Percorrer por autor "Azevedo, Dora"
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- Aprender a perceção e estratégias do contexto de morte em cuidados paliativosPublication . Azevedo, Dora; Veiga-Branco, AugustaEm Cuidados Paliativos (CP) vive-se a experiência de morrer, fenómeno que ensina aos humanos a conhecer esses contextos e a desenvolver estratégias de coping para viver a dor, a tristeza e a solidão. Este estudo pretende conhecer a perceção de familiares e cuidadores acerca das experiências de luto, e as estratégias que desenvolvem para gerir este processo. Revisão sistemática da literatura, baseada na estratégia PICO, através da análise de conteúdo a 19 estudos entre 38 encontrados (artigos e teses) nas bases de Dados B-on e RCAAP, a partir dos descritores “percepção e estratégias de luto”, “cuidados paliativos”, “família” e “cuidadores”, publicados entre 2008-2015. Catorze estudos apresentam resultados relacionados com cuidadores (médicos e enfermeiros) e 11 com familiares. Os resultados dividem-se em 3 abordagens: Enfermeiros expressam sentimentos de tristeza, impotência, incerteza, frustração, revolta, e mobilizam estratégias espontâneas como: partilha com pares e cuidar outros doentes. Os médicos usam palavras prudentes e mostram distanciamento emocional. A família, por um lado vive a “conspiração do silêncio” com expressão de sofrimento profundo, e, por outro lado, constrói estratégias de coping de acordo com o nível de significado atribuído à pessoa. Verifica-se que a família encontra tanto mais facilmente estratégias de coping, quanto menor for o nível de stress auto-percebido. Em CP, Cuidadores e Família percebem e gerem diferentemente os processos de luto, sofrimento e angústia. É necessário estudar estes fenómenos e aprender com eles, como ajudar doentes e familiares, a promover o suporte empático profissional no cuidar.
- Atitudes comunicacionais na vivência da morte de um familiar internado na RNCCPublication . Azevedo, Dora; Veiga-Branco, Augusta; Baptista, GoreteOs familiares dos doentes em fim de vida internados na RNCCI, percorrem um caminho partilhado com o utente e com os profissionais de saúde. Sentem a necessidade de se sentirem acolhidos e seguros neste ambiente terapêutico. Tentam ajudar, diminuindo o seu sofrimento e a angústia pela perda.
