Browsing by Author "Mendes, Paulo"
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- Emotional state, state nutrition and body imagePublication . Veiga-Branco, Augusta; Pereira, Filomena; Tavares, Mariline; Mendes, PauloLiterature exposes the relationship between body dissatisfaction and low self-esteem, depression and changes in eating behavior (Silva, 2009). Depression is strongly associated with anxiety and stress, which in turn, are directly related to changes in appetite and food preferences, reflected in the nutritional status of individuals (Gomes, 2010). To characterize the perception of body image and nutritional and emotional state of outpatients in Nutrition consultation; Know the incidence of the presentation of emotional instability in individuals with BMI ≥ 25 kg/m2. An exploratory and quantitative study in a sample of 88 individuals between 18 and 65 years, of both genders, anthropometric measurements (weight, height and BMI) performed at the time of the query, using the Tanita scale body composition analyzer TBF- 300, and stadiometer Seca model 206 still constituted methodology for evaluating the Beck Depression Inventory (Gorestein, 1998) and the graph Perception of Body Image (Stunkard, 1983). Results: 54.5% of the sample shows criterion depression, but most of sample shows a mild to moderate stage. 95.7% of respondents demonstrate dissatisfaction with body image, evidencing 93.2% strongly dissatisfied for excess. 94.3% of the sample has ≥ 25 kg BMI/m2. Individuals in excess weight or obesity also demonstrate dissatisfaction of body image and depressive symptoms, suggesting a strong positive correlation between BMI and depressive state. Thus, to validate this correlation is suggested to continue the study, enlarging the sample to obtain greater statistical significance in the interdependence of the variables studied.
- Evolução ponderal após cirurgia bariátrica – revisão sistemática da literaturaPublication . Félix, Maria João; Mendes, Paulo; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesA obesidade é uma doença crónica, de origem multifatorial, associada a diversas complicações médicas, provocando um declínio significativo na saúde dos indivíduos. Em indivíduos com IMC≥40kg/m² ou IMC≥35kg/m² com, pelo menos, uma comorbilidade, a cirurgia bariátrica é o tratamento de eleição e pode ser realizado em cirurgias do tipo restritivas e/ou malabsortivas. Objetivos: Realizar uma revisão da literatura para estudar a evolução ponderal após cirurgia bariátrica a curto e a longo prazo. Metodologia: foram selecionados 10 artigos das bases de dados Web Of Science e Pubmed/Medline, publicados entre 2015 e 2020, que abordassem a evolução ponderal após cirurgia bariátrica. Para a realização da revisão sistemática foram utilizadas as recomendações PRISMA, e para avaliação da qualidade dos artigos o instrumento de avaliação crítica de Crombie. Resultados: Em 90% dos artigos analisados, verificou-se uma perda de peso nos primeiros dois anos de seguimento, constatando--se ainda, em 40% dos artigos uma maior diminuição de IMC, no primeiro ano após cirurgia bariátrica comparativamente com o segundo, sendo que a diminuição média de IMC variou entre 9,62kg/m² e 19,8kg/m² no primeiro ano e entre 0,13kg/m² e 4,3kg/m² no segundo ano após cirurgia bariátrica. 30% dos artigos com um tempo de seguimento superior a 2 anos, incluídos nesta revisão, referem novo aumento ponderal dos indivíduos ao fim de 3 anos e 10% após 5 anos de cirurgia bariátrica. Dos artigos que fazem menção a mais do que uma técnica cirúrgica (40%), o Bypass Gástrico em Y de Roux é a que se relaciona com maior perda ponderal, seguida de Gastrectomia Vertical/Gastrectomia Vertical por Laparoscopia e com menores resultados a Banda Gástrica Ajustável/Banda Gástrica Ajustável por Laparoscopia. Conclusões: A cirurgia bariátrica continua a ser um método eficaz para o tratamento da obesidade mórbida ou obesidade grau 2 com pelo menos uma comorbilidade a curto prazo, sendo necessário o acompanhamento nutricional rigoroso para ajudar na obtenção de melhores resultados a longo prazo, bem como na sua manutenção.
