Percorrer por autor "Martins, Susana"
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- Autoestima e competência motora é durante a InfânciaPublication . Gonçalves, Celina; Lopes, Vitor P.; Martins, Susana; Rodrigues, Luis PauloO objetivo deste estudo foi identificar em crianças de 7 a 13 anos, a relação entre a competência motora (CM) e a autoestima.
- Avaliação dos recursos sociais e risco de desnutrição do idoso em domicílioPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, Andreia Filipa Fidalgo; Gonçalves, Liliana Fátima Rodrigues; Paçô, Maria Teresa Lavandeira de Araújo Pimenta; Araújo, Rita; Martins, SusanaNo final do século passado e no início do presente a nutrição é reconhecida como a base da esperança média de vida emergindo a relação nutrição e envelhecimento como uma questão de saúde pública. Evidências epidemiológicas apontam para o facto do risco de inúmeras patologias associadas ao envelhecimento poder ser minimizado por uma intervenção adequada ao nível dos estilos de vida, nomeadamente, alimentação/nutrição, atividade física, entre outros. Os aspetos sociais como a pobreza, o isolamento social, entre outros, influenciam a ingestão alimentar e, consequentemente, o estado nutricional. Foram objetivos desta investigação identificar situações de desnutrição, avaliar os recursos sociais do idoso e verificar se existiam diferenças estatisticamente significativas entre os nutridos e os desnutridos no que diz respeito aos recursos sociais acessíveis ao idoso. Para esse efeito, recolheu-se uma amostra acidental, constituída por 109 elementos, de um total de 487 idosos, com 75 anos ou mais a residir, no domicílio, no concelho de Alfandega da Fé, distrito de Bragança. Na recolha de dados, que decorreu de novembro a dezembro de 2012, foram utilizados dois questionários, o Mini Nutritional Assessment (MNA) desenvolvido pela Nestlé Nutrition Institute (2006) e a Escala de Recursos Sociais (OARS) desenvolvida pela Duke University Center (1978). Do total de participantes, 62,4% (68) eram do género feminino e os restantes 37,6% (41) eram do género masculino. Os resultados mostraram que 28,4% (31) dos idosos encontravam-se em risco de desnutrição e 71,6% (78) registaram um estado nutricional normal. Uma percentagem significativa (40,4%) mostrou ter recursos sociais adequados, enquanto que a maioria (59,6%) apresentou ter recursos sociais deteriorados. A maioria dos idosos apontou os filhos, a esposa e a nora como sendo os principais cuidadores, em situação de doença ou dependência. Por fim, verificou-se que o estado nutricional não é diferenciador dos recursos sociais do idoso. Após a realização deste estudo tornou-se evidente a importância de referenciar os idosos em risco e com recursos sociais deteriorados para um melhor acompanhamento por parte dos profissionais de saúde. Efetuar ações de sensibilização e educação como fazer uma alimentação saudável, incentivar o convívio social e promover a autonomia do idoso realizando ações para esse efeito é uma responsabilidade que deve ser partilhada por toda a comunidade.
- A competência motora é preditora da auto-estima durante a infânciaPublication . Lopes, Vitor P.; Martins, Susana; Gonçalves, Celina; Rodrigues, Luis PauloO objectivo deste estudo foi identificar em crianças de 7 a 13 anos, a relação entre a competência motora (CM) e a autoestima
- A competência motora é preditora da autoestima durante a infânciaPublication . Lopes, Vitor P.; Martins, Susana; Gonçalves, Celina; Rodrigues, Luis PauloO objetivo deste estudo foi identificar em crianças de 7 a 13 anos, a relação entre a competência motora (CM) e a autoestima. Este é um estudo longitudinal misto com duração de cinco anos, embora apenas os últimos dois anos tenham sido incluídos na análise. Os participantes eram N = 147 de ambos os sexos (69 meninas) divididos em 8 coortes, no início do estudo o mais jovem e o mais velho tinham 4 e 11 anos de idade, respectivamente. A CM foi avaliada com o Körperkoordinationstest für Kinder (KTK) e a autoestima com a versão portuguesa do Perfil de Autopercepção Física para Crianças e Jovens (PSPP-CY). Modelos lineares mistos foram aplicados. Os resultados do modelo misto final mostram que a autoestima diminuiu significativamente entre 7 e 13 anos de idade (-0,56) e que a CM tem um efeito atenuante sobre essa diminuição. Um aumento de uma unidade de CM teve uma atenuação de 0,002 unidades de autoestima. Em conclusão, a autoestima diminuiu entre os 7 e 13 anos de idade, mas a CM atenuou esta diminuição. Promover níveis de habilidades motoras durante a infância terá um efeito positivo no bem-estar e na saúde mental das crianças
- Motor competence predicts self-esteem during childhood in typical development childrenPublication . Lopes, Vitor P.; Martins, Susana; Gonçalves, Celina; Cossio-Bolaños, Marco; Gómez-Campos, Rossana; Rodrigues, Luis PauloThe purpose of this study was to study the relationship between motor competence (MC) and self-esteem in children between 7 and 13 years of age. Methods: This is five years mixed longitudinal study, although only the last two years were included in the analysis. Participants were N = 144 of both sexes (69 girls) divided in 6 cohorts. At baseline the youngest and the oldest cohorts had 4 and 9 years of age respectively. MC was assessed with KTK. Self-esteem and self-worth were assessed with the Portuguese version of Physical Self-Perception Profile for Children and Youth (PSPP-CY). Cross-lagged models were used to find out whether MC predicts self-esteem and self-worth, or the reverse. Linear mixed models were applied. Results: Overall, only self-esteem was predicted by MC across age. Results show that self-esteem had a significant decrease between 7 and 13 years of age (−0.56) and that MC is positively associated with self-esteem (b = 0.006). Conclusions: MC had a mitigating effect on the decrease of self-esteem. Promoting MC during childhood and adolescence might have a positive effect on children's well-being and mental health and prevent them to dropout from physical activities
- Um projecto de estatística no 1.ºCicloPublication . Martins, Susana; Martins, CristinaTendo a percepção que a estatística é um tema pouco trabalhado no 1º ciclo, pareceu-nos que seria importante trabalhar este assunto de forma motivadora para os alunos. A realização de um projecto de investigação (adaptado) no qual uma turma de alunos de 4.º ano são desafiados a traçar “o perfil do aluno típico da turma”, envolvendo recolha e análise dados, obtidos através de diversas técnicas e correspondentes a diferentes tipos de variáveis, serve de base a esta comunicação. Pretendemos apresentar as etapas planeadas, o desenrolar do trabalho dos alunos e algumas das suas produções.
