Percorrer por autor "Santos Neto, Alice Beatriz Patekoski"
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- Variação espacial e sazonal de cobertos de Castanheiro (Castanea sativa Mill.) na região de Trás-os-Montes: avaliações com recurso ao índice NDVIPublication . Santos Neto, Alice Beatriz Patekoski; Figueiredo, Tomás de; Hernández, Zulimar; Manosso, Fernando CésarA produção nacional de castanhas representa um fator crucial para a economia regional, especialmente em Trás-os-Montes, Nordeste de Portugal. As áreas ocupadas com castanheiros têm vindo a aumentar ao longo dos últimos anos. Sendo assim, esta dissertação tem como principal objetivo, analisar, avaliar e delimitar espacialmente os castanheiros, identificando a distribuição da cobertura vegetal ocupada por castanheiros (Castanea sativa Mill.) na região Nordeste (NE) de Portugal, utilizando recursos de imagem do Satélite Sentinel 2, dos últimos cinco anos, 2017, 2018, 2019, 2020 e 2021, com enfoque na utilização de bandas espectrais pelo cálculo do Índice de Vegetação por diferença Normalizada (NDVI), para identificar e analisar o castanheiro ao longo das estações do ano e sua distribuição espacial, diferenciando a cobertura florestal da cobertura de pomares. As imagens de satélite foram obtidas a partir do servidor EO Browser. Realizou-se o tratamento das imagens nos softwares ArcGis e Google Earth, e, para o tratamento dos dados obtidos utilizou-se o software Excel. Neste estudo constatou-se que os castanheiros se adaptam às variações espaciais e, porém, em áreas com maiores altitudes ocorre maior concentração e distribuição de castanheiros (entre 500 e 1000 metros) , estando distribuídos em sua maior parte nos concelhos de Vinhais e Bragança com altitudes médias de 714 e 799 metros, respetivamente. Os valores de NDVI variam ao longo do ano, esse fato está relacionado ao estado fenológico dos castanheiros em conjunto com as distinções climáticas das estações ao longo do ano. No outono e inverno valores de NDVI são menores já no verão e primavera são maiores uma vez que os castanheiros possuem mais visibilidade no NIR. O valor máximo de NDVI para as florestas foi de 0,70 frente ao 0,56 para os pomares. Os valores de NDVI são sensíveis às variações climáticas, eventos como geadas e de neve impactam diretamente na leitura espectral da imagem, sendo assim, o NDVI pode ser um indicador bioclimático.
