Browsing by Author "Gomes, Julien"
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- Análise comparativa da postura ortostática entre mulheres fisicamente activas e sedentáriasPublication . Gomes, Julien; Palma, M.; Sampaio, O.; Vasconcelos, N.; Barbosa, Tiago M.Foi objectivo deste trabalho comparar a postura ortostática entre mulheres fisicamente activas e sedentárias. Foram estudados 60 sujeitos do sexo feminino, saudáveis e não grávidas. Trinta mulheres incluíram o grupo das fisicamente activas (GFA) e outras trinta no grupo das sedentárias (GS). Os sujeitos foram fotografados nos planos sagital direito e esquerdo, frontal anterior e posterior na posição ortostática, com uma câmara digital com uma resolução fotográfica de 10.1 Megapixéis (Exilim, EX-Z29, Casio, Tóquio, Japão). A avaliação postural foi efectuada com recurso a uma técnica fotogramétrica e utilizando um software específico (SAPo, v. 0.86, Universidade de São Paulo, Brasil). Os ângulos Q dos membros inferiores direito e esquerdo foram superiores no GFA do que no GS. A assimetria das omoplatas relativamente à T3 apresentou valores médios superiores no GFA do que no GS. Os alinhamento horizontal da cabeça foi superiores no GFA do que no GS. O alinhamento vertical do corpo foi inferior no GFA do que no GS. Em síntese, o GFA tende apresentar uma postura ortostática que procura promover uma quantidade inferior de esforço e/ou de sobrecarga mecânica sobre o aparelho locomotor do que o GS.
- O efeito do exercício em idosos hipertensosPublication . Mendes, Carla; Mota, Célia; Regêncio, Margarida; Pires, Joana; Gomes, Julien; Chaves, Luís; Monteiro, A.M.O exercício físico é cada vez mais recomendado como forma terapêutica no tratamento da hipertensão arterial, e esta doença é das mais incidentes na população idosa. Quer o exercício físico agudo quer o crónico podem influenciar muito o comportamento da pressão arterial. O exercício aeróbio é sem dúvida o mais aconselhável para a terapia desta doença, pois é o modo de exercício que envolve grande parte da musculatura, tendo efeitos nos níveis de pressão arterial mais rápidos do que aqueles que se obtém por meio do treino de força. A pressão arterial em idosos parece diminuir com o exercício aeróbio, quer de forma aguda quer de forma crónica, especialmente nos sujeitos hipertensos. Considera-se o exercício aeróbio como uma estratégia terapêutica não farmacológica de modificação do estilo de vida, para a prevenção, tratamento e controlo na hipertensão nos indivíduos idosos.
- O efeito do exercício em idosos hipertensosPublication . Mendes, Carla; Mota, Célia; Regêncio, Margarida; Pires, Joana; Gomes, Julien; Chaves, Luís; Monteiro, A.M.O exercício físico é cada vez mais recomendado como forma terapêutica no tratamento da hipertensão arterial, e esta doença é das mais incidentes na população idosa. Quer o exercício físico agudo quer o crónico podem influenciar muito o comportamento da pressão arterial. O exercício aeróbio é sem dúvida o mais aconselhável para a terapia desta doença, pois é o modo de exercício que envolve grande parte da musculatura, tendo efeitos nos níveis de pressão arterial mais rápidos do que aqueles que se obtém por meio do treino de força. A pressão arterial em idosos parece diminuir com o exercício aeróbio, quer de forma aguda quer de forma crónica, especialmente nos sujeitos hipertensos. Considera-se o exercício aeróbio como uma estratégia terapêutica não farmacológica de modificação do estilo de vida, para a prevenção, tratamento e controlo na hipertensão nos indivíduos idosos.