- Evolução ponderal após cirurgia bariátrica – revisão sistemática da literaturaPublication . Félix, Maria João; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Mendes, PauloA prevalência de obesidade tem aumentado ao longo do tempo, sendo definida como uma acumulação excessiva de gordura e que pode originar o aparecimento de patologias associadas, provocando um declínio significativo na saúde dos indivíduos. A cirurgia bariátrica (CB) é o tratamento de eleição para obesidade em indivíduos com IMC≥40kg/m² e IMC≥35kg/m² com, pelo menos, uma comorbidade. Este tipo de tratamento é dividido em cirurgias do tipo restritivas e do tipo malabsortivas, podendo tornar-se híbridas, quando conjugam estas duas técnicas. Objetivo: Avaliar a evolução ponderal após cirurgia bariátrica a curto e a longo prazo. Material e Métodos: Foram selecionados 10 artigos das bases de dados Web Of Science e Pubmed/Medline, publicados entre 2015 e 2020, que abordassem a evolução ponderal após cirurgia bariátrica. Para a realização da revisão sistemática foram utilizadas as recomendações PRISMA, e para avaliação da qualidade dos artigos o instrumento de avaliação critica adaptado por Crombie. Resultados: Verificou-se uma perda de peso até dois anos de seguimento em 90% (n=9) dos artigos analisados, constatando-se ainda, em 40% (n=4) dos artigos uma maior diminuição de IMC, e por consequência perda de peso, no primeiro ano após CB comparativamente com o segundo, sendo que a diminuição média de IMC variou entre 9.62kg/m² e 19.8kg/m² no primeiro ano e entre 0.13kg/m² e 4.3kg/m² no segundo ano após cirurgia bariátrica. No entanto, após 2 anos de CB, 30% (n=3) dos artigos incluídos nesta revisão, referem novo aumento ponderal dos indivíduos ao fim de 3 anos e 10% (n=1) após 5 anos de CB. Dos artigos que fazem menção a mais que uma técnica cirúrgica (40%; n=4), o Bypass Gástrico em Y de Roux é a que origina uma maior perda ponderal, seguida de Gastrectomia Vertical/Gastrectomia Vertical com Laparoscopia e com menores resultados a Banda Gástrica Ajustável/Banda Gástrica Ajustável por Laparoscopia. Conclusão: A cirurgia bariátrica continua a ser um método eficaz para o tratamento da obesidade grave a curto prazo, sendo necessário o acompanhamento nutricional rigoroso para ajudar na obtenção de melhores resultados a longo prazo.
- Evolução ponderal após cirurgia bariátrica – revisão sistemática da literaturaPublication . Félix, Maria João; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Mendes, PauloA prevalência da obesidade tem aumentado ao longo do tempo, sendo definida como uma acumulação excessiva de gordura e que pode originar o aparecimento de patologias associadas, provocando um declínio significativo na saúde dos indivíduos. A cirurgia bariátrica (CB) é o tratamento de eleição para obesidade em indivíduos com IMC≥40kg/m² ou IMC≥35kg/m² com, pelo menos, uma comorbidade. Este tipo de tratamento é dividido em cirurgias do tipo restritivas e do tipo malabsortivas, podendo tornar-se híbridas, quando conjugam estas duas técnicas. Objetivo: Avaliar a evolução ponderal após cirurgia bariátrica a curto e a longo prazo. Material e Métodos: Foram selecionados 10 artigos das bases de dados Web Of Science e Pubmed/Medline, publicados entre 2015 e 2020, que abordassem a evolução ponderal após cirurgia bariátrica. Para a realização da revisão sistemática foram utilizadas as recomendações PRISMA, e para avaliação da qualidade dos artigos o instrumento de avaliação critica adaptado por Crombie. Resultados: Verificou-se uma perda de peso até dois anos de seguimento em 90% (n=9) dos artigos analisados, constatando-se ainda, em 40% (n=4) dos artigos uma maior diminuição de IMC, e por consequência perda de peso, no primeiro ano após CB comparativamente com o segundo, sendo que a diminuição média de IMC variou entre 9.62kg/m² e 19.8kg/m² no primeiro ano e entre 0.13kg/m² e 4.3kg/m² no segundo ano após cirurgia bariátrica. No entanto, após 2 anos de CB, 30% (n=3) dos artigos incluídos nesta revisão, referem novo aumento ponderal dos indivíduos ao fim de 3 anos e 10% (n=1) após 5 anos de CB. Dos artigos que fazem menção a mais que uma técnica cirúrgica (40%; n=4), o Bypass Gástrico em Y de Roux é a que origina uma maior perda ponderal, seguida de Gastrectomia Vertical/Gastrectomia Vertical com Laparoscopia e com menores resultados a Banda Gástrica Ajustável/Banda Gástrica Ajustável por Laparoscopia. Conclusão: A cirurgia bariátrica continua a ser um método eficaz para o tratamento da obesidade grave a curto prazo, sendo necessário o acompanhamento nutricional rigoroso para ajudar na obtenção de melhores resultados a longo prazo.
