Percorrer por autor "Rocha, Catarina da Conceição Pedro"
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- Caracterização do fluxo ativação da equipa de emergência médica intra-hospitalarPublication . Rocha, Catarina da Conceição Pedro; Veiga-Branco, AugustaAs equipas de emergência médica intra-hospitalar têm como principal objetivo a abordagem de situações de deterioração aguda do estado geral do utente. Todos os profissionais devem ter conhecimento da sua existência, das situações que justificam a sua intervenção, bem como do processo de mobilização, desde a ativação até ao destino do final do doente. O objetivo, deste trabalho, é conhecer os contextos do percurso do fluxo de ativação, da equipa médica intra-hospitalar, de uma unidade local de saúde do Norte, desde o processo inicial até ao destino do utente. Como metodologia, foi desenvolvido um estudo de abordagem quantitativa, exploratório, transversal, descritivo, a partir da análise do fluxo de ativações. A amostra é constituída por 78 eventos de ativação, tendo sido elaborado um documento próprio (Instrumento Recolha de Dados) para registo e colheita de dados, para posterior análise. A análise dos resultados, revelou que a amostra é maioritariamente constituída por utentes do sexo feminino (56,4%), com uma média etária de 70,85 anos. O serviço que mais acionou a equipa de emergência médica intra-hospitalar, foi a medicina interna (26,9%), sendo o motivo de ativação, mais frequente, a paragem cardiorrespiratória (28,2%). O principal destino dos utentes foi o serviço de urgência (26,2%) e a sala de emergência (23,1%). O tempo médio de ativação, emerge dos diferentes locais da unidade hospitalar, e segundo os registos do estudo, foi de 6,28 minutos (variável entre 3,82 minutos e 11,7 minutos). Em conclusão defende-se a necessidade de prosseguir os estudos relativamente a estes eventos, para poder, a partir de resultados mais amplos, desenvolver estratégias para diminuir o período de tempo de resposta em determinados serviços mais distantes. Espera-se que os resultados deste estudo possam contribuir para uma maior segurança na prestação de cuidados à pessoa em situação crítica e cultivar o reconhecimento mais precoce de deterioração aguda do doente, em todos os serviços.
- Caracterização do fluxo ativação da equipa de emergência médica intra-hospitalarPublication . Rocha, Catarina da Conceição Pedro; Veiga-Branco, AugustaTal como vai ser apresentado, estas equipas vêm colmatar muitas das dificuldades sentidas na atuação ao doente em enfermaria, que evolui para estado critico. Este é incapaz de manter a sua estabilidade fisiológica ou apresenta risco de instabilidade fisiológica, falência multiorgânica e cuja sobrevivência depende de meios de monitorização, cuidados intensivos e de terapêutica (OE, 2018), tendo sido esta a principal motivação para a realização deste estudo. As situações de emergência que ocorrem em ambiente intra-hospitalar, têm vindo a apresentar um crescente interesse no que diz respeito à investigação. É uma temática de extrema importância, visto que a segurança dos cidadãos a nível intra-hospitalar é um dos elementos fundamentais da qualidade em saúde (Despacho n.1400-A/2015). De ressalvar que neste ambiente intra-hospitalar são contemplados não apenas os doentes, mas também todos os utentes, familiares e funcionários que se encontram dentro das instalações hospitalares. Neste contexto a Direção-Geral da Saúde (DGS) através da Circular Normativa n.º 15/DQS/DQCO, de 22 de junho de 2010, determinou a criação e implementação, a nível nacional, das Equipas de Emergência Médica Intra-Hospitalares (EEMI).
