Percorrer por autor "Russo-Almeida, Paulo"
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- A alimentação artificial para abelhas: rastreio de qualidade, digestibilidade e impacto nas colóniaPublication . Zangirolami, Marcela de Souza; Tomás, Andreia; Março, Paulo Henrique; Russo-Almeida, Paulo; Vilas-Boas, MiguelAs abelhas, Apis mellífera, recolhem um conjunto de substâncias da natureza para assegurarem a sua sobrevivência, nomeadamente o néctar, o pólen, a água e a própolis. Uma dieta equilibrada é a base para o crescimento e desenvolvimento da colónia.
- Assessment of bioactive compounds under simulated gastrointestinal digestion of bee pollen and bee bread: Bioaccessibility and antioxidant activityPublication . Aylanc, Volkan; Tomás, Andreia; Russo-Almeida, Paulo; Falcão, Soraia; Vilas-Boas, MiguelBee pollen and bee bread have always been regarded as excellent natural resources for application in food and pharmaceutical fields due to their rich nutrient content and diversity of bioactive compounds with health-improving properties. Extensive studies on both bee products as ingredients for a healthy diet were reported, although the data concerning their metabolization on the gastrointestinal tract is quite limited. Here, we report, at each digestive stage, the bioactive profile for both bee products, their bioaccessibility levels and the antioxidant activity evaluation. The findings indicated that the average bioaccessibility level of total phenolic and total flavonoid content for bee pollen was 31% and 25%, respectively, while it was 38% and 35% for bee bread. This was reflected in a decrease of their antioxidant capacity at the end of in vitro gastrointestinal digestion, both in free radicals scavenging capacity and in reducing power. Moreover, within the 35 phytochemicals identified, the most affected by gastrointestinal digestion were phenylamides, with a complete digestibility at the end of the intestinal phase. Overall, our results highlight that bioactive compounds in both raw products do not reflect the real amount absorbed in the intestine, being bee bread more accessible in bioactive content than bee pollen.
- Avaliação da atividade antioxidante do mel de rosmaninho portuguêsPublication . Tomás, Andreia; Falcão, Soraia; Russo-Almeida, Paulo; Vilas-Boas, MiguelO mel de Rosmaninho é um dos méis monoflorais mais comuns em Portugal, devido à ampla dispersão espontânea de diferentes espécies do género Lavandula: L. pedunculata, a mais abundante, L. stoechas com as subespécies stoechas e luisieri e ainda, de uma forma localizada, a L. viridis. O mel, á semelhança de muitos outros produtos pode apresentar uma grande variedade de compostos com atividade terapêutica, nomeadamente ácidos fenólicos e flavonóides, os quais dependem da origem floral, bem como de fatores sazonais e ambientais. Estes compostos são uma fonte de antioxidantes o que permite considerar o mel um alimento nutracêutico mas também potência o seu uso a nível medicinal dada a sua atividade antimicrobiana. O objetivo deste trabalho foi avaliar a bioatividade do mel de rosmaninho proveniente de sete áreas geográficas diferentes de Portugal através da quantificação do teor em fenóis totais, pela avaliação da capacidade bloqueadora de radicais e pelo seu poder redutor. O teor em fenóis totais foi identificado pelo método de Folin Ciocalteu apresentando as amostras de mel valores que oscilam entre o mínimo de 0,28 e, um máximo de 0,69 mgGAEkg . A capacidade dos antioxidantes presentes na amostras sequestrar radicais livres foi avaliada através do efeito bloqueador dos radicais de DPPH (2, 2-difenil-l-pirrilhidrazilo). Os valores observados, apresentados como ECso, oscilaram entre 30 e 150mgmL'1. Para avaliar a presença de agentes redutores utiljzou-se o método da redução do complexo Fe3+ ferrocianeto à sua forma ferrosa, Fe2+, observando-se valores que oscilaram entre 0,05 e 0,09g/100g de mel. De um modo geral verifica-se que o néctar de rosmaninho, quando comparado com méis de outras origens florais, não apresenta teores de compostos fenólicos muito elevados, diminuindo o teor com o aumento da percentagem de rosmaninho identificada por melissopalinologia. Consequentemente, a atividade antioxidante é mais reduzida nestes méis.
