Percorrer por autor "Costa, Susana da Conceição Ribeiro da"
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- Risco ergonómico dos profissionais de saúde em unidades de cuidados intensivosPublication . Costa, Susana da Conceição Ribeiro da; Novo, André; Oliveira, IsabelOs profissionais de saúde em unidades de cuidados intensivos (UCI) estão expostos a tarefas de elevada exigência física, nomeadamente durante o posicionamento e a transferência de doentes, o que os torna particularmente vulneráveis a lesões músculo-esqueléticas relacionadas com o trabalho (LMERT). A ergonomia aplicada ao contexto hospitalar permite identificar fatores de risco e orientar medidas preventivas eficazes. Objetivo: Identificar o risco ergonómico dos profissionais de saúde associado às práticas de posicionamento e transferência de doentes em unidades de cuidados intensivos. Métodos: Foi realizado um estudo quantitativo, descritivo e observacional, numa unidade de cuidados intensivos de uma Unidade Local de Saúde do norte de Portugal. A amostra foi constituída por 61 profissionais de saúde (enfermeiros e técnicos auxiliares de saúde). A recolha de dados decorreu entre 1 de janeiro e 28 de fevereiro de 2025, tendo sido utilizados dois instrumentos: um questionário de autopreenchimento para recolha de variáveis sociodemográficas, profissionais, comportamentais e de saúde, e uma grelha de observação estruturada baseada no método REBA (Rapid Entire Body Assessment), aplicada em contexto real de trabalho. No total, foram realizadas 95 observações. Resultados: A pontuação média final REBA foi de 10,7 (DP=2,12), correspondendo a risco muito elevado. Verificou-se que 57,9% das observações apresentaram risco muito alto, 30,5% risco alto e 11,6% risco médio. A maioria das tarefas analisadas exige, assim, ação imediata. Não foram identificadas correlações estatisticamente significativas entre o risco ergonómico e as variáveis sociodemográficas ou comportamentais. Conclusão: Os resultados obtidos demonstram uma elevada exposição ao risco ergonómico por parte dos profissionais de saúde em UCI, evidenciando a necessidade urgente de medidas corretivas. A reorganização das tarefas, a disponibilização de dispositivos auxiliares, a formação em ergonomia e o apoio interdisciplinar são fundamentais para promover ambientes de trabalho mais seguros.
- Risco ergonómico dos profissionais de saúde em unidades de cuidados intensivosPublication . Costa, Susana da Conceição Ribeiro da; Novo, André; Oliveira, IsabelOs profissionais de saúde em unidades de cuidados intensivos (UCI) estão expostos a tarefas de elevada exigência física, nomeadamente durante o posicionamento e a transferência de doentes, o que os torna particularmente vulneráveis a lesões músculo-esqueléticas relacionadas com o trabalho (LMERT). A ergonomia aplicada ao contexto hospitalar permite identificar fatores de risco e orientar medidas preventivas eficazes. Objetivo: Identificar o risco ergonómico dos profissionais de saúde associado às práticas de posicionamento e transferência de doentes em unidades de cuidados intensivos. Métodos: Foi realizado um estudo quantitativo, descritivo e observacional, numa unidade de cuidados intensivos de uma Unidade Local de Saúde do norte de Portugal. A amostra foi constituída por 61 profissionais de saúde (enfermeiros e técnicos auxiliares de saúde). A recolha de dados decorreu entre 1 de janeiro e 28 de fevereiro de 2025, tendo sido utilizados dois instrumentos: um questionário de autopreenchimento para recolha de variáveis sociodemográficas, profissionais, comportamentais e de saúde, e uma grelha de observação estruturada baseada no método REBA (Rapid Entire Body Assessment), aplicada em contexto real de trabalho. No total, foram realizadas 95 observações. Resultados: A pontuação média final REBA foi de 10,7 (DP=2,12), correspondendo a risco muito elevado. Verificou-se que 57,9% das observações apresentaram risco muito alto, 30,5% risco alto e 11,6% risco médio. A maioria das tarefas analisadas exige, assim, ação imediata. Não foram identificadas correlações estatisticamente significativas entre o risco ergonómico e as variáveis sociodemográficas ou comportamentais. Conclusão: Os resultados obtidos demonstram uma elevada exposição ao risco ergonómico por parte dos profissionais de saúde em UCI, evidenciando a necessidade urgente de medidas corretivas. A reorganização das tarefas, a disponibilização de dispositivos auxiliares, a formação em ergonomia e o apoio interdisciplinar são fundamentais para promover ambientes de trabalho mais seguros.