- Efeito do Exercício na SarcopeniaPublication . Regêncio, Margarida; Mendes, Carla; Mota, Carla; Pires, Joana; Gomes, Julien; Chaves, Luís; Pereira, A.; Monteiro, A.M.A Actividade Física é reconhecida pela comunidade científica como um dos mais poderosos agentes na promoção da saúde e da qualidade de vida. A consequência mais importante do processo de envelhecimento é a diminuição da força muscular em decorrência da perda de massa muscular ou sarcopenia. A força muscular declina aproximadamente 15% por década entre os 60 e os 70 anos, e a partir dessa faixa etária o declínio é muito mais acentuado. A força é a componente mais importante da aptidão física na terceira idade porque, á medida que diminui, o idoso vai perdendo a capacidade de se levantar da cadeira, de entrar e sair do carro, de subir um degrau mais alto, entre outras tarefas básicas do seu quotidiano. Sendo o ganho de força um dos benefícios da atividade física, considera-se este meio como sendo a forma mais eficaz e saudável na prevenção e/ou reversão da sarcopenia. Como muitas doenças associadas à terceira idade, a sarcopenia é mais uma delas e que por meio do Exercício Físico pode vir a ser prevenida ou suprimida. Quer o treino aeróbio quer o treino de força são imprescindíveis para a integridade física e psicológica do idoso, no entanto, o treino de força é o mais indicado para esta doença. A sarcopenia representa um problema da saúde pública mais marcado nas mulheres, uma vez que estas vivem em média mais tempo e têm taxas de incapacidade mais elevadas. Não existe ainda uma “cura” para a perda progressiva de massa muscular com a idade. Porém, a actividade física regular é considerada como um óptimo meio para reforçar o ditado popular “Mais vale prevenir do que remediar”.
- Efeito do Exercício na SarcopeniaPublication . Regêncio, Margarida; Mendes, Carla; Mota, Carla; Pires, Joana; Gomes, Julien; Chaves, Luís; Pereira, A.; Monteiro, A.M.A Actividade Física é reconhecida pela comunidade científica como um dos mais poderosos agentes na promoção da saúde e da qualidade de vida. A consequência mais importante do processo de envelhecimento é a diminuição da força muscular em decorrência da perda de massa muscular ou sarcopenia. A força muscular declina aproximadamente 15% por década entre os 60 e os 70 anos, e a partir dessa faixa etária o declínio é muito mais acentuado. A força é a componente mais importante da aptidão física na terceira idade porque, á medida que diminui, o idoso vai perdendo a capacidade de se levantar da cadeira, de entrar e sair do carro, de subir um degrau mais alto, entre outras tarefas básicas do seu quotidiano. Sendo o ganho de força um dos benefícios da atividade física, considera-se este meio como sendo a forma mais eficaz e saudável na prevenção e/ou reversão da sarcopenia. Como muitas doenças associadas à terceira idade, a sarcopenia é mais uma delas e que por meio do Exercício Físico pode vir a ser prevenida ou suprimida. Quer o treino aeróbio quer o treino de força são imprescindíveis para a integridade física e psicológica do idoso, no entanto, o treino de força é o mais indicado para esta doença. A sarcopenia representa um problema da saúde pública mais marcado nas mulheres, uma vez que estas vivem em média mais tempo e têm taxas de incapacidade mais elevadas. Não existe ainda uma “cura” para a perda progressiva de massa muscular com a idade. Porém, a actividade física regular é considerada como um óptimo meio para reforçar o ditado popular “Mais vale prevenir do que remediar”.
