Browsing by Author "Garcia, Susana Raquel Pinto"
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- Intervenções autónomas de enfermagem como indicadores sensíveis de qualidade aos cuidados ao doente com ventilação não invasivaPublication . Garcia, Susana Raquel Pinto; Veiga-Branco, AugustaAs Intervenções Autónomas de Enfermagem podem adquirir o estatuto de Indicadores Sensíveis de Qualidade aos cuidados ao doente crítico com Ventilação Mecânica Não Invasiva, se a sua consistência de aplicação, estiver de acordo com a eficácia da recuperação. Reconhecer as Intervenções Autónomas de Enfermagem, no cuidado ao doente crítico com Ventilação Mecânica Não Invasiva, que pela consistência de execução, podem ser consideradas Indicadores Sensíveis de Qualidade aos cuidados de saúde. : Estudo transversal, exploratório e quantitativo, a partir da aplicação de um questionário, elaborado para o efeito, numa amostra de 76 enfermeiros, maioritariamente do sexo feminino (82,9%), e escalão etário entre 36 a 45 anos (51,3%), do Norte, em Serviços de Urgência e Medicina Intensiva, em março de 2022. As oito Intervenções Autónomas de Enfermagem identificadas como Indicadores Sensíveis de Qualidade foram “(…) o registo do estado de consciência”; “(..) registo de parâmetros hemodinâmicos”; “utilização de filtro antibacteriano e humidificação (…)”; “a aferição do tamanho da interface é pertinente”; “doente posicionado no leito com cabeceira >30º”; “a interface é selecionada de forma a adequar-se ao doente”; “é indicado o levante para o cadeirão” e “aplicação de vaselina nos lábios e a humidificação da cavidade oral . Reafirma-se a pertinência das competências autónomas dos enfermeiros, na prestação e na visibilidade da prestação de cuidados diferenciados, bem como a necessidade de criar um protocolo de atuação na terapia com Ventilação Mecânica Não Invasiva, ao doente crítico.
- Intervenções autónomas de enfermagem como indicadores sensíveis de qualidade aos cuidados ao doente crítico com ventilação mecânica não invasivaPublication . Garcia, Susana Raquel Pinto; Veiga-Branco, AugustaAs competências dos enfermeiros, representam um fator importante na segurança dos cuidados prestados ao doente crítico com Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI). As Intervenções Autónomas de Enfermagem (IAE), no contexto da assistência ao doente crítico com VMNI, e como resposta assertiva a uma necessidade de cuidados, devem conferir a eficácia e eficiência que se busca quando se fala em segurança e gestão de saúde. Parte- se do pressuposto, que os enfermeiros praticam tanto mais uma ação, quanto mais acreditam que ela constitui para o doente um ganho em saúde. Esta relação, permite tornar expectável, que as ações mais frequentemente executadas, são as percecionadas como as mais promotoras de saúde e, portanto, aquelas que podem assumir o estatuto de Indicadores Sensíveis de Qualidade (ISQ) aos cuidados em saúde. O objetivo, da presente investigação, é reconhecer as Intervenções Autónomas de Enfermagem (IAE), no cuidado ao doente crítico com VMNI, que podem ser consideradas Indicadores Sensíveis de Qualidade (ISQ) aos cuidados de saúde. Na metodologia, foi desenvolvido um estudo quantitativo, exploratório, descritivo, de coorte transversal, a partir da aplicação do questionário “Intervenções Autónomas de Enfermagem ao doente crítico com Ventilação Mecânica Não Invasiva” (Garcia & Veiga-Branco, 2022), a uma amostra de 76 enfermeiros, em prestação de cuidados a doentes em situação crítica com VMNI. As oito IAE com caráter de maior incidência executória, identificadas foram “as notas de enfermagem apresentam registo do estado de consciência do doente”; “as notas de enfermagem apresentam registo de parâmetros hemodinâmicos”; “a utilização de filtro antibacteriano e humidificação é importante”; “a aferição do tamanho da interface é pertinente”; “o doente é posicionado no leito com cabeceira >30o”; “a interface é selecionada de forma a adequar-se ao doente”; “é indicado o levante para o cadeirão” e “a aplicação de vaselina nos lábios e a humidificação da cavidade oral deve fazer parte do plano de cuidados”, assumindo-se como ISQ aos cuidados de saúde. Reafirma-se a pertinência das competências autónomas dos enfermeiros, na prestação e na visibilidade da prestação de cuidados diferenciados, aos doentes em situação crítica com VMNI, e a necessidade de elaborar um protocolo de atuação na terapia com VMNI, de forma a uniformizar cuidados de qualidade.
