Percorrer por autor "Roman, Matheus Henrique"
A mostrar 1 - 3 de 3
Resultados por página
Opções de ordenação
- Contributo para a caraterização do setor olivícola e oleícola do BrasilPublication . Roman, Matheus Henrique; Firmino, Adaelson; Vasquez, Márcio; Cabo, Paula; Rodrigues, Nuno; Pereira, J.A.O Brasil é um dos principais importadores mundiais de azeite, sendo que a média anual de importação, na última década, rondou as 64 mil toneladas de azeite. O setor da olivicultura e azeite neste País tem mostrado um dinamismo crescente, com plantação de olivais em diferentes regiões, os quais começam atualmente a entrar em produção. Este trabalho teve por objetivo proceder à análise das importações de azeite para o mercado brasileiro, bem como, fazer um ponto da situação no que se refere à expansão da olivicultura no Brasil. A análise abrange um período de 10 anos (2008 a 2018) e tem por base informação secundária, nomeadamente, estatísticas e outros dados oficiais disponibilizadas por organizações internacionais, como o Conselho Oleícola Internacional e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, e, a nível interno (Brasil), o Ministério da Agricultura e Pecuária e diferentes organismos como EPAMIG, EMBRAPA, SAPI e APTA, e Associações de Agricultores. O Brasil é o segundo maior importador de azeite do mundo importando maioritariamente de Portugal e a Espanha. No período analisado, a área plantada passou de 6 hectares para a estimativa de 6500 hectares em 2018. O Rio Grande do Sul é a primeira região em área cultivada e produção, seguido de perto por Minas Gerais. Por ordem de importância, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Espírito Santo, Goiás e Bahia são também regiões onde a área plantada está em crescimento. Das variedades, destaca-se a Arbequina, que representa cerca de 50% das oliveiras instaladas, seguida da Arbosana, Koroneiki e Frantoio. Há igualmente áreas plantadas de Ascolano, Barnéa, Coratina, Grapollo, Manzanilha, Maria da Fé, Mission e Picual. As informações recolhidas apontam para 2018 uma produção 1200 toneladas de azeitona e 165000 litros de azeite.
- Resposta de feijão-comum (Phaseolus vulgaris L.) à adubação nitrogenada e à aplicação de um biofertilizantePublication . Roman, Matheus Henrique; Rodrigues, M.A.; Arrobas, Margarida; Finatto, TacianeO feijão (Phaseolus vulgaris L.) é uma leguminosa com grande importância na alimentação humana e na economia de vários países, pelo que melhorar sua produtividade é de fundamental importância. Dentro do manejo podem ser adotadas técnicas para melhorar a sua produção, sendo que o uso de nitrogênio é um dos mais importantes. Este trabalho teve como objetivo estudar a resposta de feijão-comum à adubação nitrogenada e à aplicação de um biofertilizante. Para isso se instalou um experimento a campo com esquema fatorial utilizando duas cultivares de feijão anão (‘Foicinha’ e ‘Rajada’) sob três regimes de adubação nitrogenada: T1 – 0 kg N ha-1 (testemunha); T2 – 80 kg N ha-1; T3 – 4 L de biofertilizante ha-1. Se realizaram análises de macronutrientes (azoto, fósforo, potássio, cálcio e magnésio) e micronutrientes (boro, cobre, ferro, manganês e zinco) nos tecidos da planta e se quantificou a produção de matéria seca da parte aérea, sem os grãos, dos grãos e total aos 42, 53, 73 e aos 93 dias após a semeadura. Ao final do ciclo da cultura ainda se avaliaram os seguintes caracteres de rendimento agronômico: número de vagens por planta; número de locos por vagem; número de locos falhos por vagem; número de grãos por vagem; massa de mil grãos; e rendimento de grãos. Os dados foram submetidos a analise de variância (ANOVA) e comparados pelo teste Duncan a 5% de probabilidade de erro. Todos os caracteres de rendimento agronômico, exceto número de locos por vagem, apresentaram diferenças significativas entre cultivares, porém nenhum apresentou diferença entre tratamentos. O rendimento de grãos foi superior na cultivar ‘Rajada’. Na cultivar ‘Foicinha’ encontraram-se diferenças entre tratamentos, onde T1 foi superior, diferindo estatisticamente de T3. A maior produção de matéria seca total foi encontrada na cultivar ‘Rajada’ em T2 ao final do ciclo (93 DAS). No ponto de vistanutricional, destaca-se o nitrogênio, que apresentou diferenças significativas entre cultivares em todas as datas de coleta, sendo que a cultivar ‘Foicinha’ apresentou teores superiores em todas as coletas em relação ‘Rajada’, seja nos grãos ou na matéria seca da fitomassa. A dinâmica deste nutriente foi a mesma em ambas as cultivares, sendo que ocorreu um descrescimo do teor na fitomassa entre as coletas e um acréscimo do teor nos grãos. Com este trabalho pode concluir-se que a produção de grãos mostrou-se genótipo dependente, a massa de mil grãos foi o único caracter que apresentou resposta em relação às diferentes adubações, a matéria seca total foi superior na cultivar ‘Foicinha’ com uso do biofertilizante e os teores de nitrogênio diferiram entre cultivares, enquanto que entre tratamentos não se registraram diferenças significativas.
- Resposta de feijão-comum à adubação azotada e à aplicação de um biofertilzantePublication . Roman, Matheus Henrique; Choupina, Altino; Finatto, Taciane; Arrobas, Margarida; Rodrigues, M.A.O nitrogênio é um nutriente de elevada importância em sistemas agrícolas, sendo que sua limitação ocasiona perdas na produção vegetal. Quando aplicado em formas químicas apresenta custo elevado e se mal manejado pode causar danos ao ambiente. O objetivo deste trabalho foi comparar adubação nitrogenada com um biofertilizante comercial na cultura do feijão (Phaseolus vulgaris L.). O experimento foi conduzido a campo nas dependências do Instituto Politécnico de Bragança, em Portugal, (41º47’N e 6º45’W) em um delineamento experimental que incluiu duas cultivares (‘Foicinha’ e ‘Rajada’) e três regimes de adubação. Os regimes de adubação foram: T1, testemunha sem azoto ou biofertilizante; T2, aplicação de 80 kg N ha-1; e T3, utilização de um biofertilizante comercial na dose de 4,0 L ha-1. Foram avaliados caracteres de rendimento agronômico: número de vagens por planta (NVP), número de grãos por vagem (NGV), número de locos por vagem (NLV), número de locos falhos por vagem (NFV), massa de mil grãos (MMG) e rendimento de grãos (RG), além do acúmulo de massa seca (MS) na parte aérea (MSPA) e nos grãos (MSG). Para a cultivar ‘Foicinha’ registaram-se diferenças significativas para MMG, onde T3 foi superior diferindo de T1 em 126 g. Para RG, T2 teve um ganho equivalente à 773 kg ha-1 em relação a testemunha. Para a cultivar ‘Rajada’ não ocorreram diferenças significativas em nenhum dos componentes analisados. Para o acumulo da MS total ao final do ciclo (em ambas cultivares) não houveram diferenças significativas.
