Percorrer por autor "Cavalli, Luca Schuler"
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- Avaliação dos níveis de solidão em idosos portugueses fisicamente ativosPublication . Cavalli, Luca Schuler; Encarnação, Samuel; Santos, Patrick; Santos, Ryvia; Monteiro, A.M.A população idosa é considerada um grupo de risco para elevados índices de solidão, tornando-se assim fundamental a realização de rastreios s níveis de solidão em pessoas idosas fisicamente ativos. Objetivo: Avaliar os níveis de solidão de idosos fisicamente ativos, participantes do projeto de exercício físico “+ Idade + Saúde”. Métodos: Foi um estudo observacional, onde 41 idosos (34 idosas e 7 idosos), com médias de idades entre 69 ± 12,7 anos, responderam a escala de rastreio de índices de solidão (UCLA), versão portuguesa. Os dados foram apresentados em média ± desvio padrão e valores percentuais. O risco de solidão foi calculado pelo teste de Qui-quadrado de duas proporções simples (X2). O tamanho de efeito (TE) foi calculado pelo V de Cramer. O nível de significância estatística foi considerado em p < 0,05. Resultados: Foi verificado um número significante de idosas com níveis elevados de solidão (82,3%) e níveis baixos de solidão (20,5%) (X2 = 17, gl = 1, p < 0,0001, V = 0,36, TE moderado), e de forma semelhante, verificou-se um número significante de idosos com elevados níveis de solidão, níveis elevados (85,7%); níveis baixos (14,2%) (X2 = 4,57, gl = 1, p < 0,003, V = 0,91, TE grande). Não foram verificadas diferenças significativas entre , idosas (82,3%) e idosos (85,7%), p < 0,05. Conclusão: Conclui-se que ambos os gêneros apresentam elevados níveis de solidão. Futuros estudos devem verificar os efeitos de novas intervenções na redução dos índices de solidão em idosos.
- Efeitos do treino multicomponente na força de sobreviventes do cancro de mamaPublication . Cavalli, Luca Schuler; Encarnação, Samuel; Santos, Patrick; Santos, Ryvia; Monteiro, A.M.Cancro de mama representa 30% de ocorrência dentre todos tipos de cancros no sexo feminino. Como consequência do tratamento existe uma diminuição da força muscular, que leva a diminuição da qualidade de vida e de limitações na realização de atividade da vida diária (AVDs), principalmente no local afetado pelo cancro. Com o exercício físico, é possível em termos de efeitos fisiológicos, a melhoria da força muscular. Objetivos: Analisar os efeitos de 36 semanas de treino multicomponente (TMC), na força e resistência dos membros inferiores (MI) e superiores [(MS) braço não-intervencionado e braço intervencionado], de mulheres sobreviventes do cancro de mama. Métodos: Este foi um estudo quase-experimental, em que participaram 8 mulheres sobreviventes do cancro de mama, com idade de 64 ± 8,6 anos, peso corporal de 73,1 ± 12,2 quilogramas, altura de 1,63 ± 0,07 metros, índice de massa corporal (IMC) 27,4 ± 2,8. O TMC foi realizado durante 36 semanas no Instituto Politécnico de Bragança, no programa de exercício físico Rosa Ativo, 3 vezes por semana, com sessões de 60 minutos cada. Resultados: Após 36 semanas de TMC, observamos melhoras na Força de MS no braço não-intervencionado, obtivemos valores incrementais de 105%; para Força de MSint no braço intervencionado obtivemos valores incrementais de 185%; para Força de MI obtivemos valores incrementais de 45%, p < 0,05. Conclusão: 36 semanas de TMC foram eficientes na melhora da força muscular de mulheres sobreviventes do cancro de mama.
- Projeto Rosa Ativo: programa de exercício físico regular para doentes oncológicosPublication . Santos, Ryvia; Cavalli, Luca Schuler; Santos, Patrick; Encarnação, Samuel; Teixeira, José Eduardo; Forte, Pedro; Monteiro, A.M.O cancro da mama é o cancro com maior prevalência no sexo feminino em Portugal, sendo também a principal causa das mortes por neoplasia nas mulheres. Tendo em conta a importância os efeitos preventivos e protetores do exercício físico nesta população especial, será desenvolvido o projeto Rosa Ativo, um programa de exercício físico para doentes oncológicos, no Instituto Politécnico de Bragança (IPB), com a colaboração dos centros de saúde de Bragança, da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Unidade Local de Saúde. Objetivos: Avaliar, prescrever e orientar a prática de exercício físico individualizado para doentes oncológicos antes e após intervenção cirúrgica/tratamento. Métodos: A amostra será composta por um grupo de intervenção de sobreviventes de cancro de mama, 2 vezes por semana, com duração de 50 minutos cada sessão, e grupo de controlo de sobreviventes de cancro mama fisicamente inativas. Será avaliada a aptidão funcional através do Functional Fitness Test: a força e a resistência dos membros superioers (MS) e inferiores (MI) , a flexibilidade dos MI e MS, a agilidade e o equilíbrio dinâmico, a resistência aeróbia; a composição corporal : o índice de massa corporal, a densidade mineral óssea, a massa magra (MM) e a percentagem de gordura corporal; a qualidade de vida, a qualidade do sono, o risco para sintomas de depressão Resultados esperados: Esperamos melhorias positivas e significativas na capacidade funcional, qualidade de vida, qualidade do sono, índices de depressão, bem-estar, e auxiliar no eficiência no tratamento do cancro nas participantes do projeto.
- Sintomas depressivos em mulheres sobreviventes do cancro da mamaPublication . Santos, Patrick; Cavalli, Luca Schuler; Santos, Ryvia; Encarnação, Samuel; Teixeira, José Eduardo; Forte, Pedro; Monteiro, A.M.Cancro de mama representa 30% de ocorrência dentre todos tipos de cancros no sexo feminino. Como consequência do tratamento existe uma diminuição da força muscular, que leva a diminuição da qualidade de vida e de limitações na realização de atividade da vida diária (AVDs), principalmente no local afetado pelo cancro. Com o exercício físico, é possível em termos de efeitos fisiológicos, a melhoria da força muscular. Objetivos: Analisar os efeitos de 36 semanas de treino multicomponente (TMC), na força e resistência dos membros inferiores (MI) e superiores [(MS) braço não-intervencionado e braço intervencionado], de mulheres sobreviventes do cancro de mama. Métodos: Este foi um estudo quase-experimental, em que participaram 8 mulheres sobreviventes do cancro de mama, com idade de 64 ± 8,6 anos, peso corporal de 73,1 ± 12,2 quilogramas, altura de 1,63 ± 0,07 metros, índice de massa corporal (IMC) 27,4 ± 2,8. O TMC foi realizado durante 36 semanas no Instituto Politécnico de Bragança, no programa de exercício físico Rosa Ativo, 3 vezes por semana, com sessões de 60 minutos cada. Resultados: Após 36 semanas de TMC, observamos melhoras na Força de MS no braço não-intervencionado, obtivemos valores incrementais de 105%; para Força de MSint no braço intervencionado obtivemos valores incrementais de 185%; para Força de MI obtivemos valores incrementais de 45%, p < 0,05. Conclusão: 36 semanas de TMC foram eficientes na melhora da força muscular de mulheres sobreviventes do cancro de mama