- Avaliação de alimentos comerciais utilizados em apiculturaPublication . Lobo, Raulene; Russo-Almeida, Paulo; Teixeira, José L.; Martins, Ângela; Vilas-Boas, MiguelO estado nutricional de uma colónia é reconhecido como um fator chave para garantir uma colmeia saudável. Assim, é natural que se verifique por parte dos apicultores um incremento na procura de suplementos alimentares para colmatar os desequilíbrios nutricionais de acordo com os objetivos desejados pelos mesmos. As empresas ligadas à apicultura têm demonstrado uma enorme capacidade para responder a essa procura, verificando-se uma escalada crescente e agressiva no número de produtos comercializados, fruto também da baixa regulamentação de produtos alimentares para animais. Atualmente estão disponíveis mais de 40 produtos no mercado Português, com uma composição muito variável e por vezes mesmo indefinida, alegando um conjunto de ações ao nível de estimulo à criação, suplemento energético, suporte à criação de rainhas, melhoria da qualidade de postura redução de níveis de reprodução de varroa, melhoria da microflora intestinal das abelhas, prevenção da Nosemose, melhoria da saúde de colmeias infestadas por Loque americana, entre outras. Face a esta realidade o projeto ApisCibus, financiado pelo PAN (Programa Apícola Nacional), no qual intervêm a FNAP, como entidade preponente, o IPB como coordenador científico e a UTAD como parceira científica, pretende avaliar nutricionalmente alimentos presentes no mercado português. Neste trabalho são apresentados os resultados preliminares entretanto obtidos. A metodologia utilizada segue as recomendações de um grupo de especialistas apícolas da comunidade científica internacional COLOSS [1]. Os alimentos são avaliados de acordo com a longevidade das abelhas que os ingerem. As abelhas (Apis mellifera iberiensis) utilizadas neste estudo, nasceram em estufa à temperatura de 35 ºC e humidade de 70%, num período de 10 horas sem acesso a alimento. Após o nascimento foram homogeneizadas e aleatoriamente distribuídas por gaiolas num total de 50 abelhas por gaiola. Foram realizados 2 ensaios, no primeiro forneceu-se um alimento e água a cada gaiola com abelhas e envolveu 14 alimentos (9 energéticos e 5 proteicos); no segundo ensaio, a cada gaiola foi fornecido um alimento proteico e um energético, mais água, num total 20 gaiolas, tendo-se efetuado 2 réplicas. Os resultados sugerem que com a utilização de alimentos energéticos se obtém uma longevidade superior à dos alimentos proteicos. Em geral, observou-se uma sinergia positiva quando se associou um alimento energético a um proteico, mas verificou-se uma exceção em que alimentos energéticos sozinhos apresentaram maior longevidade do que quando associados a um proteico o que sugere uma eventual toxicidade do segundo. O pólen quando combinado com um alimento energético mostrou ser o alimento proteico com maior capacidade para manter as abelhas vivas.
- Avaliação do perfil de açúcares do Mel de Rosmaninho PortuguêsPublication . Tomás, Andreia; Russo-Almeida, Paulo; Vilas-Boas, MiguelO mel produzido pela abelha Apis mellifera é um produto natural com uma grande tradição de consumo devido às suas propriedades nutricionais e terapêuticas. Em Portugal, o mel de rosmaninho é um dos mais comuns, devido à ampla dispersão espontânea de espécies do género Lavandula: L. pedunculata, a mais abundante, L. stoechas com as subespécies stoechas e luisieri e ainda, de uma forma localizada, a L. viridis. Esta diversidade, associada aos padrões de qualidade estabelecidos internacionalmente com base noutras espécies de Lavandula, colocam ao mel de rosmaninho Português dificuldades para se enquadrar nesse padrão. Neste trabalho apresentam-se os resultados de caraterização do perfil de açúcares para amostras, recolhidas em 2014 nas diferentes regiões do país com alto potencial para a produção deste tipo de mel monofloral. Os resultados de melissopalinologia confirmaram a monofloralidade de 72% das amostras em estudo, observando-se um perfil de hidratos de carbono caraterístico de méis de néctar, com predominância da frutose e glucose. Os teores destes monossacarídeos variam ligeiramente com a região de proveniência do mel, observando-se uma menor tendência de cristalização para os méis do sul de Portugal. Adicionalmente, foi também identificada a presença de sacarose e maltose, entre outros, em quantidades inferiores a 5%.
