Browsing by Author "Marques, Alexandra"
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- Evaluación de formación en educación emocional – un estudio en profesionales de saludPublication . Veiga-Branco, Augusta; Correia, Ana Almeida; Marques, AlexandraSe asume que los conceptos de Psicología Positiva y la formación en Educación Emocional (E.E.) pueden converger en el sentido de reforzar en los profesionales de salud, su nivel de Competencia Emocional (C.E.). El clima emocional en esos contextos necesita la autoconciencia y la capacidad de gestión – en sí propio y en los otros - de las frustraciones y angustias tanto para las interacciones con pacientes como con los compañeros de trabajo. Así, ¿será que la Educación Emocional puede contribuir para el desarrollo de la Competencia Emocional, en profesionales?, ¿será que los conceptos de psicología positiva y de E.E. encuentran una unidad que los refuerce entre sí? El objetivo es evaluar y reconocer los efectos de la formación en E.E., en una muestra de 22 profesionales de la salud del norte de Portugal. Para eso, se desarrolló una metodología del tipo investigación-acción, de carácter cuantitativo descriptivo, con aplicación de una formación y la posterior evaluación a largo plazo (un año), a través de las respuestas a un cuestionario, construido para tal efecto, con preguntas de naturaleza cuantitativa y descriptiva. Los resultados presentan efectos interpersonales expresivos tras la formación, y del consecuente desarrollo personal a través de las estrategias de regulación emocional aprendidas. En conclusión, se verifica no solamente que estos resultados corroboran en general, los anteriores estudios de evaluación, como también se selecciona un conjunto de metodologías que deben ser utilizadas en el futuro.
- Formas de expressão da criança em vivência da morte – um estudo de casoPublication . Fontes, Dora Marlene Azevedo; Veiga-Branco, Augusta; Marques, AlexandraOs cuidadores da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCC) necessitam reconhecer expressões infantis de luto pela morte dos seus familiares internados. Segundo Moura (1999) o luto é a perda real do objeto de amor, considerando, que essa morte na criança não é logo processada. Worden (1998) relata que entre os 7 anos e a adolescência, no luto, a tristeza é o sentimento mais comum mas nem sempre manifestado pelo choro. Objetivo: Conhecer as formas de expressão de uma criança perante a vivência da morte, para poder prestar ajuda nos processos de luto. Metodologia: Estudo de caso, numa criança de 8 anos de idade (morte de avô, há 18 meses, por doença terminal. A seleção da criança foi aleatória, desde que entre 6 a 9 anos em processo de luto. Instrumento de colheita de dados: entrevista informal, operacionalizada, após a autorização e assinatura do termo de consentimento
- Riscos psicossociais e comunicacionais e estratégias de intervenção em crianças com síndroma de aspergerPublication . Liberska, Agata; Veiga-Branco, Augusta; Marques, AlexandraA comunicação é o elo de ligação mais importante entre os cuidadores de saúde e pacientes frágeis, especialmente as crianças, e os casos mais frágeis como o Síndrome de Asperger (SA), definido como autismo, com distúrbios principalmente funcionais e dificuldade de interação social, dificuldade em estabelecer relações, em ler emoções e menores capacidades cognitivas. Apresentar uma visão geral dos problemas relacionais e sociais em crianças com Síndrome de Asperger (SA); Apresentar estratégias e interações para melhoria cognitiva, da comunicação e habilidades destas crianças, a fim de serem conhecidas e aplicadas por profissionais de saúde. Revisão sistemática das dificuldades de comunicação e tratamento em crianças com SA (206 no total dos artigos), publicados no site sciencedirect. com entre 2010-2015, a partir da combinação dos descritores: Síndrome de Asperger, comunicação, autismo, crianças com transtorno mental, tratamento comportamental, habilidades sociais. Os seis artigos selecionados, mostram que se consegue aumento de habilidades sociais de crianças com SA, após a aplicação de terapia cognitivocomportamental, que geralmente se concentra na aprendizagem da criança para identificar situações problemáticas. Nomeadamente, 82,6% dos pais apresentam que os seus filhos mostram mais expressões de afeto após interações, trocando afeição verbal, expressando e recebendo afeto físico. Os pais sentem a necessidade de aprender a comunicar com empatia, e a reconhecer a consciência e compreensão da função do comportamento afetivo.
