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Título: Efeito da vegetação herbácea na longevidade e reservas corporais de Episyrphus balteatus (De Geer) (Diptera: Syrphidae)
Autor: Pinheiro, Lara A.
Raimundo, João
Benhadi-Marín, Jacinto
Torres, L.
Santos, Sónia A.P.
Data: 2013
Citação: Pinheiro, Lara A.; Raimundo, João; Benhadi-Marín, Jacinto; Torres, Laura M.; Santos, Sónia A.P. (2013) - Efeito da vegetação herbácea na longevidade e reservas corporais de Episyrphus balteatus (De Geer) (Diptera: Syrphidae). In 14º Encontro Nacional de Ecologia da SPECO e Encontro da Primavera 2013 da APEP: Livro de Resumos. ISBN 978‐972‐745‐158‐6
Resumo: As larvas dos sirfídeos são importantes predadores, especialmente, de espécies pertencentes à ordem Hemiptera. No entanto, os sirfídeos adultos alimentam‐se à base de pólen, néctar e meladas. Entre as plantas herbáceas espontâneas que habitualmente fazem parte da cobertura ou das orlas dos agroecossistemas existem várias espécies com potencial para atraírem sirfídeos e fornecerem alimento. Neste contexto é fundamental esclarecer o efeito dessas plantas e das meladas nas populações de Episyrphus balteatus (De Geer) (Diptera: Syrphidae) de modo a maximizar a sua vitalidade. Com este trabalho pretendeu‐se estudar o efeito de 17 espécies de plantas e de meladas de Saissetia oleae (Oliv.) (Hemiptera: Coccidae) na longevidade e reservas corporais de E. balteatus. As plantas testadas pertenciam às famílias Asteraceae, Apiaceae, Boraginaceae, Brassicaceae, Hypericaceae e Malvaceae. Cada espécie foi colocada à disposição dos indivíduos recém‐emergidos juntamente com água, sendo o controlo mantido apenas com água. Em cada indivíduo foi quantificado o conteúdo corporal de glicogénio, lípidos e açúcares. As plantas que originaram maiores longevidades em E. balteatus foram Malva sylvestris L. (Malvaceae), Foeniculum vulgare L. (Apiaceae), Raphanus raphanistrum L. e Brassica barrelieri (L.) (Brassicaceae), Anchusa azurea Mill. (Boraginaceae), e Crepis vesicaria (Asteraceae), bem como as meladas de S. oleae. A acessibilidade dos nectários, a quantidade de néctar por flor e as diferenças na sua composição podem ter sido os fatores que mais contribuíram para estes resultados. Em termos de pólen, M. sylvestris foi provavelmente a única flor com quantidade suficiente para satisfazer as necessidades nutricionais deste inimigo natural. As meladas de S. oleae mostraram ser outra fonte de açúcar importante para E. balteatus. Estes recursos, quando combinados, são fundamentais para aumentar a abundância e eficácia destes auxiliares, visando a limitação natural dos inimigos da cultura.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/8962
ISSN: 978‐972‐745‐158‐6
Aparece nas colecções:CIMO - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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