Percorrer por autor "Castro, Sandra Cristina Afonso de"
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- Prática de Ensino Supervisionada em Educação Pré-escolar e Ensino do 1º. Ciclo do Ensino BásicoPublication . Castro, Sandra Cristina Afonso de; Ribeiro, Maria do CéuO presente relatório foi realizado no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada, integrada no curso de Mestrado em Educação Pré-escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Bragança. O principal objetivo deste relatório consiste em apresentar as experiências de ensino aprendizagem, consideradas por nós, como sendo as mais relevantes em relação ao trabalho desenvolvido com as crianças ao longo da Prática de Ensino Supervisionada, nos três contextos educativos: Creche, Educação Pré-escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico, cuja ação educativa decorreu respetivamente numa Instituição Particular de Solidariedade Social e num Centro Escolar. Para a realização desta investigação desenvolvemos experiências de ensino-aprendizagem que nos permitissem dar resposta à seguinte questão problema: De que forma os diferentes suportes de jogo (analógico/digital) motivam as crianças para o processo de ensino-aprendizagem? Por forma a dar resposta a esta questão delineámos os seguintes objetivos: i) Perceber se o tipo de suporte em que as crianças jogam influencia a sua motivação; ii) Desenvolver atividades nos contextos, com recurso ao jogo (analógico e digital); iii) Compreender, em que medida, a realização de jogos favorece o desenvolvimento de competências múltiplas. A apresentação das experiências de ensino/aprendizagem presentes neste relatório manifestam-se num processo descritivo, interpretativo e reflexivo, enquadrado numa abordagem qualitativa onde, para a recolha de dados, recorremos à observação participante, grelhas de registo de observação, notas de campo, registos fotográficos e entrevista às crianças. Após a análise dos dados, estes parecem apontar, entre outros aspetos, para uma notável melhoria na motivação das crianças, tornando-se o jogo uma excelente estratégia de ensino/aprendizagem, que permite o desenvolvimento de competências sociais e comunicacionais das crianças, predispondo a criança para as aprendizagens. No que diz respeito ao tipo de suporte do jogo, verificamos que, apesar de o digital ser mais apelativo para as crianças, nomeadamente por vivermos numa época digitalizada, em que as crianças nascem com telemóveis/tablets nas suas mãos, tanto o suporte analógico, como digital, quando devidamente integrados na ação educativa, são igualmente promotores de aprendizagens significativas e duradouras.