- Estudo da associação entre receio de queda e análise postural na população séniorPublication . Chaves, Luís; Gomes, Julien; Mendes, Carla; Mota, Carla; Pires, Joana; Regêncio, Margarida; Pereira, A.; Monteiro, A.M.Os factores biológicos, doenças e causas externas podem influenciar a fase de envelhecimento. A queda é considerada como uma causa externa já que é um evento não esperado, no qual o indivíduo muda de posição em relação à sua posição inicial, o que poderá acarretar sérios problemas para o idoso. A queda ocorre devido à perda total do equilíbrio postural, podendo estar relacionada à insuficiência súbita dos mecanismos neurais e osteoarticulares envolvidos na manutenção da postura. O objectivo deste estudo foi de analisar os resultados obtidos em diferentes tipos de testes de avaliação do equilíbrio em associação entre o receio de queda e a postura corporal de forma a observar ou não se existe uma correlação entre o risco de quedas e o equilíbrio em dois grupos distintos de idosas. Metodologia: A amostra foi constituída por 41 sujeitos do sexo feminino, 21 mulheres incluíram o grupo de força (GF, 67,33 ± 4,61 anos de idade, 1,55 ± 0,08 [m] de estatura e 74,08 ± 11,79 [kg] de massa corporal) e outras vinte no grupo aeróbio (GA, 65,35 ±3,01 anos de idade, 1,56 ± 0,09 [m] de estatura e 69,43 ± 10,03 [kg] de massa corporal). A avaliação postural estática foi feita pelo teste SAPo; os fatores de risco através da Escala de Berg; a avaliação dos problemas de mobilidade pelo Teste Tinetti; o risco de queda e a capacidade de transferência, relacionado com o equilíbrio dinâmico pelo Time Up & Go; o medo de cair o Falls Efficacy Scale. A normalidade da distribuição foi avaliada com o teste de Shapiro-Wilk, como analise exploratória. Foram calculadas as estatísticas descritivas (média ± 1 DP) de todas as variáveis dependentes seleccionadas. Como estatística inferencial fez-se recurso ao teste T de Student para níveis de significância P ≤ 0,05. Os alinhamentos segmentares e ângulos articulares analisados sugerem que o GA tende a apresentar uma postura ortostática que procura promover uma quantidade inferior de esforço e/ou de sobrecarga mecânica sobre o aparelho locomotor do que o GF. Relativamente aos testes de equilíbrio realizados às utentes do programa mais idade mais saúde, conclui-se que não existem diferenças significativas, quer a nível de equilíbrio estático ou dinâmico. Na avaliação da associação do risco de queda e da avaliação da postura corporal, pode-se observar nas tabelas acima, que não existem diferenças significativas intra-grupos, isto é, tanto o grupo de força como o grupo aeróbio não sofrem risco de queda segundo a avaliação da sua postura. Por outro lado, quando a avaliação foi realizada com a junção de ambos os grupos, podem-se observar diferenças significativas na associação do risco de queda com a postugrafia (*0,05). Conclusão: Tudo indica que as senhoras que frequentam o programa não estão sujeitas a riscos acrescidos de queda.
- Estudo da associação entre receio de queda e análise postural na população séniorPublication . Chaves, Luís; Gomes, Julien; Mendes, Carla; Mota, Carla; Pires, Joana; Regêncio, Margarida; Pereira, A.; Monteiro, A.M.Os factores biológicos, doenças e causas externas podem influenciar a fase de envelhecimento. A queda é considerada como uma causa externa já que é um evento não esperado, no qual o indivíduo muda de posição em relação à sua posição inicial, o que poderá acarretar sérios problemas para o idoso. A queda ocorre devido à perda total do equilíbrio postural, podendo estar relacionada à insuficiência súbita dos mecanismos neurais e osteoarticulares envolvidos na manutenção da postura. O objectivo deste estudo foi de analisar os resultados obtidos em diferentes tipos de testes de avaliação do equilíbrio em associação entre o receio de queda e a postura corporal de forma a observar ou não se existe uma correlação entre o risco de quedas e o equilíbrio em dois grupos distintos de idosas. Metodologia: A amostra foi constituída por 41 sujeitos do sexo feminino, 21 mulheres incluíram o grupo de força (GF, 67,33 ± 4,61 anos de idade, 1,55 ± 0,08 [m] de estatura e 74,08 ± 11,79 [kg] de massa corporal) e outras vinte no grupo aeróbio (GA, 65,35 ±3,01 anos de idade, 1,56 ± 0,09 [m] de estatura e 69,43 ± 10,03 [kg] de massa corporal). A avaliação postural estática foi feita pelo teste SAPo; os fatores de risco através da Escala de Berg; a avaliação dos problemas de mobilidade pelo Teste Tinetti; o risco de queda e a capacidade de transferência, relacionado com o equilíbrio dinâmico pelo Time Up & Go; o medo de cair o Falls Efficacy Scale. A normalidade da distribuição foi avaliada com o teste de Shapiro-Wilk, como analise exploratoria. Foram calculadas as estatísticas descritivas (média ± 1 DP) de todas as variáveis dependentes seleccionadas. Como estatística inferencial fez-se recurso ao teste T de Student para níveis de significância P ≤ 0,05. Os alinhamentos segmentares e ângulos articulares analisados sugerem que o GA tende apresentar uma postura ortostática que procura promover uma quantidade inferior de esforço e/ou de sobrecarga mecânica sobre o aparelho locomotor do que o GF. Relativamente aos testes de equilíbrio realizados às utentes do programa mais idade mais saúde, conclui-se que não existem diferenças significativas, quer a nível de equilíbrio estático ou dinâmico. Na avaliação da associação do risco de queda e da avaliação da postura corporal, pode-se observar nas tabelas acima, que não existem diferenças significativas intra-grupos, isto é, tanto o grupo de força como o grupo aeróbio não sofrem risco de queda segundo a avaliação da sua postura. Por outro lado, quando a avaliação foi realizada com a junção de ambos os grupos, podem-se observar diferenças significativas na associação do risco de queda com a postugrafia (*0,05). Conclusão: Tudo indica que as senhoras que frequentam o programa não estão sujeitas a riscos acrescidos de queda.
- Treino de forca na população sénior: membros inferioresPublication . Gomes, Julien; Chaves, Luís; Mendes, Carla; Mota, Célia; Pires, Joana; Regêncio, Margarida; Monteiro, A.M.A actividade física melhora a qualidade de vida em todas as idades. Os benefícios são evidentes a nível de equilíbrio, força, coordenação psicomotora, flexibilidade e resistência. No que diz respeito à força, durante os últimos 19 anos ficou provado que os idosos podem se beneficiar com a participação em programa de treino de força. Estudos demonstraram que até mesmo indivíduos com idade acima de 90 anos podem conseguir ganho de força durante um período de treino entre 8 e 12 semanas. O treino de força melhora a capacidade funcional dos idosos, compensando também a redução na perda de massa e força muscular, característica que está associada ao envelhecimento natural, fazendo com que os idosos se tornem mais independentes para o seu quotidiano. A baixa capacidade funcional e o alto índice de doenças crónicas, fazem da população idosa uma das que mais necessitam do treino de força. Uma boa qualidade de vida depende de uma série de factores mas o treino de força pode e deve ser enquadrado na vida do cidadão moderno como forma de elevar os padrões de qualidade de sua vida.
- Treino de forca na população sénior: membros inferioresPublication . Gomes, Julien; Chaves, Luís; Mendes, Carla; Mota, Célia; Pires, Joana; Regêncio, Margarida; Monteiro, A.M.A actividade física melhora a qualidade de vida em todas as idades. Os benefícios são evidentes a nível de equilíbrio, força, coordenação psicomotora, flexibilidade e resistência. No que diz respeito à força, durante os últimos 19 anos ficou provado que os idosos podem se beneficiar com a participação em programa de treino de força. Estudos demonstraram que até mesmo indivíduos com idade acima de 90 anos podem conseguir ganho de força durante um período de treino entre 8 e 12 semanas. O treino de força melhora a capacidade funcional dos idosos, compensando também a redução na perda de massa e força muscular, característica que está associada ao envelhecimento natural, fazendo com que os idosos se tornem mais independentes para o seu quotidiano. A baixa capacidade funcional e o alto índice de doenças crónicas, fazem da população idosa uma das que mais necessitam do treino de força. Uma boa qualidade de vida depende de uma série de factores mas o treino de força pode e deve ser enquadrado na vida do cidadão moderno como forma de elevar os padrões de qualidade de sua vida.