu-se, também, que a adiposidade aumentava nas crianças, quando estas tinham uma TV no quarto. (n=5; 27,8%). Apenas um estudo não encontrou nenhuma diferença significativa no IMC médio com a presença ou ausência de TV no quarto. Conclusão: Constatou-se que na maioria dos estudos existe relação entre o tempo de visualização de televisão e a obesidade nas crianças, sendo necessário e urgente o estímulo a atividades interativas, bem como a promoção de um estilo de vida ativo, com a redução do tempo que as crianças dispensam em frente à TV. Existindo fortes evidências relativas à associação entre a obesidade e alterações psicossociais, são necessários planos de intervenção assertivos para aumentar a saúde desta população alvo.
- Exposição televisiva vs obesidade infantil – impacto psicossocial?Publication . Teixeira, Joana Daniela; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioEstudos indicam uma associação entre o tempo gasto na visualização televisiva e a obesidade, seja por incentivar o consumo de alimentos não saudáveis ou por conduzir ao sedentarismo, comportamento que contribui para a gênese da obesidade. Há, também, uma relação estudada entre a saúde mental e a obesidade, nomeadamente associações bidirecionais entre as perturbações mentais e a obesidade, pois estar acima do peso acarreta efeitos adversos na autoestima da criança e, futuramente, como adolescente e adulto. Objetivos: Realizar uma revisão sistemática sobre a relação entre a exposição televisiva e a obesidade infantil. Métodos: Realizou-se uma revisão sistemática da literatura tendo sido selecionados 18 artigos nas plataformas Web of Science e PubMed/Medline, publicados nos últimos 10 anos e que respondessem aos objetivos. Esta revisão foi conduzida de acordo com as diretrizes PRISMA e colaboração Cochrane para revisões sistemáticas. Resultados: Verificou-se, no geral, que há uma associação estatisticamente positiva entre o tempo diário a assistir TV e a obesidade nas crianças (n=12; 66,6%), e quanto maior o tempo a assistir TV, maior o risco de obesidade (n=3; 16,6%). Aferiu-se, também, que a adiposidade aumentava nas crianças, quando estas tinham uma TV no quarto. (n=5; 27,8%). Apenas um estudo não encontrou nenhuma diferença significativa no IMC médio com a presença ou ausência de TV no quarto. Conclusão: Constatou-se que na maioria dos estudos existe relação entre o tempo de visualização de televisão e a obesidade nas crianças, sendo necessário e urgente o estímulo a atividades interativas, bem como a promoção de um estilo de vida ativo, com a redução do tempo que as crianças dispensam em frente à TV. Existindo fortes evidências relativas à associação entre a obesidade e alterações psicossociais, são necessários planos de intervenção assertivos para aumentar a saúde desta população alvo.
- Relação da exposição televisiva e do nível de instrução do encarregado de educação no índice de massa corporal infantilPublication . Teixeira, Joana Daniela; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioIntrodução: A prevalência da obesidade tem implicações futuras na saúde e a televisão tem sido citada como um fator contribuinte, seja por incentivar o consumo de alimentos calóricos ou por conduzir ao sedentarismo. O nível de instrução dos encarregados de educação (ED) tem sido apontado como um determinante de um estilo de vida saudável, pelo que as crianças podem apresentar um maior risco de desenvolver excesso de peso. Objetivo: Analisar a relação da exposição televisiva e do nível de instrução do ED no Índice de Massa Corporal (IMC) infantil. Métodos: Estudo quantitativo, transversal e analítico, realizado numa amostra de 208 crianças, com uma média de idades de 7,99 ± 1,33. Foi aplicado um questionário adaptado de Vicente-Rodriguez et al., e foi realizada uma avaliação antropométrica às crianças. Resultados: Verificou-se, quanto ao nível de instrução dos ED que 13,9% apresentavam habilitações literárias ao nível do 6ºano e 32,2% apresentava ao nível do 12ºano. Constatou-se que 57,3% das crianças visualizavam televisão (TV) todos os dias, com mais horas de visualização de TV durante o fim de semana, comparativamente aos dias úteis da semana e que 65,9% não possuíam aparelho televisivo nos quartos. Aferiu-se que 28,4% das crianças apresentavam pré-obesidade e 14,4% obesidade. Observou-se uma correlação estatística entre o nível de instrução do ED e o IMC. Contatou-se que não houve correlação estatisticamente significativa entre os dias de exposição à TV e o IMC, e também não houve correlação estatisticamente significativa entre as horas de exposição com o IMC. Verificou-se, ainda, que não houve diferenças significativas no IMC das crianças tendo estas ou não uma TV no quarto. Conclusão: Não houve correlação entre o IMC e a exposição televisiva, contudo o nível de instrução correlacionou-se com o IMC, corroborando que são determinantes na saúde infantil e é necessário o estímulo a atividades e programas que promovam um estilo de vida ativo.
- Relação da exposição televisiva e do nível de instrução do encarregado de educação no índice de massa corporal infantilPublication . Teixeira, Joana Daniela; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesA prevalência da obesidade tem implicações futuras na saúde e a televisão tem sido citada como um fator contribuinte, seja por incentivar o consumo de alimentos calóricos ou por conduzir ao sedentarismo. O nível de instrução dos encarregados de educação (ED) tem sido apontado como um determinante de um estilo de vida saudável, pelo que as crianças podem apresentar um maior risco de desenvolver excesso de peso. Objetivo: Analisar a relação da exposição televisiva e do nível de instrução do ED no Índice de Massa Corporal (IMC) infantil. Métodos: Estudo quantitativo, transversal e analítico, realizado numa amostra de 208 crianças, com uma média de idades de 7,99 ± 1,33. Foi aplicado um questionário adaptado de Vicente-Rodriguez et al., e foi realizada uma avaliação antropométrica às crianças. Resultados: Verificou-se, quanto ao nível de instrução dos ED que 13,9% apresentavam habilitações literárias ao nível do 6ºano e 32,2% apresentava ao nível do 12ºano. Constatou-se que 57,3% das crianças visualizavam televisão (TV) todos os dias, com mais horas de visualização de TV durante o fim de semana, comparativamente aos dias úteis da semana e que 65,9% não possuíam aparelho televisivo nos quartos. Aferiu-se que 28,4% das crianças apresentavam pré-obesidade e 14,4% obesidade. Observou-se uma correlação estatística entre o nível de instrução do ED e o IMC. Contatou-se que não houve correlação estatisticamente significativa entre os dias de exposição à TV e o IMC, e também não houve correlação estatisticamente significativa entre as horas de exposição com o IMC. Verificou-se, ainda, que não houve diferenças significativas no IMC das crianças tendo estas ou não uma TV no quarto. Conclusão: Não houve correlação entre o IMC e a exposição televisiva, contudo o nível de instrução correlacionou-se com o IMC, corroborando que são determinantes na saúde infantil e é necessário o estímulo a atividades e programas que promovam um estilo de vida ativo.