- Evolução ponderal e composição corporal em utentes submetiidos a tratamento cirúrgico da obesidadePublication . Félix, Maria João; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Mendes, PauloA prevalência de obesidade tem vindo a aumentar a nível mundial, sendo a cirurgia bariátrica um dos tratamentos de eleição para indivíduos com obesidade grave. OBJETIVOS: Avaliar a evolução ponderal e a composição corporal em utentes submetidos a tratamento cirúrgico da obesidade. METODOLOGIA: Estudo de coorte observacional retrospetivo, onde foram incluídos 144 indivíduos submetidos a cirurgia bariátrica com consultas de follow up. Foram analisados dados sociodemográficos, procedimento cirúrgico e dados antropométricos tratados estatisticamente com recurso ao programa STATISTICA, versão 13.5. RESULTADOS: 36.8% dos utentes foram submetidos a Banda Gástrica Ajustável, 52.1% a Gastrectomia Vertical e 11.1% a Reconversão de Banda Gástrica Ajustável para Gastrectomia Vertical. Ao fim dos 36 meses pós-cirúrgicos, a Gastrectomia Vertical foi a técnica que originou uma maior diminuição do Índice de Massa Corporal (IMC), seguida da técnica de Banda Gástrica Ajustável e, por último, a técnica de Reconversão de Banda Gástrica Ajustável para Gastrectomia Vertical. Verificou-se ainda que a maior diminuição de IMC nas diferentes técnicas cirúrgicas é observada nos 6 primeiros meses pós-cirúrgicos. No que concerne à %PEP (Percentagem de Perda de Excesso de Peso) após 36 meses de seguimento, aferiu-se uma %PEP de 65.9% na Gastrectomia Vertical, 62.1% na Reconversão de Banda Gástrica Ajustável para Gastrectomia Vertical e 57.1% na Banda Gástrica Ajustável, observando-se diferenças estatisticamente significativas entre a Gastrectomia Vertical e a Banda Gástrica Ajustável no 6º, 12º e 24º mês de seguimento (p<0.001). Os diferentes procedimentos cirúrgicos originaram uma diminuição de % Massa Gorda e Massa Magra, não se observando diferenças estatísticas nas diferentes abordagens cirúrgicas ao longo dos 36 meses de seguimento (p≥0.005). CONCLUSÕES: Verificou-se uma redução do IMC nos utentes, principalmente os submetidos a Gastrectomia Vertical e nos primeiros 6 meses após a cirurgia. Verificou-se ainda uma diminuição da % Massa gorda e Massa Magra independentemente do tratamento cirúrgico.
- Ponderal evolution and body composition in patients undergoing surgical treatment of obesityPublication . Félix, Maria João; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Mendes, PauloA prevalência de obesidade tem vindo a aumentar a nível mundial, sendo a cirurgia bariátrica um dos tratamentos de eleição para indivíduos com obesidade grave. OBJETIVOS: Avaliar a evolução ponderal e a composição corporal em utentes submetidos a tratamento cirúrgico da obesidade. METODOLOGIA: Estudo de coorte observacional retrospetivo, onde foram incluídos 144 indivíduos submetidos a cirurgia bariátrica com consultas de follow up. Foram analisados dados sociodemográficos, procedimento cirúrgico e dados antropométricos, tratados estatisticamente com recurso ao programa STATISTICA, versão 13.5. RESULTADOS: 36.8% dos utentes foram submetidos a Banda Gástrica Ajustável, 52.1% a Gastrectomia Vertical e 11.1% a Reconversão de Banda Gástrica Ajustável para Gastrectomia Vertical. Ao fim dos 36 meses pós-cirúrgicos, a Gastrectomia Vertical foi a técnica que originou uma maior diminuição do Índice de Massa Corporal (IMC), seguida da técnica de Banda Gástrica Ajustável e, por último, a técnica de Reconversão de Banda Gástrica Ajustável para Gastrectomia Vertical. Verificou-se ainda que a maior diminuição de IMC nas diferentes técnicas cirúrgicas é observada nos 6 primeiros meses pós-cirúrgicos. No que concerne à %PEP (Percentagem de Perda de Excesso de Peso) após 36 meses de seguimento, aferiu-se uma %PEP de 65.9% na Gastrectomia Vertical, 62.1% na Reconversão de Banda Gástrica Ajustável para Gastrectomia Vertical e 57.1% na Banda Gástrica Ajustável, observando-se diferenças estatisticamente significativas entre a Gastrectomia Vertical e a Banda Gástrica Ajustável no 6º, 12º e 24º mês de seguimento (p<0.001). Os diferentes procedimentos cirúrgicos originaram uma diminuição de % Massa Gorda e Massa Magra, não se observando diferenças estatísticas nas diferentes abordagens cirúrgicas ao longo dos 36 meses de seguimento (p≥0.005). CONCLUSÕES: Verificou-se uma redução do IMC nos utentes, principalmente os submetidos a Gastrectomia Vertical e nos primeiros 6 meses após a cirurgia. Verificou-se ainda uma diminuição da % Massa gorda e Massa Magra independentemente do tratamento cirúrgico.
