Percorrer por autor "Montanari, R."
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- Análise de atributos físicos do solo em função de seu preparo com diferentes trações e implementos agrícolasPublication . Barbieri, R.S.; Figueiredo, Tomás de; Fonseca, Felícia; Rodrigues, João Brandão; Araújo, Isabella R.C.; Vargas, Rodrigo J.; Bandeira, Douglas Henrique; García‐Tomillo, Aitor; Montanari, R.O manejo do solo com máquinas em pequenas áreas pode ser mais difícil operacionalmente do que o trabalho com animais, porém, existe a carência de estudos que indiquem diferenças e consequências nas propriedades físicas do solo entre os dois tipos de preparo. Assim, o objetivo desse estudo foi avaliar a influência do preparo do soloem algumas de suas propriedades físicas por meio de tração animal e motorizada com arado e escarificador. O ensaio foi instalado na Quinta do Poulão do Instituto Politécnico de Bragança, Portugal (41°46’49.53’’N 6°47’57.50’’O) em um Fluvisssolo Êutrico de aluvião. O experimento foi conduzido no mês de janeiro de 2018 em umaárea experimental com restolho da cultura de milho (Zea mays) e foi dividida em 6 subparcelas de 60 m2 com os seguintes tratamentos: Tração animal + Arado (T1); Tração animal + Escarificador (T2); Tração animal + Arado + Escarificador (T3); Tração motorizada + Arado (T4); Tração motorizada + Escarificador (T5); Tração motorizada + Arado + Escarificador (T6). Utilizou‐se o delineamento experimental em sistema fatorial duplo (3x2), com quatro repetições, e depois submetidas ao teste de Tukey a 5%. Foi analisada a densidade do solo (DS), resistência do solo à penetração de raízes (RP) e Umidade gravimétrica (UG) antes e depois do preparo do solo, em três profundidades: 1. 0‐0,05 m; 2. 0,05‐0,10 m; 3. 0,10‐0,20 m. Antes do preparo do solo não se registaram diferenças significativas entre tratamentos, mostrando que a área experimental era uniforme quanto às propriedades analisadas. Depois do preparo do solo, o T6 apresentou menor DS1 (1,03 g.cm‐3; p<0,05) e o T2, a maior (1,50 g.cm‐3; p<0,05). A média geral da RP1 mostrou melhor resultado pela tração motorizada (0,72 MPa e 0,40 MPa para tração animal e tração motorizada, respectivamente; p<0,05). A UG não apresentou diferenças significativas depois dos preparos realizados. O estudo demonstrou que a tração mecânica com utilização dos dois implementos foi mais eficiente na descompactação e preparo do solo na camada de 0‐0,05 m, uma vez que o escarificador traçado pelo animal não teve força para penetrar no solo.
- Tomografía de resistividad eléctrica para detectar impactos cambios en las propiedades físicas del suelo, resultantes del laboreo con tracción animal y motorizadaPublication . Dafonte, Jorge; García-Tomillo, Aitor; Figueiredo, Tomás de; Barbieri, R.S.; Fonseca, Felícia; Rodrigues, João; Araújo, Isabella R.C.; Vargas, Rodrigo J.; Bandeira, Douglas Henrique; Montanari, R.; Santos, R.; Costa, Odair VinhasEl laboreo del suelo mediante tracción motorizada (TM) puede resultar excepcionalmente más complicado que con tracción animal (TA) en pequeñas áreas rurales o de montaña; si bien no existen muchos trabajos sobre el impacto de TA en el suelo. El objetivo del estudio fue comprobar experimentalmente si mediante la Tomografía de Resistividad Eléctrica (TRE) es posible observar diferencias en el estado físico del suelo laboreado en función de la tracción utilizada. Se aplicaron 3 tratamientos con un caballo y un tractor: Arado; Arado + Cultivador y Cultivador. Los resultados de la TRE permiten detectar diferencias antes y después del laboreo para ambos tipos de tracción con un aumento de la resistividad eléctrica (RE) de un 35% para la TA y de 24% para la TM a la profundidad 0,0-0,1 m, mientras que a la profundidad 0,1-0,2 m la RE se mantuvo prácticamente constante en la TA (-1%), disminuyendo un 24% en la TM.
- Uso da krigagem na avaliação da variabilidade espacial de atributos físicos do solo com diferentes tipos de preparo inicialPublication . Barbieri, R.S.; Figueiredo, Tomás de; Fonseca, Felícia; Rodrigues, João Brandão; Araújo, Isabella R.C.; Vargas, Rodrigo J.; Bandeira, Douglas Henrique; García‐Tomillo, Aitor; Montanari, R.A técnica geoestatística, moderada pelo semivariograma e krigagem, permite obter um diagnóstico específico dentro de um talhão, que poderão requerer intervenções de manejos específicas. Tais informações são importantes para tomadas de decisão aquando do preparo do solo. Assim, o objetivo desse estudo foi avaliar a variabilidade espacial de algumas propriedades físicas do solo antes e depois de seu preparo inicial com diferentes trações e implementos agrícolas. O ensaio foi instalado na Quinta do Poulão da Escola Superior Agrária de Bragança, Portugal (41°46’49.53’’N 6°47’57.50’’O) em um Fluvisssolo Êutrico de aluvião. O experimento foi conduzido no mês de janeiro de 2018 em umaárea experimental com a cultura de milho (Zea mays) e foi dividida em 6 subparcelas de 60 m2: Tração animal + Arado (T1); Tração animal + Escarificador (T2); Tração animal + Arado + Escarificador (T3); Tração motorizada + Arado (T4); Tração motorizada + Escarificador (T5); Tração motorizada + Arado + Escarificador (T6). Foi confeccionada uma malha geoestatística composta por 48 pontos amostrais. Foi analisada a densidade do solo (DS), resistência do solo à penetração de raízes (RP) e Umidade gravimétrica (UG) em três profundidades: 1. 0‐0,05 m; 2. 0,05‐0,10 m; 3. 0,10‐0,20 m. Foi avaliado o grau da dependência espacial (ADE) e, por meio da krigagem, os mapas detalhados da variabilidade espacial dos atributos. A DS3, UG1, UG2 e UG3 apresentaram efeito pepita puro, ou seja, não mostraram dependência espacial entre os pontos amostrais. A DS2 mostrou maior r2 (0,710) e a RP3 maior ADE (85,5%). Os mapas tornam evidente que as subparcelas T2 e T5 estavam mais compactadase o preparo apenas com escarificador não influenciou os atributos estudados. Já a combinação dos implementos com tração motorizada revelou um efeito expressivo ao diminuir a densidade do solo na profundidade de 0‐0,10 m. Conclui‐se que o tratamento com tração motorizada e escarificador teve influência mais evidente nos atributos estudados na profundidade de 0‐0,10 m e que, em futuros manejos precisos, as subparcelas T2 e T5 devem receber maiores preparos, com uso dos dois implementos.