- Caraterização palinológica e físico-química de méis da Serra do Bussaco, centro de PortugalPublication . Caravela, Marcelino; Vilas-Boas, Miguel; Russo-Almeida, Paulo; Silveira, PauloA valorização dos produtos apícolas, e em particular o mel, está diretamente ligada à avaliação dos parâmetros de qualidade e promoção das suas especificadas. Para certificar a respetiva origem botânica e avaliar a qualidade do mel da Serra do Bussaco foram analisadas dez amostras de méis disponibilizadas pela Associação dos Apicultores do Litoral Centro (AALC), consideradas empiricamente pêlos apicultores, como méis multiflorais. Para tal, fez-se a análise melissopalinológica, através da observação do espetro polinico e elementos de melada. Posteriormente, fez-se a avaliação físico-química da humidade, cor, condutividade elétrica, acidez, hidroximetilfurfural (HMF), índice diastásico, prolina e perfil em açúcares. A atividade antioxidante mediu-se mediante a análise de fenóis totais, poder redutor e a capacidade bloqueadora de radicais livres. Foram encontradas 5 amostras de méis de néctar e outras cinco de mistura destes com melada. Do ponto de vista qualitativo, os resultados sugerem a existência de 7 amostras de méis multiflorais com forte influência de Eucalyptus e com alguns outros grupos taxonómicos e 3 de méis monoflorais de Eucalyptus. Em relação à qualidade, os valores foram aceitáveis, embora tenha sido registada uma ligeira subida de HMF em relação ao índice diastásico nas amostras de Miro, Mata de Bussaco e Lameira de São Pedro. O valor mais baixo de HMF foi encontrado na amostra de Telhado e o mais alto em Lameira de São Pedro. Todas as amostras apresentaram propriedades antioxidantes moderadas. Entre os méis monoflorais e multiflorais, aqui estudados, foram encontradas diferenças significativas para a trealose (t=-2, 733, p<0, 05) e para o índice diastásico (t=-2, 778, p<0, 05). Estes méis apresentaram bom estado de frescura, cristalizaram parcialmente e a cor situou-se na faixa de âmbar.
- Development of energy bars with bee pollen and bee breadPublication . Vilares, Cátia Sofia; Tomás, Andreia; Russo-Almeida, Paulo; Martins, Vitor Manuel Ramalheira; Vilas-Boas, MiguelBee pollen and bee bread are two beehive products that have a high nutritional value, result of the presence of proteins, amino acids, fatty acids, carbohydrates, vitamins, minerals and phenolic compounds [1]. Therefore, these products can be considered as excellent ingredients for energy bars. The study focused on the formulation of different energy bars with compositional variation of pollen and bee bread. Additionally, the composition included chestnuts, almonds, walnuts, hazelnuts, common in Trás-os-Montes region, and ingredients such as white quinoa, sesame and oat flake. Here we report the first stage of the study, namely the nutritional characteristics of all the raw materials and the sensory analysis of the energy bars. The results of the pollen analysis for bee pollen and bee bread, identified as the predominant origin the Fabaceae family (21%) and Fagaceae family (39%), respectively. In nutritional terms, bee pollen showed a higher content of moisture, proteins, fat, and energy when compared to bee bread. In opposition, the bee bread had a higher content of ash, fiber, and carbohydrates. The sugar profile for bee bread highlighted the high fructose content when compared to pollen. For the dry fruits, walnuts showed a high fat content, while almonds have presented high levels of protein and carbohydrates. The hazelnut, on the other hand, was characterized by its rich fiber and sucrose contents. Regarding seeds, the sesame seed exhibited the highest contents of ash, fat, protein, energy, and fiber. For the sugar profile, the seeds only contained sucrose, with the highest value found in white quinoa. According to a sensory analysis (Table 1), the panel acceptability was good for all the energy bars, with the two highest scores registered for the formulations containing pollen, particularly those with white quinoa/hazelnut and sesame seed/almond combinations.
