Percorrer por autor "Nunes, J.T."
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- Comportamento agronómico de um fertilizante orgânico em ensaio de campo com duas culturas sucessivas de nabiça e cevadaPublication . Rodrigues, M.A.; Vale, L.C.; Silva, D.B.; Ribeiro, Lucia M.; Rego, P.M.; Oliveira, João Manuel; Nunes, J.T.; Marrão, Rosalina; Fonseca, B.M.; Fernandes, H.M.; Andrade, João António; Arrobas, MargaridaO comportamento agronómico de um fertilizante orgânico autorizado em agricultura biológica foi estudado num ensaio de campo em duas estações de crescimento sucessivas em que na primeira (outonoinverno) se cultivou nabiça (Brassica rapa L.) e na segunda (inverno-primavera) se cultivou cevada (Hordeum vulgare L.). O fertilizante orgânico ensaiado tem composição média de 10% humidade, 5% N, 5% P20 5 e 3% K20. Os tratamentos fertilizantes e as doses de N aplicadas correspondentes foram: orgânico, 100 kg N ha·• (OrglOO); orgânico, 50 kg N ha·• (Org50) mineral, 100 kg N ha·• (MiniOO); mineral, 50 kg N ha·• (Min50); mineral fracionado 50 + 50 kg N ha·• (Mf50+50) e testemunha, sem N (T). A experiência foi organizada de forma completamente causalizada tendo cada unidade experimental uma área de 12m2 • O tratamento fertilizante MiniOO originou produção de matéria seca de nabiça e N exportado significativamente superiores às restantes com valores de 858 kg ha·• e 27.3 kg N/ha, respetivamente. O tratamento Orgl 00 e Min50 originaram resultados sem diferenças estatísticas entre si mas superiores ao tratamento OrgSO. A testemunha apresentou resultados estatisticamente inferiores a todos os restantes tratamentos. Os fertilizantes minerais originaram maior eficiência de uso de azoto comparativamente com os fertilizantes orgânicos. Na combinação das duas culturas, o tratamento Mf50+50 originou maior produção, azoto exportado e eficiência de uso do azoto.
- Produção e azoto recuperado por nabiça e cevada cultivadas em vasos a partir de fertilizantes orgânicos e mineraisPublication . Rodrigues, M.A.; Andrade, João António; Fernandes, H.M.; Fonseca, B.M.; Marrão, Rosalina; Nunes, J.T.; Oliveira, João Manuel; Rego, P.M.; Ribeiro, Lucia M.; Silva, D.B.; Vale, L.C.; Arrobas, MargaridaO fornecimento de azoto à agricultura biológica pode ser feito através da aplicação de fertilizante orgânicos comerciais. Contudo, estes tendem a ter preços elevados. Assim, é importante obter informação sobre o seu valor agronómico para auxiliar na tomada de decisão. Neste trabalho estudou-se a libertação de azoto e efeito na produção de um fertilizante orgânico autorizado para agricultura biológica por comparação com uma fonte de azoto mineral. A experiência decorreu em vasos de 2 kg de terra e incluiu as culturas de nabiça (Brassica rapa L.) e cevada (Hordeum vulgare L.) cultivadas, respetivamente no outono e primavera. Foram incluídos as seguintes modalidades: Fertilizante orgânico nas doses I 000 (FOIOOO), 500 (F0500), 100 (FOIOO) e 50 (F050) kg N ha-1, fertilizante mineral nas doses 1000 (FMlOOO), 500 (FM500), 100 (FMlOO) e 50 (F050) kg N ha-1 , fertilizante mineral fracionado na dose de 50 + 50 kg N ha-1 (FF50) e testemunha, sem fertilizante azotado (T). De cada tratamento foram incluídas quatro repetições (4 vasos). O fertilizante orgânico apresentou a composição média de 10% humidade, 5% N, 5% P20 5 e 3% K20. A modalidade FMIOO originou produção de matéria seca de nabiça (2.2 g/vaso) e N exportado (84.7 mg/vaso) significativamente superior às restantes modalidades, seguida de FF50 (1.87 g/vaso; 52.0 mg/vaso) e FM50 (1.73 g/vaso; 49.7 mg/vaso). A modalidade FO lOO originou matéria seca e azoto exportado (1.10 g/vaso; 27.1 mg/vaso) estatisticamente superiores a F050 (0.77 g/vaso; 15.1 mg/vaso) e nesta superiores a testemunha (0.33 g/vaso; 7.0 g/vaso). A eficiência de uso de azoto (EUN) foi maior nas modalidades FF50 e FM50, seguidas de FMIOO. As modalidades FOIOO e F050 apresentaram EUN bastante inferiores às modalidades de aplicação de azoto mineral. As modalidades FM 1000, FM500 e FOI 000 causaram danos visíveis nas plantas na fase de germinação, eventualmente por toxicidade de NHiNl~ +, N02- ou efeito salino. As modalidades orgânicas tiveram um comportamento mais próximas das minerais no ciclo de crescimento da cevada, eventualmente pelo efeito continuado de libertação de azoto. A modalidade FF50 registou a maior produção combinada das duas culturas e maior eficiência de uso do azoto.
