Percorrer por autor "Drumond, Mariana"
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- Análise in vitro da ação antimicrobiana e antioxidante de bactérias láticas potencialmente probióticasPublication . Dominici, Gabriela; Kind, Daniel; Oliveira, Amanda; Santos, Liliana; Mancha-Agresti, Pamela; Drumond, MarianaA microbiota é definida como um conjunto de microrganismos que co-existem em determinado local. Alterações em sua composição pode provocar diversas desordens de seu funcionamento normal. O uso dos probióticos, bactérias vivas que podem beneficiar o hospedeiro quando administradas em concentrações adequadas, vem se popularizando devido aos seus benefícios para a saúde animal através de diferentes ações como a exclusão competitiva e atividade antimicrobiana. Assim, o presente trabalho tem como objetivo analisar a capacidade antimicrobiana e antioxidante de 5 linhagens probióticas.
- Avaliação in vitro dos potenciais antibacteriano e antioxidante de paraprobióticos de diferentes linhagens de lactobacilosPublication . Kind, Daniel; Dominici, Gabriela; Oliveira, Amanda; Santos, Liliana; Mancha-Agresti, Pamela; Drumond, MarianaParaprobióticos são frações inativadas de bactérias probióticas que também são capazes de desempenhar efeitos benéficos ao organismo hospedeiro. Destacam-se pela segurança para pacientes com alterações do sistema imunológico, tendo em vista que as bactérias apresentam-se inativadas. Além disso, apresentam potencial antioxidante, sendo capazes de combater radicais livres, produzidos em excesso em processos infecciosos, inclusive nos mediados por bactérias como Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa, espécies patogênicas oportunistas, com resistência a antibióticos e que estão associadas a infecções em diferentes tecidos, em especial à pele, potencialmente comprometendo a cicatrização.
- Nutrição e AlimentaçãoPublication . Drumond, Mariana; Valentim, Ramiro; Quintas, Hélder;Na avicultura, entre 50-75% dos custos de produção estão associados à alimentação das aves. Ainda que as necessidades nutricionais das galinhas sejam mais conhecidas do que as humanas, elas variam consideravelmente em função da genética (raça, estirpe, linha), de fatores individuais (sexo, idade, estado de saúde, aptidão produtiva, fase da produção), das condições ambientais (condições de alojamento, fotoperíodo, temperatura e teor de humidade do ar, dinâmica atmosférica) e do maneio. Por outro lado, a qualidade do alimento concentrado comercial varia entre lotes e depende das inter-relações entre nutrientes. O alimento ingerido deve satisfazer, primeiramente, as necessidades de manutenção, nomeadamente, de termorregulação, de movimentos corporais necessários à sobrevivência e prover a energia necessária à produção de secreções corporais e à reparação de tecidos. Depois, o alimento deve satisfazer as necessidades de crescimento e de reprodução. O crescimento envolve o desenvolvimento dos tecidos ósseo e muscular, a pele, os nervos, os órgãos e as penas. Finalmente, os nutrientes adicionais são armazenados nas aves sob a forma de gordura. As aves são mais sensíveis à satisfação das suas necessidades nutricionais do que os mamíferos, uma vez que o seu metabolismo (corporal e digestivo) e as taxas respiratória e circulatória são mais rápidos e a sua temperatura corporal é mais elevada (41-42°C). Neste sentido, as aves crescem mais depressa e amadurecem a idades mais precoces. Este crescimento acelerado torna as aves mais suscetíveis a deficiências nutricionais.
