Percorrer por autor "Paula, Lize Helena de"
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- Impacto de soluções passivas e ativas no desempenho energético de um edifício NZEB no norte de PortugalPublication . Paula, Lize Helena de; Fernandes, Sílvia; Vaz, António Jorge Ferreira; Casagrande Junior, Eloy FassiO consumo de energia em edifícios residenciais ocorre prioritariamente para o aquecimento de águas quentes e climatização (aquecimento e arrefecimento de ambientes). Sendo assim, a utilização de energia é um assunto em grande foco atualmente, pois impacta na emissão de gases de efeito estufa. Portugal comprometeu-se, no âmbito do Acordo de Paris, a tornar-se um país carbono neutro até 2050 e o plano de ação para atingir tal meta envolve a promoção dos edifícios com necessidades quase nulas de energia (NZEB) e a revisão do sistema de certificação energética nacional, que provocou a alteração da legislação sobre o desempenho térmico de edifícios. Devido a esta mudança, fez-se um estudo sobre a legislação relativa ao desempenho energético de edifícios válida até 31 de dezembro de 2020, o Decreto-Lei 118/2013, e a legislação em vigor após o dia 01 de julho de 2021, o Decreto-Lei 101-D/2020. Julgou-se interessante desenvolver um estudo de caso para avaliar o impacto de diferentes soluções correntes passivas e ativas (alterações da camada de isolamento térmico, aumento da área de vãos envidraçados, mudanças na inércia térmica, alteração da taxa nominal de renovação interior, mudança dos sistemas técnicos utilizados, entre outros) nas necessidades anuais de aquecimento, arrefecimento e energia primária de um edifício de habitação novo, localizado em uma zona de inverno I3 e zona de verão V2. O estudo visa reunir soluções preferenciais para adoção durante a fase de projeto de um edifício residencial NZEB. Considerando o estudo feito para adequação do edifício REH para NZEB, a alteração de características simples (o aumento do isolamento dos elementos da envolvente interior, aumento da taxa nominal de renovação interior e maior utilização de sistemas técnicos com uso de energias renováveis) provocou uma redução da emissão anual de CO2 de aproximadamente 76%. Em relação aos estudos efetuados referentes aos sistemas técnicos concluiu-se que há diversos fatores subjetivos a serem considerados e não é possível apontar um pacote de soluções preferencial. Assim, é indispensável a consideração do projetista na escolha das soluções, sendo necessário uma avaliação profissional a respeito dos parâmetros subjetivos como o impacto ambiental, impacto na saúde dos utilizadores, dificuldade na manutenção e instalação da solução, estética, funcionalidade e conforto, visto que todos esses parâmetros subjetivos influenciam na continuidade da vida humana no planeta.