- Development of energy bars with bee pollen and bee breadPublication . Vilares, Cátia Sofia; Tomás, Andreia; Russo-Almeida, Paulo; Martins, Vitor Manuel Ramalheira; Vilas-Boas, MiguelBee pollen and bee bread are two beehive products with high nutritional value, result of the presence of proteins, amino acids, fatty acids, carbohydrates, vitamins, minerals and phenolic compounds. Therefore, these products can be considered as excellent ingredients for energy bars. The study focused on the formulation of different energy bars with compositional variation of pollen and bee bread. Additionally, the composition included almonds, walnuts, hazelnuts, common in Trás-os-Montes region, and ingredients such as white quinoa, sesame and oat flake.
- Development of natural sporopollenin microcapsules: from bee pollen to versatile biomaterialsPublication . Aylanc, Volkan; Ertosun, Seymanur; Peixoto, Andreia F.; Santamaria-Echart, Arantzazu; Russo-Almeida, Paulo; Vale, Nuno; Freire, Cristina; Vilas-Boas, MiguelThe outer layer of the pollen grain, which plays a crucial role in the continuity of terrestrial plant life, has received significant attention due to its robustness, chemical inertness, and biocompatible structure made of sporopollenin. Herein, we present a straightforward method for producing high-purity (up to 97%) polymeric sporopollenin biocapsules (S-BioCaps) from bee pollen, exploring new plant sources for S-BioCaps, and diversifying the available morphologies to broaden the applications of pollen-based microcapsules. Following a purification process involving defatting, acidolysis, and several washing steps, we removed the inner components of the pollen grains and reduced the protein content to 2%. Confocal laser scanning and scanning electron microscopy images showed that the hollow and 3D S-BioCaps microstructure were preserved, while laser diffraction particle size analysis validated their monodisperse distribution across each pollen type within the size range of 15 to 24 μm. S-BioCaps tended to exhibit hydrophobic behavior when assessed through water dispersion and water marble analysis. Moreover, we sought to figure out the chemical changes occurring in specimens through Fourier-transform infrared analysis, and findings were consistent with simultaneous thermal analysis, where the thermal decomposition of sporopollenin biopolymer reached up to 457 °C. Overall, this work demonstrates a straightforward approach for utilizing pollen grains from Echium sp., Jasione sp., Papaver sp., Amaranthaceae, and Helianthemum sp., collected with the assistance of honeybees, to produce stable S-BioCaps with diverse morphologies, thereby broadening their potential applications as drug delivery microcarriers.
- Diferenciação polínica entre o mel de rosmaninho (Lavandula spp.) do norte e do sul de PortugalPublication . Russo-Almeida, Paulo; Figueiredo, Maria Teresa; Martins, Ângela; Nunes, Luís; Sousa, Maria João; Vilas-Boas, MiguelO mel de rosmaninho é um dos méis portugueses monoflorais de maior expressão produtiva e por consequência com elevado potencial de exportação para mercados que melhor valorizam este tipo de méis. Além de rosmaninho, designação mais comum, esta planta também é conhecida nalgumas regiões como "arçã" e como "torneio" Do ponto de vista botânico inclui três espécies pertencentes ao género Lavandula, designadamente, a L. pedunculata, mais comum no norte e centro de Portugal, a L stoechas mais comum no Alentejo e principalmente no Algarve e a Z.. v/r/of/s ou rosmaninho verde, restringido a pequenas áreas do Alentejo litoral, do Algarve e do concelho de Mértola. Esta planta cresce em regiões com clima marcadamente mediterrânico, como acontece na faixa interior do país, litoral alentejano e grande parte das serras do Algarve. Raramente é observado acima dos 800m de altitude. As características sensoriais deste mel não diferem muito com a região de proveniência, designadamente quanto à cor e quanto ao aroma. Por outro lado, verificando-se uma sobreposição na distribuição de tamanho dos grãos de pólen destas espécies de Lavandula não é possível distingui-los numa análise poíínica. Neste trabalho procura-se identificar quais os tipos polínicos de plantas acompanhantes que permitem diferenciar o mel de rosmaninho português quanto à região de proveniência e quanto à riqueza de sedimento polínico. Para o efeito é investigado o resultado 75 análises palinológicas qualitativa
