Browsing by Author "Pereira, Ana de Fátima"
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- Alterações músculo-esqueléticas relacionadas com o envelhecimento: causas e consequênciasPublication . Pereira, Ana de Fátima; Silva, A.J.; Monteiro, A.M.; Costa, Aldo M.; Marques, Mário C.O aumento da população idosa e a crescente procura de tratamentos mais adequados para aliviar a dor causada pelos fatores que caracterizam o envelhecimento, particularmente a instalação da sarcopenia, condição associada ao sedentarismo e em alguns casos a enfermidades como artrites e artrose, são responsáveis pelo desenvolvimento de dores articulares que impossibilitam a prática de exercício físico, despoletando outros riscos como a osteoporose e perda da estabilidade postural que em conjunto aumentam o risco de quedas, lesões e fraturas associadas (Powers & Howley, 1997). Porém, a sua origem deverá ser igualmente interpretada muitas vezes como consequência das crescentes limitações do foro ortopédico. A inatividade conduz a um desuso do sistema músculo-esquelético e naturalmente a uma hipo-estimulação do tecido muscular conduzindo à atrofia do mesmo com diminuição da sua função (Tavares, C. 2003). Um exemplo categórico é o caso da osteoartrose do joelho, uma patologia articular crónica degenerativa, frequente em adultos e idosos que interfere na mobilidade e autonomia. A osteoartrose é caracterizada pela presença de dor e limitação funcional, consequência da formação de osteófitos e/ou alteração na integridade da cartilagem articular, que conduzem a uma perda gradual da força, diminuição da mobilidade e instabilidade articular. Frequentemente assistimos nos indivíduos com esta patologia a uma diminuição gradual nos seus níveis de atividade física, já que a imobilização da articulação contribui para diminuir o processo inflamatório na mesma, diminuindo também a dor. No entanto, a imobilização da articulação com artrose vai potenciar: a atrofia, o encurtamento de músculos e tendões, o surgimento de contracturas, a perda de massa óssea, o aumento do risco de fratura, a redução da mobilidade articular e a degeneração da cartilagem (Gordon, N., 1992). Assim, a inatividade física torna-se contraproducente, sendo a prescrição de exercício físico adequado uma forma de combater o avanço progressivo da doença. O fortalecimento da musculatura peri articular é fundamental para a obtenção do equilíbrio da articulação, controlando o impacto do pé sobre o solo durante a marcha, lubrificando a articulação e reduzindo os movimentos anormais entre as superfícies articulares o que ajuda a diminuir a degeneração da articulação (Roddy, E., W. Zhang, and M. Doherty, 2005). A manutenção do equilíbrio é um aspeto determinante na funcionalidade e autonomia estando relacionado como o sistema visual, somatosensorial e vestibular, com a força dos membros inferiores, nomeadamente os grupos musculares flexores e extensores das articulações do joelho e tibiotársica, que tendem a diminuir com a idade. Além disso, as alterações degenerativas dos discos intervertebrais, somados à diminuição da flexibilidade e da força das estruturas musculares e das posturas incorretas frequentes, conduzem a desalinhamentos nas curvaturas da coluna que por sua vez contribuem para a deterioração do equilíbrio, não só estático, como também dinâmico, e consequentemente do padrão de marcha. Neste contexto, a realização de atividade física é fundamental na prevenção de quedas e de fraturas associadas, tendo sido demonstrado por vários estudos que a participação em programas de exercício e o treino de tarefas especificamente orientadas para o sistema sensorial e a manutenção da estabilidade postural reduzem significativamente o número de quedas quando comparado a grupos de controlo, tanto em homens como em mulheres (Izquierdo et al., 2005; 2004). Em suma, o treino da força com intensidade moderada a elevada pode ser efetuado com elevada tolerância por parte de adultos e idosos, com resultados bastante satisfatórios em termos de adaptação morfológica e funcional, assim como também em termos de propriedades elétricas e contrácteis.*
- Anaerobic critical velocity of master swimmersPublication . Espada, Mário; Figueiredo, T.; Dias, C.; Lopes, Carla; Barbosa, Tiago M.; Soares, A.J.; Pereira, Ana de FátimaBased on the concept of critical velocity (CV), a new trend has been suggested with the aim to determine anaerobic performances. Using short distances trials, the concept of anaerobic critical velocity (AnCV) seems to represent the functional anaerobic capacity of swimmers. Marinho et al. (2011) found a linear relationship between AnCV and 50 m swimming performance (S50) in young swimmers, suggesting that AnCV could be a relevant parameter to monitor and prescribe anaerobic training sets. The purpose of this study was to analyze the relationship between AnCV and swimming performance in master swimmers. Also, ascertain if AnCV may be determined based in two or three swimming distances, 15, 25 and 50 m (T15, T25 and T50, respectively).
- Assessment of heart rate in infants from 6 to 36 months old during aquatic activitiesPublication . Martins, Marta; Silva, A.J.; Pereira, Ana de Fátima; Moreira, António; Sarmento, Pedro; Barbosa, Tiago M.; Marinho, D.A.Some authors (e.g. Maclaren and Coulson, 1999; Dekerle, 2006) reported that aerobic training has a positive effect on critical velocity in swimming. However, it raises the question whereas this effect is similar among swimmers of different performance level. Therefore, the purpose of this study was to determine the training responses in aerobic parameters (critical velocity and critical stroke rate) in young swimmers of different level during an in-season period of training.
- Muscle tissue changes with agingPublication . Pereira, Ana de Fátima; Silva, A.J.; Costa, Aldo M.; Monteiro, A.M.; Bastos, Estela; Marques, Mário C.Sarcopenia is characterized by a progressive generalized decrease of skeletal muscle mass, strength and function with aging. Recent- ly, the genetic determination has been associated with muscle mass and muscle strength in elderly. These two phenotypes of risk are the most commonly recognized and studied for sarcopenia, with heritability ranging from 30 to 85% for muscle strength and 45-90% for muscle mass. It is well known that the development and maintenance of muscle mass in early adulthood reduces the risk of developing sarcopenia and leads to a healthy aging. For that reason it seems important to identify which genetic factors interact with aging and in particular with the musculoskeletal response to exercise in such individuals. This review is designed to summarize the most important and representative studies about the possible association between certain genetic polymorphisms and muscle phenotypes in older populations. Also we will focuses on nutrition and some concerns associated with aging, including the role that exercise can have on reducing the negative effects of this phenomenon. Some results are inconsis- tent between studies and more replication studies underlying sarcopenia are needed, with larger samples and with different life cycles, particularly in the type and level of physical activity throughout life. In future we believe that further progress in understanding the ge- netic etiology and the metabolic pathways will provide valuable information on important biological mechanisms underlying the muscle physiology. This will enable better recognition of individuals at higher risk and the ability to more adequately address this debilitating condition.
- The benefits of resistance training in obese adolescents: a systematic review and meta-analysisPublication . Ribeiro, Bruno; Forte, Pedro; Vinhas, Raquel; Marinho, D.A.; Faíl, Luís B.; Pereira, Ana de Fátima; Vieira, Fernando A.R.; Neiva, Henrique P.Background: Physical activity is essential in acquiring healthy lifestyle behaviors in the early years of maturational development and preventing various diseases. Resistance training (RT) is fundamental for improving body composition and is increasingly recommended for obese adolescents. A systematic review and meta-analysis were performed to synthesize and analyze data on the effects of RT programs in this population, seeking to develop useful recommendations for health and sports professionals. Methods: A search was performed using four databases (Web of Science, Scopus, PubMed, and ScienceDirect). According to specific inclusion criteria, twenty-one studies were selected to evaluate the impact of RT on body mass index (BMI), body fat, waist circumference, muscle strength, insulin sensitivity, lean mass and cardiorespiratory fitness. Results: After the RT programs, the adolescents improved their muscle strength (SMD, 1.44; 95% CI: 0.76–2.12), cardiorespiratory fitness (SMD, 1.09; 95% CI: 0.15–2.04), BMI (SMD, 0.21; 95% CI: 0.07–0.35), waist circumference (SMD, 0.27; 95% CI: 0.06–0.47) and body fat (SMD, 0.20; 95% CI: 0.05–0.34). However, insulin sensitivity (SMD, 0.32; 95% CI: − 0.47 to 1.10) and lean mass (SMD, 0.12; 95% CI: − 0.06 to 0.31) did not reveal any changes. Different RT programs were used but it seems that 2–3 times/week ∼60 min/session of RT for 12 weeks should be recommended for positive changes. Conclusions: RT seems to be effective when the objective is to improve muscle strength, cardiorespiratory fitness and can be an efficient strategy to reduce obesity in adolescents by reducing body fat, waist circumference and body mass index.